Perdi um Sorriso
**"Por Direito"**
**(Parte 1)**
Cê merece um amor sem trava, sem freio, sem nó,
Um sentimento que explode, tipo granada, bem maior.
Livre no corre, mas com raiz no coração,
Nada fake, só real, amor em construção.
Você é história viva, melhor que livro ou filme,
Uma vibe tão sincera que o tempo não define.
Cê é meu norte, meu motivo, meu destino,
E o que eu sinto por você é puro, genuíno.
**(Parte 2)**
O que cê tem de mim não foi doado, foi tomado,
Seu amor chegou na quebra e já virou meu legado.
Invadiu o peito sem pedir, ocupou espaço,
E eu, sem nem notar, já tava preso no teu laço.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Ponte)**
Me ganhou no improviso, sem promessa, sem contrato,
Agora sou refém, mas tô feliz no teu abraço.
**(Refrão)**
Por direito, por verdade, você tomou meu chão,
Tipo beat no fone, você virou minha canção.
Cê chegou sem aviso, mas fez tudo valer,
E hoje o mundo pode girar, mas meu lugar é você.
Sem limite, sem barreira, só nós dois no mesmo plano,
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano.
Cê venceu, não foi sorte, foi mérito, foi luta,
Coração blindado, mas você passou na disputa.
Agora é isso: você é meu centro, meu grito,
Porque amar você é tudo que faz sentido.
**(Ponte)**
Me ganhou no improviso, sem promessa, sem contrato,
Agora sou refém, mas tô feliz no teu abraço.
**(Refrão)**
Por direito, por verdade, você tomou meu chão,
Tipo beat no fone, você virou minha canção.
Cê chegou sem aviso, mas fez tudo valer,
E hoje o mundo pode girar, mas meu lugar é você.
Sem limite, sem barreira, só nós dois no mesmo plano,
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano.
**(Final)**
Porque amar você é mais que sonho, é meu cotidiano. Vou sonhando, andando, no carro, te amando, meu sonho, no corre lutando, nos teus braços amando.
Quando a ausência passa a ser o último vestígio do amor que um dia floresceu, ela se torna tanto dor quanto memória viva. A falta carrega em si um paradoxo: é prova de que houve amor, mas também seu fantasma, rondando cada pensamento e cada gesto. Nesse espaço onde o amor deixou de existir em presença, a ausência ocupa o trono, governando seu coração com lembranças e saudades.
Mas a ausência não é apenas vazio: ela nos convida a revisitar o que fomos juntos, a valorizar o que aprendemos e a questionar o que ainda podemos ser. Se a falta é tudo o que resta, talvez ela seja também o ponto de partida para reconstruir-se, para sonhar outras formas de amar, outra forma de ser amado. Porque, no fim, é justamente na saudade que guardamos o maior tesouro: a prova concreta de que fomos capazes de amar de verdade.
Assim, mesmo que a falta pareça reinar absoluta, ela pode nos sussurrar lembranças que acendem a esperança. O amor, mesmo ausente, continua vivo enquanto houver memória, enquanto houver o desejo de reencontrar-se – seja em quem fomos, seja em quem podemos vir a ser.
Meu amor por você é um acordo entre:
Os olhos que te acham linda.
Minha boca que ama seu beijo bom.
Minha mãos que adoram sua pele.
Meu coração que te ama.
Mieu cérebro que sabe que você pode me fazer feliz.
Sob o véu da noite acesa,
com estrelas por testemunha,
um homem repousa a alma tensa
no silêncio que o mundo arruma.
Foi de sol a sol sua lida,
com calos, suor e esperança,
construiu com força a própria vida
mas deixou de lado a dança.
Agora, ele sonha sereno,
com um canto à beira do nada,
onde o tempo caminha pequeno
e o peito respira a madrugada.
Quer uma barraca acesa,
um céu vestido de luar,
e ao lado, com leveza,
alguém que só saiba amar.
Uma mulher de fala doce,
de mãos que sabem cuidar,
que o olhe como se fosse
poesia ao caminhar.
Não busca luxo, nem fama,
só um abraço demorado,
um chá quente que o chama,
um coração encantado.
Nesse campo onde o fogo dança,
e a água cai como canção,
ele enfim planta esperança
no jardim da solidão.
Porque o mundo pode ser duro,
mas o amor é sempre abrigo
e hoje o homem do futuro
só quer paz… e alguém consigo.
O primeiro sintoma do desespero é a desorientação. Quando o desesperado é também um maldoso frustrado, surge a covardia, que, por sua vez, torna-se um combustível perigoso — não tanto pelo risco que oferece aos outros, mas pelas consequências das atitudes sem fundamento de um tolo fraco, perdido e profano.
Ele planta, livre e inocentemente, os espinhos que um dia haverá de colher.
Para sair do desespero, o caminho é a humildade: reconhecer a derrota e começar de novo, afinal o erro é humano, a condição de tolo só envolve a pessoa que persiste no erro e multiplica falácias.
Enquanto a humildade não chega, faz barulho; mas o ruído, cada vez mais distante, aos poucos cede lugar a novos ares entre aqueles que seguem, tranquilos, em busca de dias melhores.
Quando não tens domínio próprio a tua emoção é vulnerável e és refém de qualquer um que pode dizer o que não queres ouvir ou mostrar o que não queres ver.
Por experiência própria, posso afirmar: tudo nas nossas vidas para ter um grande significado na maioria das vezes deve ser um pouquinho estranho. Porque seguindo no caminho daquilo que se costuma chamar de — normalidade —, não se aprende nada intenso e interessante.
Sempre tive um sentimento profundo de repulsa diante do mal que infecta o mundo, uma maldade muitas vezes natural e inerente ao tecido da natureza. O sentimento de que nenhum deus bondoso permitiria tal estado de coisas, enxergar um sentido oculto em tudo isso é relativizar o mal. É estupidez e obscenidade. Não há um deus bondoso, a natureza grita incessantemente essa verdade, meu sentimento pessoal, instintivo, visceral, sincero — não admite que haja um sentido oculto, e isso basta para desprezar qualquer fé religiosa —. É desumano exigir fé num ser humano dotado de sentimento. Ver um inocente implorar por ajuda, ver a vida de um inocente ser despedaçada, e depois alegar que, no fundo, um deus tem razões suficientes para permitir o mal? Um coração de pedra pode crer nisso, mas eu não posso. Deus não foi feito para mim; esse monstro frio e bárbaro não tem a menor semelhança com os sentimentos que trago dentro de mim. Crer? Só no dia em que eu renunciar a minha humanidade.
Por vezes, a dúvida é apenas um segundo nome para covardia e preguiça. O maior prisioneiro tenta fingir que sua pura negação do conhecimento são apenas dúvidas. As duvidas são poderosas correntes que negam o conhecimento, grossas correntes que servem para as mentes desistirem de melhorar o conhecimento humano, desistirem de procurar uma resposta, pois, já estão presos a negação.
O ateísmo no Brasil se quiser ter um papel social relevante precisará ser muito mais do que apenas questionar a existência divina.
O argumento do segundo motor:
P1: Todo efeito tem uma causa.
P2: Toda consciência é um efeito que tem uma causa.
P3: Deus é definido como uma consciência.
P4: Toda causa pode ser regredida ao infinito.
C: A causa da primeira consciência é uma causa inconsciente, e não é deus.
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