Perdi uma grande Amiga

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"Sonhe grande, sonhe alto.
Quando se sonha não se pensa no tamanho do tombo..."

☆Haredita Angel

."No ensejo em que um ano termina e outro começa,
.peçamos ao grande Deus serenidade.
Façamos uma prece, uma súplica e um agradecimento.
Que Deus permaneça em todos nós...sempre!
Que 2016 seja o ano mais feliz de nossas vidas.
☆Haredita Angel

O quinto dos infernos!

-Não me preocupo mais em pedir tantas desculpas, nem me delongo com grandes explicações.
-Estou muito sem paciência para com esses humanoides,
que em tudo veem 'preconceito', e vêm com explicações
científicas ou globais.
-Frustrados que perderam o senso de humor.
-Hipócritas que a toda hora gritam (acho que para si mesmos),
que não têm preconceitos. -Mas, são eles próprios que regem e alimentam essa 'fábrica de gente chata', que leva tudo à sério!
-Se esquecem que a qualquer momento a vida dá uma rasteira e,
vão todos para o quinto dos infernos!
-Haredita Angel

Sonhe grande.
Voe alto.
Seja grato.
Ame muito...
E Feliz Ano Novo!

Ótima quinta-feira ao meu amigo de 26 anos.

Grande Flávio!

É um grande perigo para um pássaro,
Achar que a gaiola é sua casa.⁠

Até um palhaço pode ser grande pai,
Quando ele protege o sorriso do filho a qualquer custo.

A grande vantagem de quem fala a verdade,
E que não precisa se preocupar quando for repetir.

Tenho grande semelhança com o mar,
Há quem prefira lamear-se numa poça.

[Poemarrubro]


o grande problema dos Comunistas,
é que eles nunca param de se instruir.


o grande problema dos Anarquistas,
é que eles nunca param de insurgir.


o grande problema dos fascistas,
é que nunca haverá corda suficiente,
para enforcá-los e pendurá-los ao redor.


Porém, os Antifas
são persistentes, generosos
e farão seu melhor.


(Michel F.M. - Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas - Trilogia Mestre dos Pretextos)

A esperança não é sempre grande, às vezes é só um suspiro. Um suspiro que segura o corpo em pé. Quando tudo parece ruir, esse sopro faz ponte. Construo com ele um caminho minúsculo, porém firme. E sigo, sabendo que minúsculo pode ser vasto.

A grande conquista da vida é quando, enfim, aprendemos a escolher a Paz acima da necessidade de ter a razão.

Quem perde um grande amor não encontra flor nesta caminhada, pois o luto transforma o jardim da vida em um deserto gelado.

A pressa de atingir o topo é a grande inimiga da solidez, a excelência é forjada na paciência do artesão, que não teme o tempo gasto para lapidar cada detalhe, para garantir que a base seja inabalável, e o crescimento verdadeiro é aquele que se dá para dentro, antes de se manifestar para fora. Não busque o reconhecimento imediato, almeje a assinatura que o tempo não pode apagar, aquela marca de integridade e profundidade que transforma o que você faz em algo atemporal, e saiba que a jornada, com suas pausas e seus desvios, é o verdadeiro tesouro, não o destino final.

A jornada da minha existência se resumia a um grande e doloroso ponto de interrogação, onde a procura por paz era a meta, mas a angústia era a realidade palpável, os soluços eram meus companheiros noturnos, manifestações da luta para encontrar um caminho de redenção, de apagar cenas da minha vida que me aprisionavam, um ciclo interminável de busca e frustração que me levava a colecionar desenganos em vez de vitórias.

A Visão Trilionária é a luz que nasce da coragem de sonhar grande e se fortalece na bondade de agir, mostrando que o seu potencial é infinito quando o seu propósito é servir ao mundo.

Quão grande será o fardo de ser humano em demasia?
Quem o diria que sapiens sapiens com furor o traria.

Nunca corra atrás de dois coelhos, a chance dos dois escaparem é muito grande...
(Patife)

⁠Às vezes, a pressa em comprar Verdade Aveludada é tão grande que os Apaixonados já nem se importam com a Embalagem.


E talvez seja justamente aí que mora o perigo mais silencioso do nosso tempo: não na mentira escancarada, mas na verdade que se deixa moldar ao toque — macia, confortável, ajustável aos desejos de quem a consome.


Uma verdade que não exige esforço, que não confronta, que não pede revisão de rota.


Apenas acolhe, embala e confirma.


Em meio à pressa, desaprendemos o valor do desconforto.


Esquecemos que a verdade, quando genuína, raramente chega pronta para ser aceita; ela provoca, desloca e inquieta.


Mas o espírito apressado não quer esse atrito — ele busca a suavidade de narrativas que caibam perfeitamente em suas certezas pré-fabricadas.


E assim, pouco a pouco, a embalagem deixa de importar porque o conteúdo já foi previamente escolhido.


A polarização se alimenta exatamente desse hábito: não de discordar, mas de não querer sequer considerar.


Cada lado constrói sua vitrine de Verdades Aveludadas, expostas com brilho suficiente para seduzir os que só desejam acreditar.


E quem compra, não lê o rótulo — apenas reconhece o que já sente.


Nesse cenário, a manipulação já nem precisa ser sofisticada; basta ser conveniente.


Não é necessário esconder a incoerência, apenas envolvê-la em familiaridade.


Afinal, quando a emoção se antecipa à razão, qualquer embalagem parece suficiente — desde que o conteúdo não ameace o conforto de quem o consome.


Talvez o maior desafio do nosso tempo não seja encontrar a Verdade, mas reaprender a desacelerar diante dela.


Ter a coragem de examinar o que nos agrada com o mesmo rigor que aplicamos ao que rejeitamos.


Porque, no fim, não é a embalagem que define o valor do que compramos — é a disposição de encarar o que há dentro, mesmo quando já não é tão macio quanto gostaríamos.

A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.


Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.


A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.


Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.


O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.


Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.


Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.


Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.


Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.


Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.


Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.


Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.


Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.


Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.


No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.


É sobre não se perder de si mesmo no processo.⁠