Perdi uma grande Amiga
Conquistar o topo de uma montanha e visualizar a infinidade de vales e picos, matas e riachos, pedras - de tamanhos e formatos tão admiráveis; sentir o vento gelado, a pureza do ar, o céu azul e o pôr do sol dourado, faz compreender que Minas Gerais é uma obra prima tão perfeita, que nem a mais prodigiosa mente humana seria capaz de sequer sonhá-la.
O conhecimento científico sem a solidez da teoria é como uma árvore de raízes superficiais que sucumbe às tempestades que enfrenta. Sem aplicação prática, porém, ele é como uma árvore seca que renega sua sombra em dias de sol escaldante.
Cultive os laços que realmente importam, pois uma família unida e amorosa é o maior tesouro que podemos deixar como legado. O brilho de uma família que se ama e se apoia é o reflexo do amor de Deus em nossas vidas, e isso é algo que não pode ser comprado ou substituído por qualquer riqueza material.
O verdadeiro amigo é um presente de Deus, uma resposta às nossas necessidades mais profundas. Não busque a amizade apenas para fugir da solidão, mas para compartilhar as alegrias e desafios da vida. Um amigo deve enriquecer sua alma, não apenas preencher um vazio. Cultive relacionamentos que te levem a crescer em amor e sabedoria
Eu nunca duvido da capacidade de uma boa ou de uma má gestão. Ambas têm altíssima probabilidade de ser assertivas.
Não permita que o medo ou a nostalgia te prendam ao que ficou para trás. A vida é uma jornada em frente, e o melhor ainda está por vir. Não olhe para trás, siga em frente com fé e propósito.
A vida é uma jornada de tentativas
e erros, sempre impulsionada pela vontade de progredir.
Acredito que a evolução nasce da ação e que os erros
são lições valiosas no caminho da aprendizagem.
Gairifo Santos
Cultivar em casa me trouxe uma conexão que eu não esperava. Ver os primordios nascendo é como assistir a vida se manifestando do nada. Me faz sentir parte de algo muito maior, ancestral.
Uma boa tarde a você, caro leitor.
Deixo aqui minha poesia, e mais do que isso, minha essência:
""
No silêncio da guerra, amo baixo o sangue que percorre minhas veias.
No barulho dos campos elíseos, temo alto o que me observa de longe.
Em um floreado mar de perguntas, cheiro doce o aroma de conforto, onde seguro em minha mão direita, o remo, e em minha mão esquerda, uma âncora que me cansa.
Sob as altas águas que chovem, respiro a tempestade do comodismo, onde atravesso esta densa nuvem negra que me carrega.
Eu sou uma pena, seguindo o vento, sou belo, sou vivo."
Os quatro pilares da vida profissional:
1- Responsabilidades.
2- Compromissos.
3- Ser uma pessoa honrada.
4- Fazer por merecer.
A Urna Veio?
Há uma pergunta que se faz sempre que alguém morre. Tão simples, breve, quase automática: “A urna veio?”
À primeira vista, trata-se de uma questão de gestão de tempo: as pessoas precisam livrar-se logo da urna, pois ela pesa na consciência dos que ficam. No fundo, porém, é uma das perguntas mais metafísicas que a linguagem humana já forjou.
Quando alguém morre, algo inusitado sucede: o seu nome passa a ser insuficiente. Aquele que, há horas, era chamado pelo nome próprio — repleto de história, afectos, memórias e conflitos de legitimação — hoje é reduzido a um objeto. Ninguém ousa perguntar por ele ou por ela; pergunta-se pela urna. Pior ainda, pergunta-se se ela veio. O nome cede lugar à coisa.
A morte não sacrifica apenas a vida biológica; ela opera uma transmutação simbólica. O sujeito transforma-se em conteúdo da urna. A pessoa converte-se em recipiente prestes à decomposição. Aquilo que foi presença temida, respeitada, amada ou odiada torna-se restos mortais. A linguagem segue com fidelidade fria esse processo: deixa de nomear identidades de excitação e passa a rotular objetos de repulsa. São poucos os que se aproximam da urna, ainda mais quando ela contém restos mortais em avançado estado de decomposição. Até os perfumes teimam em desempenhar o seu papel com zelo.
Esse desvio de eixo gravitacional não é um acidente aristotélico. É a revelação do quanto nos é difícil lidar com a substância finita. Dizer “a urna veio” é mais consolador e aconchegante do que dizer o nome daquele que já se tornou autenticamente mudo. A urna veio — eis um termo técnico que nos protege do abismo existencial. É uma forma de anestesia simbólica. A sociedade precisa refinar a absurdidade da morte para continuar a funcionar; do contrário, ela se tornaria tão insuportável quanto a pedra de Sísifo.
Mas há algo de profundamente angustiante nisso. Durante toda a vida, lutamos para afirmar quem somos, para deixar marcas, para sermos reconhecidos como seres singulares. No fim, essa singularidade dissolve-se numa designação coletiva. A urna é sempre igual, apesar de conter restos mortais de seres irrepetíveis. A morte, nesse sentido, nivela desigualdades que nem a Declaração Universal dos Direitos Humanos consegue suprimir: ela é radicalmente igualadora.
A pergunta “A urna veio?” diz mais do que se imagina. Ela diz que o corpo (matéria) derrotou o nome (ideia); que a ciência da vida (biologia) venceu a ciência das vivências (biografia); que a história pessoal foi brutalmente encerrada e substituída por um banho colectivo. O ser humano deixa de ser projecto — como diria Heidegger — e passa a ser coisa disponível, transportável, administrável.
No entanto, algo permanece. Mesmo quando dizemos “urna”, sabemos que ali está alguém. Só que é um alguém que já não responde. Há quem responda por ele lá fora. A linguagem tenta coisificá-lo, mas a memória insiste em humanizá-lo. Em surdina, o nome continua a ecoar na mente dos seus. É assim que nasce o luto: no intervalo entre o objeto dito (urna) e a pessoa lembrada (nome).
Por isso a pergunta incomoda tanto, talvez. Porque ela expõe, sem disfarces, o absurdo da condição humana: não é apenas o corpo que apodrece; é também a forma como o mundo nos nomeia quando já não temos possibilidade de responder. E quando o nome se revela insuficiente, resta a urna.
A morte, afinal, não é apenas o fim da vida. Nem é o início da briga pelo espólio.
É o começo do momento em que o humano deixa de ser chamado e passa a ser levado.
Na sala preenchida por uma luz branca ofuscante, eu não sou aquele que esta perdido ; eu sou a razao de não existirem sombras.
Ventura Rodrigues Alves
A música, tem o poder de alimentar um momento, uma lembrança, uma nova história ou até mesmo, um grande amor.
Diga-me
Diga-me que o amor é uma alegria que não tem fim;
Diga-me uma frase ´para eu pensar em você sem intervalos durante o dia;
Diga-me sussurrando no meu ouvido que eu não estou sonhando;
Diga-me que amanha será melhor que hoje;
Diga-me que a nossa história tem capítulos infinitos;
Diga-me que o mundo já sabe que é tudo verdade, o que existe entre nós;
Diga-me em fim, que não haverá fim.
Chega de loucura, deixa eu dormir! Ou você vai embora de uma vez ou eu vou morar em uma clínica psiquiátrica...
Escudos
Ter a habilidade de desviar de uma avalanche;
Atravessar um incêndio sem ser queimado pelas chamas, evitando sequelas;
Encarar o inimigo invisível, com a certeza da vitória;
Agir com inteligência e ter o dom de passear alegremente em cima dos problemas;
Salvar a máquina pensante e a máquina de amor que carregamos, controlando as emoções com sabedoria.
Amor, Extremo Amor!
Minha vida com você parece coisa de cinema, nossos corpos tem uma sintonia incomparável, nem as leis da física conseguem calcular a pureza do nosso amor, as vezes não me importo com mais nada, só quero vê as horas passando na velocidade da luz para chegar novamente o momento de te reencontrar. Eu não espero respostas sobre o futuro do nosso amor e também não quero chegar a exaustão, só te peço que entenda porque os meus abraços são fortes, os meus beijos são quentes e porque o meu corpo é só sentimentos e magia junto ao teu.
Estou numa linha tênue entre viver o amor extremo ou conhecer o amor ao extremo.
Reconstruir
As vezes me sinto como se estivesse sozinho no pico de uma montanha coberta de neve,
Ando pelas ruas da cidade grande a noite e esbarro em algumas pessoas, mas parece que sou invisível,
Minha sombra tem sido a minha unica companheira nestes últimos tempos, os sons dos animais urbanos e os ruídos dos carros são o meu consolo, a noite apenas a Lua me escuta e me entende,
Cuidadosamente, o travesseiro tenta contar histórias boas para eu dormir, me livrando momentaneamente da insonia,
Nada melhor que um dia após o outro, diriam os antigos sábios,
Aconteceu comigo, estes dias chegaram. Recuperei o meu impeto, a minha sede de vitória e o algo mais que estava faltando, sinto a brisa do mar me alcançando, agora além da Lua, conquistei a amizade do Sol, percebo a energia positiva cobrindo o meu corpo e a minha mente, estou ressurgindo das cinzas para um novo momento, para reconstruir a minha história.
Sou eu quem te ama
Uma gota atrás da outra, foi ouvida em meio a escuridão,
Os teus passos foram se afastando, o calor dos teus dedos antes colados nos meus foram se esfriando,
A nossa história é um romance real, vou até o fim na busca de escrever um final feliz,
As duas alianças estão penduradas no meu pescoço, prometo te devolver, eu juro!
Como vou deixar você, se sou eu quem te ama?
Mosaico de uma vida
Espelho quebrado, estátua de si mesmo,
Em cada pedaço, uma imagem, uma faceta da vida,
Em cada olhar fixo, uma exposição da gema, uma visão íntima,
Ver o que não era visto, perceber o que não percebia, saber o que era sabido,
Sombras do passado, marcas do presente, mosaico de uma vida.
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