Perdi um Sorriso

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AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

Narrativa Inspirada no Conto Sufi.
Fragmentos do Infinito.

Conta um antigo conto da tradição sufi, atribuído a diversas escolas do Oriente Médio, que a Verdade em sua pureza integral desceu à Terra e os homens não puderam contemplá-la em sua totalidade. Para que não se perdesse por completo, Deus partiu a Verdade como se fosse um espelho, e lançou seus estilhaços ao mundo.

Desde então, cada ser humano carrega em si um pequeno fragmento desse espelho divino, refletindo uma porção da Verdade, mas jamais o seu todo. Aqueles que tentam impor seu pedaço como sendo a totalidade do espelho, sem reconhecer os fragmentos que os outros portam, caem na ilusão do orgulho e da cegueira espiritual.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Segundo e a Eternidade”

Ah… senhorita… que o amor nos dure, ainda que por um átimo suspenso na vastidão da eternidade.

Há instantes que transcendem a métrica dos relógios e dissolvem-se nas frestas do absoluto. Foi o teu olhar cintilante como a reminiscência de um sonho antigo que interrompeu a marcha indiferente do tempo. Em um só segundo, o cosmos se deteve, perplexo diante da silenciosa liturgia do encontro.

Nenhuma ciência decifra o segredo contido nesse breve estremecimento da alma. O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. O amor, senhorita, é o único viajante que atravessa a fronteira entre o ser e o nunca mais e sobrevive.

Há paixões que não se perpetuam, mas deixam, na memória, o vestígio do inextinguível. Elas não se medem pela duração, mas pela intensidade com que rasgam o espírito. E talvez, ao findar o instante, reste apenas as chagas imaterial de algo que ousou existir.

Assim, se o destino for avaro em horas, que nos conceda ao menos um segundo aquele em que o teu olhar reconhece o meu e o universo, por piedade, suspende o próprio giro.

Porque, afinal…

Há amores que, mesmo breves, condensam o infinito e esse é o milagre silencioso que apenas o coração compreende.

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“Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias.”

A vaidade humana é um abismo disfarçado de plenitude. O indivíduo que se enche de si mesmo acredita possuir substância, mas o que nele transborda é apenas a aparência do ser uma bolha de ar que o menor contato da realidade faz estourar. O homem verdadeiramente dotado de espírito não necessita exibir o que é; seu valor repousa no silêncio.

O vaidoso, pelo contrário, é como um vaso sem conteúdo que tenta compensar o vazio pelo barulho. Quanto mais fala de si, mais denuncia a ausência interior. Vive de comparações, de olhares, de aplausos e por isso sua felicidade depende do reflexo, jamais da essência.

Aquele que busca parecer é escravo da opinião. E nada é mais miserável do que depender do olhar alheio para sentir-se existente. Assim, quem se julga pleno de si está, na verdade, destituído de tudo porque o “si” que o ocupa é apenas uma caricatura inflada do verdadeiro eu.

Em suma, o homem cheio de si é um deserto disfarçado de montanha; quanto mais alto se crê, mais ecoa o seu próprio vazio.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A CLARIDADE DA TUA VERDADE.

Dizer a tua verdade, é um ato de resgate íntimo não uma sentença sobre o outro. É o momento em que a tua consciência decide deixar de viver nas sombras do não-dito para respirar na inteireza do que sente, percebe e compreende. A tua verdade nasce de dentro, moldada pelas experiências que só tu viveste, pelas sensibilidades que só tu conheces, pelas feridas e pela luz que só tu carregas.

Quando alguém expressa sua própria verdade, não está criando tribunais, nem ergue paredes morais que acusem o outro de falsidade. A verdade pessoal não tem vocação para arma; tem vocação para libertação. A tua verdade é tua e, por isso mesmo, não precisa desmerecer a história, o olhar ou a compreensão de ninguém. Cada consciência habita uma moldura distinta, e é dessa moldura que emergem percepções que podem convergir ou divergir.

Psicologicamente, dizer a própria verdade significa assumir responsabilidade pela própria visão de mundo, sem depositar no outro o peso do que se sente. É o ato de nomear emoções para libertá-las, não para condenar alguém com elas. É a coragem de não silenciar o que te fere, mas também de não transformar tua ferida em acusação. É assumir-se inteiro sem exigir que o outro responda à tua inteireza.

No âmbito introspectivo, expressar a verdade é um exercício de alinhamento. Quando permaneces calado por medo, receio ou prudências excessivas, tua alma se contorce num labirinto onde tu mesmo te perdes. Mas quando falas com honestidade, ainda que tua voz tremule, não se trata de desmascarar ninguém trata-se de te reencontrar. É o momento em que compreendes que a tua verdade não precisa da mentira alheia para existir: ela se sustenta por si mesma.

Atribui sentido galopante ao teor de alforria. A libertação que vem do gesto simples e profundo de dizer: “É assim que vejo, é assim que sinto.” A tua verdade não vai atrás de culpados; vai atrás de coerência. Ela não exige reverência; exige respeito por ti mesmo. Ela não aponta dedos; abre portas.

Quando dizes a tua verdade, tu te libertas e libertas também o outro. Porque tiras dele o jugo da interpretação, da adivinhação, da suposição. Permites que cada um permaneça no seu lugar de consciência, devolvendo a cada qual a dignidade de sua própria narrativa.

Dizer a tua verdade não transforma ninguém em mentiroso. Apenas te devolve ao território sagrado onde tua alma respira sem medo.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Chamado Silencioso do Teu Deserto Interior.
— Um Diálogo que Te Desvela.

Apenas acende tochas no escuro das tuas próprias cavernas interiores.

Há um lugar dentro de ti que te parece profundamente secreto, quase interditado. Não porque seja sombrio, mas porque é verdadeiro demais. E a verdade tem o hábito de nos encarar de frente, sem ornamentos face to face, como dizem em inglês (frente a frente). É justamente por isso que tu o evitas: temes que ali se revele a tua audácia legítima, aquilo que há muito deixaste dormir sob o peso das expectativas, das reações alheias, das justificativas tão delicadamente construídas para te manter longe de ti mesmo.

Esse espaço é teu deserto interior não um vazio, mas um lugar onde nada distrai. Onde tudo o que existe és tu, sozinho com tuas inquietações, tuas contradições, teus desejos ainda sem nome. Por isso ele te abala. Porque aquilo que tentas sustentar externamente não resiste ao espelho desse silêncio.

Ha uma pergunta que não responde nada por ti:

Por que relutas tanto em entrar nesse deserto, se é justamente ali que guardaste o que te falta?

Não corro para te oferecer solução. Apenas deixo que a pergunta te toque como água na pedra suave, mas contínua.

Quando te aproximas desse território íntimo, começas a perceber que o temor que sentes não é pelo desconhecido…
é pelo que já sabes e finges não saber.

Então te pergunto:

O que exatamente temes encontrar ali que não toleras dizer em voz alta?

Talvez uma verdade antiga esperando pela tua coragem renovada.
Talvez uma dor que só precisa ser escutada, não temida.
Talvez um talento, um impulso criativo, uma força que te intimida porque te convoca a viver com mais autenticidade.

Se esse deserto fosse, na verdade, o lugar onde começa o teu caminho e não onde termina o teu fôlego como mudaria o que chamas hoje de dificuldade?

Percebes?
Não há imposição.
Só perguntas… aquelas que te devolvem a ti mesmo.

A jornada interior não é um chamado para fugir do mundo, mas para deixar de fugir de ti.
Quando te aproximas desse núcleo secreto, algo se realinha silenciosamente: o que te abala por dentro deixa de comandar o que mostras por fora.

E assim, pouco a pouco, vais descobrindo que a porta do deserto nunca esteve trancada.
Tu é que aprendeste a desviar o olhar.

Então te deixo com a última pergunta aquela que abre todas as outras:

Quando é que tu vais te permitir entrar no lugar onde finalmente podes ser inteiro?

Essa resposta…
só tu podes dar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Aos Clarões da Vida.

Vivamos então um romance verdadeiro com a própria existência, como se cada amanhecer nos ofertasse uma sinfonia inédita, executada pela luz primordial que inaugura o dia. Que a alegria, ao retornar em ondas serenas, nos recorde o bem vivido e desperte em nós o impulso de distribuí-lo com generosidade entre todos os que caminham ao nosso lado, mesmo aqueles que tropeçam em suas próprias incertezas, assim como nós também tropeçamos nas nossas. Que esse gesto perseverante de partilha e compreensão nos eleve a um modo mais lúcido de habitar o mundo, no qual a vida não seja apenas transitada, mas profundamente celebrada.

Que sigamos adiante como quem acende estrelas no próprio caminho, avançando com coragem para tornar cada instante digno de imortalidade.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Um dia quem sabe!

Se não chover,
Se não adormecer,
Se conseguir me ver.

Quem sabe um dia!

Continuarei a te querer,
Cada dia mais intensamente,
Com uma força crescente,
No meu corpo latente e onipresente.

E ao te encontrar?
A felicidade habitará
Naquele pedacinho do meu ser que mais sente.

Inserida por jadyelane

Eu ⁠aprendi.

Aprendi que a paz mora dentro de cada um de nós.
Aprendi que nem sempre estamos ao lado de quem amamos, mas não deixamos de amar por isso.
Aprendi que as pessoas nem sempre são o que aparentam, precisamos enxergar além do nosso campo de visão.
Aprendi que precisamos dizer o que sempre fica preso na garganta, ou a gente sufoca com os próprios sentimentos.
Aprendi que os verdadeiros amigos jamais te abandonam, mas as vezes eles precisam do próprio espaço.
Aprendi que o amor não acaba, não morre, não abandona, não maltrata. Ele as vezes também precisa de silêncio e calmaria.
Aprendi que o tempo é o nosso maior aliado nas rasteiras que o mundo nós dá.
Aprendi que o meu tempo não é o tempo do outro.
Aprendi que não perdemos as pessoas, elas se distanciam porque ainda não compreendem o que é amor.
Aprendi que a vida é muito mais do vivemos, ela transcende o nosso entendimento.
Aprendi que não sou hoje, que eu era ontem.
Aprendi que tudo que é verdadeiro, permanece eternamente na nossa vida.
Aprendi que o silêncio responde tudo que não foi perguntado.
Aprendi que o nosso crescimento é doloroso, mas necessário.
Aprendi que a nossa felicidade depende exclusivamente de nós mesmos.
Aprendi que se existe amor, tudo é possível.
Aprendi que precisamos viver hoje, amar hoje, perdoar hoje, abraçar hoje, visitar hoje, reconciliar hoje, permanecer hoje. Aprendi que o hoje é o dia mais importante da nossa vida!
Então, viva!!!!

Jádia Elane Oliveira
01/01/2021

Inserida por jadyelane

⁠Depois de um certo tempo, perdemos tantas pessoas ao longo do nosso caminho, que aprendemos a apreciar os bons momentos e lembranças que temos. Essas lembranças acalentam nossa alma e confortam o nosso coração!

11 de Dezembro 2021.

Inserida por jadyelane

⁠"Não sabia que havia um monte de acéfalo sequelado indo na contra mão dos caminhos certos!"

Inserida por francisco_oliveira_7

⁠"Não me digas o caminho que devo seguir, pois só tenho um; o caminho ao meu Deus"!

Inserida por francisco_oliveira_7

⁠"Se eu tenho um time, uma religião, um partido político, uma orientação sexual, gostar de uma cor ou ter uma ideologia; entrar em uma comunidade, eu sobrevirei?
Tenho medo dos Homens!"

Inserida por francisco_oliveira_7

Nem sempre nos sentimos seguros, mas é essencial compreender que hoje também é um dia significativo. Mesmo que as condições não sejam favoráveis, ele ainda será singular em sua trajetória!

Inserida por nosor_beluci

Vivemos em um tempo de artifícios, onde o que é autêntico é considerado antiquado e cafona, mesmo que o artificial não capture a verdadeira essência de cada indivíduo, mas sim uma parte de uma mentalidade superficial e leviana!

Inserida por nosor_beluci

⁠Comprar um animal não pode ser classificado como amor; isso se aproxima mais do egoísmo. A verdadeira afeição se manifesta na adoção, enquanto a compra serve somente para satisfazer um anseio pessoal.

Inserida por nosor_beluci

A forma mais eficaz de pôr fim a um período difícil em sua vida é deixar de nutrir esse ciclo. Corte todas as suas fontes de suporte e você o fará definhar, permitindo que um novo e mais construtivo comece a florescer!

Inserida por nosor_beluci

⁠O sábio fundamenta suas reflexões na lógica, buscando sempre a verdade, enquanto o tolo constrói uma realidade imaginária em sua cabeça, influenciado por suas circunstâncias.ou convicções distorcidas

Inserida por nosor_beluci

⁠Embora você considere uma declaração de um ignorante como absurda, evite reagir, pois o tempo de quem procura conhecimento é precioso, enquanto o dele não tem valor algum.

Inserida por nosor_beluci

⁠Não vejo nada mais cruel e sem sentido que tirar a liberdade de um pássaro que nasceu com o dom de voar para jogá-lo em uma gaiola triste e cruel para vê-lo chorar de tristeza pelo resto de sua vida em nome de um egoismo estupido!

Inserida por nosor_beluci