Perdi uma grande Amiga
Para conquistar a salvação, é preciso ter o coração puro como de uma criança e a mente sábia de um(a) ancião, cheia de fé, amor e esperança.
Ah, se você soubesse o efeito que causa em mim cada vez que te vejo, você me daria uma chance.
Uma chance para eu te provar
que fomos feitos um para o outro.
Pior que um lobo é uma ovelha que por fora se veste de branca mais em seu interior e completamente negra.
Não importa o que se faz, independentemente do sucesso ou do fracasso, a experiência é uma forma de sucesso em si mesmo.
A DISTÂNCIA QUE DENOMINAMOS “EU”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
A ideia de que existe uma distância entre a criatura e o Princípio Divino não deve ser compreendida como afastamento espacial, mas como hiato moral e consciencial. Essa distância nasce quando o ser espiritual, dotado de razão e liberdade, passa a absolutizar a própria individualidade, convertendo-a em centro exclusivo de referência. O “eu” deixa de ser identidade legítima e transforma-se em eixo de autoexaltação.
À luz da Doutrina Espírita, o ser humano é Espírito em processo contínuo de aperfeiçoamento, destinado ao progresso moral e intelectual. A individualidade é condição necessária da responsabilidade. Sem ela, não haveria escolha, mérito ou aprendizado. Contudo, quando essa individualidade degenera em egoísmo e orgulho, instaura-se uma deformação psíquica que obscurece a percepção da realidade espiritual. O “eu” hipertrofiado passa a medir o mundo pela régua do interesse pessoal.
No campo psicológico, esse fenômeno manifesta-se como necessidade constante de reconhecimento, comparação e validação. O sujeito estrutura sua identidade sobre aplausos, conquistas ou ressentimentos. Desenvolve narrativas internas que reforçam a centralidade do próprio valor ou da própria dor. Tanto a superioridade quanto a vitimização são expressões do mesmo núcleo egocêntrico. Em ambos os casos, a consciência permanece fixada em si mesma.
A perspectiva espírita identifica no egoísmo a raiz dos conflitos humanos. Trata-se de resquício de fases primitivas da evolução, quando a sobrevivência instintiva predominava sobre a fraternidade. O progresso espiritual exige a sublimação desses impulsos. A lei de evolução impõe ao Espírito a transição do exclusivismo para a solidariedade. Cada existência corporal oferece oportunidade de reeducação das tendências inferiores.
A distância denominada “eu” é construída por pensamentos recorrentes que reforçam a autoafirmação desmedida. Afirmações como “eu mereço mais”, “eu não posso ceder” ou “eu estou sempre certo” erguem barreiras invisíveis. Tais construções mentais não apenas isolam o indivíduo dos outros, mas também lhe dificultam a sintonia com as leis superiores que regem a vida. A consciência torna-se turva, incapaz de perceber o valor do serviço e da renúncia.
Entretanto, a Doutrina Espírita não propõe a anulação da personalidade. A humildade não é autodepreciação. É lucidez quanto à própria condição evolutiva. Reconhecer-se aprendiz reduz a ansiedade de afirmação e dissolve a rigidez do orgulho. O exame diário da consciência, recomendado como disciplina moral, permite identificar tendências egocêntricas e corrigi-las progressivamente. Não se trata de cultivar culpa, mas discernimento.
A prática da caridade, entendida como benevolência, indulgência e perdão, constitui o antídoto direto contra a hipertrofia do ego. Ao servir, o Espírito desloca o centro da própria vida para além de si. Descobre que a verdadeira grandeza não reside em impor-se, mas em contribuir. Esse movimento interior produz serenidade, pois extingue a competição constante que alimenta tensões psíquicas.
Sob análise introspectiva, percebe-se que o sofrimento muitas vezes advém da resistência do ego às circunstâncias educativas da existência. Frustrações, perdas e humilhações funcionam como instrumentos pedagógicos. Quando o indivíduo compreende a finalidade evolutiva dessas experiências, a revolta cede lugar à aceitação consciente. A distância diminui à medida que a compreensão substitui o orgulho.
Em termos espirituais, jamais houve separação ontológica entre criatura e Criador. O que existe é desarmonia vibratória, resultante de escolhas morais inadequadas. À medida que o Espírito cultiva virtudes, essa desarmonia se reduz. O “eu” deixa de ser muralha e converte-se em instrumento de aperfeiçoamento.
Assim, a distância que denominamos “eu” é etapa transitória no itinerário da consciência. Ela se dissolve quando o ser compreende que sua realização não está na exaltação de si mesmo, mas na integração harmoniosa com a Lei que governa o Universo. E nesse processo silencioso de transformação interior, a alma descobre que a verdadeira elevação não consiste em afirmar-se acima dos outros, mas em elevar-se junto deles, sob a égide do amor e da responsabilidade moral.
Acordei mais uma vez embriagado
E o seu cheiro impregnado na minha roupa
Só ficou o resto do seu beijo na minha boca
Você deu corda e o coração entrou na forca
A minha saudade já tinha tomado um rumo na vida
Mas desandou com a sua ligação perdida
Entre mim e os meus pensamentos ergue-se uma barreira, e eu fico preso numa armadilha algures numa terra de ninguém entre sentimento e articulação, e, por muito que me esforce, por muito que lute pela minha voz, raramente consigo melhor que um gaguejar confuso.
Amo e não sou amada,
Quero e não sou querida,
Mas de uma coisa tenho certeza...
Amo e não sou fingida.
“Meu amor por você tem uma beleza admirável, e por seu amor me deixei ser seduzido é como se ele soubesse magia da sedução que fez o meu coração amar o seu. Não quero que essa chama ardente nunca se apague porque essa centelha que saiu do seu coração já se alastrou por todo meu interior. Sempre procurei uma pessoa especial que me libertar-se da solidão, o prazer de olhar nos teus olhos, a vontade de tocar no teu corpo e o desejo de sentir teus lábios me fazem delirar. Estou perdidamente Apaixonado por você”..
Você é como a rosa mais linda no topo de uma roseira, eu enfrentaria todos os espinhos para apanha-la, cuida-la, ama-la e tela-la somente para mim.
E a gente levanta e vai.
Porque parece que chega uma hora em
Que não se trata mais de ainda existir alguma esperança.
Mas sim de não se deixar desistir
Minha mente virou máquina
Meu coração uma pedra de gelo
Não quero mudar minha mente
Mais quero que alguém aqueca meu coração
Quando Deus fez as flores, uma espécie tinha alma de bailarina. Então Deus lhe deu liberdade e o nome de Borboleta.
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