Perdi um Sorriso

Cerca de 355988 frases e pensamentos: Perdi um Sorriso

⁠Querida amiga, ando pensando em como estamos mergulhados em um mundo artificial. Sinto falta da essência humana, da verdade da vida, da transparência das nossas emoções. Encontramos causas ligadas ao meio ambiente, ao preconceito linguístico, ao racismo, à homofobia, à religião... Por que não existe uma causa em que as pessoas defendam a vida real, a vida como ela é? Parafraseando Nelson Rodrigues. Essa vida de mentira que as pessoas defendem é cruel, é mais grave do que se imagina. Isso causa transtornos psicológicos inimagináveis. Saudade de uma época em que o ser humano podia ser humano e não robotizado e idealizado por uma sociedade doentia. Salvemos a vida!

Inserida por ceumarques

⁠Feliz aquele que teve a oportunidade de conviver com um sábio professor.

Inserida por ceumarques

⁠Nunca subestime a prática de um relaxamento.

Inserida por ceumarques

⁠Um dia após o outro com alegrias e tristezas, vitórias e derrotas, dores e alívios. As antíteses da vida tornam a caminhada mais leve.

Inserida por ceumarques

⁠Tomara que um dia eu volte a escrever para você e diga: obrigada por ter desistido de mim.

Inserida por ceumarques

⁠Passei uma vida vestindo armaduras, aprendendo a me proteger em um mundo que me testava a cada instante. Fui forjada pela necessidade de ser forte, de erguer muralhas ao redor de um coração que não podia sentir, tinha que suportar. Mas dentro dessa força, sempre existiu uma essência, pura e verdadeira, esperando pelo momento de respirar livremente.

Inserida por dianeleite

⁠Amar Quem Não Sabe Ser Amado

Amar é um sonho que a vida nos conta,
Uma busca que o coração nunca desaponta.
Dos pais, dos amigos, dos laços primeiros,
Até o amor que nos toma por inteiro.

Ah, o amor, tão doce e tão voraz,
Ele nos eleva, nos traz a paz.
Depois, nos derruba, nos faz chorar,
E pensamos que sem ele, não dá para ficar.

Mas a vida ensina, a dor vira lição,
Descobrimos a força dentro do coração.
Sobrevivemos ao que parecia final,
E o amor renasce, mas de forma especial.

Amar alguém com medo de amar,
É caminhar num fio, é se desequilibrar.
É lutar contra sombras que vêm do passado,
E oferecer luz a quem vive no cerrado.

Mas há quem rejeite, quem não saiba acolher,
Quem veja no amor um fardo a temer.
E você, que ama com tanta verdade,
Se vê preso entre a dor e a saudade.

O amor é seu, é chama que aquece,
Mas amar sem retorno te enfraquece.
E então, com o tempo, você vai entender,
Que amar a si mesmo também é viver.

Guardar o amor em uma caixinha pequena,
Onde ele repousa, onde a alma serena.
Pois insistir em quem se recusa a enxergar,
É esquecer que também é preciso se amar.

Com empatia, escolha a si,
E permita que o outro encontre o que há de si.
O amor, eterno, no peito guardado,
Será sempre luz, nunca apagado.

Inserida por dianeleite

⁠A Importância da Liberação do Perdão
Autoria: Diane Leite

Tenho vivenciado um processo profundo de transformação, a ponto de sentir que uma versão antiga de mim morreu para dar espaço a uma nova existência. Essa mudança começou no âmago do meu ser, mesmo que, inicialmente, eu não tivesse plena consciência disso. Foi apenas quando essas transformações começaram a refletir no meu mundo exterior que percebi os primeiros sinais. Afinal, somos espelhos do nosso interior — de nossas dores, abandonos e da forma como nutrimos nossa autoestima. Nossa alma habita este templo chamado corpo e, por muito tempo, negligenciei essa morada divina. Em vez de agradecer por esse presente sagrado, mergulhei em um ciclo de autossabotagem que, pouco a pouco, o desgastava.

Ao nos aprofundarmos em nós mesmos, invariavelmente nos deparamos com questões pendentes a serem resolvidas. Eu mesma enfrentei desafios muito particulares — um dia, talvez, compartilhe essa história completa, mas, por ora, basta dizer que suportei provações que moldaram quem sou hoje. Para lidar com esses obstáculos sem me deixar sucumbir, frequentemente recorri a estratégias inconscientes, como "comer" minhas emoções. Em certo sentido, destruí o templo da minha alma, acumulando cicatrizes emocionais.

O problema de ser uma pessoa considerada forte é que, muitas vezes, a solidão se torna uma companheira silenciosa. Não por falta de pessoas ao nosso redor, mas porque nossa força nos faz assumir um papel de responsabilidade, nos impedindo de abraçar a vulnerabilidade. Talvez seja por isso que superei tantas batalhas internas, mas, ao mesmo tempo, acumulei emoções que agora necessitam de libertação.

Uma etapa essencial desse processo foi buscar todas as pessoas que magoei e pedir perdão genuinamente. Para aquelas com quem não desejo mais contato, escrevi cartas e, em um ato simbólico, as queimei. Essa prática tem um poder transformador: permite que você extraia do subconsciente a dor reprimida, expresse-a com clareza, sinta-a e, enfim, a transforme em cinzas. Para pessoas importantes, escolhi enviar as cartas ou me desculpar pessoalmente. Elas mereciam ouvir de mim que reconheço meus erros e lamento profundamente tê-las ferido.

Contudo, o perdão não é apenas para os outros; ele é, sobretudo, um presente que oferecemos a nós mesmos. Muitas vezes, precisamos nos perdoar por permitir que alguém nos machucasse, por aceitar menos do que merecíamos ou por ignorar os limites que deveríamos ter imposto. Escrever e queimar cartas pode parecer um gesto simples, mas é um ato de coragem e autocompaixão.

Recentemente, percebi que esse trabalho interno intenso me levou a um estado de paz que nunca imaginei alcançar. É como se, ao liberar o rancor, eu tivesse aberto espaço para um amor-próprio mais puro e autêntico.

Convido você a refletir: e se as correntes que a prendem estivessem trancadas por um cadeado cuja chave já está em suas mãos? Essa chave é o perdão. Ao abrir o cadeado e retirar as correntes, você se liberta — não apenas do peso das mágoas alheias, mas também das que carrega dentro de si.

Esse processo não é linear nem imediato. Ele exige paciência, autoconhecimento e disposição para olhar para si mesma com honestidade. Comece pequeno: escolha uma pessoa ou situação por vez. Escreva sobre suas emoções, leia em voz alta, chore se necessário. Depois, liberte-se.

Olhe para cada pessoa e experiência com gratidão, reconhecendo que todas tiveram um propósito na sua jornada. Não se trata de esquecer ou justificar o que aconteceu, mas de permitir que sua alma siga em frente, livre e inteira.

Acredite, a sensação de libertação é indescritível. Ela não apenas ressignifica sua história, mas inaugura a melhor fase da sua vida.

Inserida por dianeleite

⁠A Arte de Se Reconstruir
Por Diane Leite

A vida é como um grande jogo, com regras que muitas vezes parecem injustas e caminhos repletos de armadilhas. Contudo, independentemente de onde começamos, sempre temos a chance de mudar o roteiro, reescrever nossa história e nos reconstruir. Essa foi a lição mais poderosa que aprendi em minha jornada.

Nasci em um ambiente onde os sonhos pareciam um luxo inalcançável, onde a realidade era dura e limitadora. Mas, desde criança, percebia que havia algo além, algo maior. Sempre acreditei que, se outros conseguiam, eu também poderia. Assim, comecei minha busca. Não por atalhos, mas por passos consistentes e conscientes.

O primeiro passo: a observação
Sempre observei as pessoas que chegaram onde eu queria estar. Perguntava-me: "O que elas têm em comum? Como alcançaram isso?" Cada entrevista, cada história inspiradora era um manual para mim. Anotava padrões e traçava meu plano. Porque, no fim das contas, o sucesso não é apenas talento nato; é constância, resiliência e a capacidade de aprender com as quedas.

O segundo passo: a paciência
O progresso não acontece em um dia, nem em meses. É a soma de pequenos gestos diários, repetidos com fé e determinação. Quando adolescente, lembro-me de caminhar por horas com um cabo de vassoura nas costas para treinar minha postura. Parecia insignificante, mas refletia algo maior: meu compromisso comigo mesma. O que é pequeno hoje, com o tempo, se torna grandioso.

A dor como convite à transformação
A vida, no entanto, não é linear. Perder meu irmão foi como perder o chão. Engordei 35 quilos, afastei-me de mim mesma e do meu propósito. Durante meses, chorei cada lágrima possível. Mas a dor, por mais cruel que seja, também é uma oportunidade de renascimento. Peguei uma foto antiga, de biquíni, e a transformei em minha motivação. Não era sobre voltar ao que fui, mas me tornar algo melhor. Dois anos depois, não apenas perdi o peso. Ganhei força, resiliência e um amor-próprio que nunca imaginei.

A mente como aliada
A psicologia nos ensina que a mente é capaz de feitos extraordinários quando acreditamos em nosso potencial. Reconstruir-se não é negar o passado, mas aprender com ele. Não é sobre idade, tempo perdido ou erros cometidos. É sobre olhar para si mesmo e dizer: "Eu ainda posso mais." Sempre podemos mais. A questão é: o que estamos dispostos a fazer para chegar onde queremos?

A evolução é eterna
A reconstrução não tem prazo de validade. Seja aos 12, 30 ou 60 anos, o processo é sempre possível. Requer coragem para enfrentar nossas sombras, humildade para aprender e paciência para florescer. Mas, ao final, cada esforço vale a pena.

Hoje, ao olhar no espelho, vejo mais do que um corpo transformado. Vejo uma mulher que, a cada queda, decidiu se levantar mais forte. Uma mulher que aprendeu que, mesmo em meio à crueldade do mundo, há uma força interior capaz de iluminar os dias mais sombrios.

Se há algo que quero deixar para você é esta mensagem: nunca é tarde para começar de novo. Não importa onde você está, mas sim a direção que escolhe seguir. A vida pode ser um jogo, mas as regras podem ser escritas por você. Escolha jogar com coragem, e o universo será seu aliado.

Inserida por dianeleite

⁠O Despertar da Consciência: Uma Jornada de Coragem e Fé

Ter um despertar espiritual ou uma expansão de consciência é tudo, menos fácil. É um processo profundamente transformador, mas doloroso. De repente, aquilo que parecia estar no lugar certo desmorona, revelando que muitas das escolhas e caminhos não estavam alinhados com a sua essência. Você percebe que estava vivendo a vida de outra pessoa, não a sua. É nesse momento que o verdadeiro desafio começa: o de abrir mão, desapegar e confiar no invisível.

É preciso coragem para abandonar o conhecido e dar um salto de fé. Você precisa acreditar em algo maior, mesmo sem ter nenhuma perspectiva concreta. A fé é o fio condutor. E, quando você escolhe confiar, o universo começa a conspirar. O que antes parecia impossível de visualizar começa a se manifestar, como peças de um quebra-cabeça que se encaixam uma a uma.

Mas o caminho não é fácil. Desapegar é uma das tarefas mais difíceis para o ser humano. Requer aceitar o vazio temporário, renunciar ao controle e acreditar que algo maior está por vir. É um processo em que você é chamado de louco, em que dúvidas surgem, mas milagres acontecem. Cada intuição, cada sonho ou mensagem da espiritualidade é cumprido, mas também exige que você cumpra a sua parte: confiar, agir e persistir.

Quando você vive a vida de outra pessoa, seja por expectativas externas ou por convenções sociais, você pode ter tudo, mas nunca será realmente feliz. A felicidade está em ser livre, em amar e ser amado, mas de forma genuína, sem controle ou imposição. Liberdade não é ausência de compromisso, mas a escolha de ser fiel ao que realmente importa para você: seus sentimentos, seus valores, sua família e seu propósito.

O controle é uma ilusão. No fim, todos fazem o que querem, principalmente aqueles que ainda estão presos a padrões antigos. A diferença é que, ao despertar, você deixa de buscar controle sobre os outros e passa a se alinhar com a sua verdade. Você entende que liberdade é um ato de amor, para si e para quem está ao seu redor.

Esse processo é difícil, mas vale a pena. Os milagres são reais, mas exigem coragem. Você sempre soube do seu potencial, dos seus dons e da razão pela qual veio ao mundo. E quando finalmente decide viver para si, alinhada ao seu propósito, o universo não apenas te apoia, mas te mostra que a felicidade não está no externo, mas na sua autenticidade e conexão com algo maior.

No fim, você percebe que a verdadeira liberdade é viver de acordo com a sua essência.

Inserida por dianeleite

⁠Perdão: A Liberdade Que Só Você Pode Dar a Si Mesmo
Autoria: Diane Leite

Perdoar é um ato de coragem. Não para os outros, mas para si mesmo. É libertar o peso que você carrega dentro de você, aquele que corrói por dentro, silencioso. Mas o que significa perdoar? Perdoar não é sobre o outro. É sobre como você escolhe reagir à dor. É abrir mão da prisão que você criou ao redor do que aconteceu.

E pedir perdão?
Pedir perdão é um ato de humildade rara. Não é sobre implorar para voltar, nem sobre apagar o passado. É sobre dizer: "Eu sinto muito." Sinto muito por não ter sido melhor naquele momento, por não ter compreendido, por ter julgado. Mas é também entender que o passado não pode ser mudado, apenas aceito.

Quantas vezes esperamos o perdão de alguém que nunca virá? E quantas vezes somos nós quem deveríamos ter pedido perdão? É fácil cobrar dos outros, mas difícil olhar no espelho e reconhecer nossas falhas. Quando foi a última vez que você disse: "Eu errei"?

E quanto ao perdão a si mesmo?
Ah, esse é o mais difícil de todos. Porque aí não há para onde fugir. Não há outra pessoa para culpar. É você e sua consciência, lidando com o que poderia ter sido diferente. Mas já foi. Já passou. E tudo o que resta é o hoje.

Se você carrega arrependimentos, lembre-se: você fez o melhor que podia com o que tinha. Com as ferramentas, a consciência e as limitações que existiam naquele momento.

"Só machuca quem está machucado."
Isso não é desculpa para o que as pessoas fazem. Mas é um lembrete de que a dor que elas causam muitas vezes vem de uma dor ainda maior dentro delas. E quando você entende isso, algo mágico acontece. Você para de carregar a dor como algo pessoal. Não é sobre o que fizeram com você, mas sobre como você reage ao que fizeram.

Imagine uma luz e coloque sua mão à frente dela. Observe como a pequena sombra de sua mão pode parecer um monstro na parede. Mas quando você olha para sua mão de verdade, ela é apenas isso: pequena, humana, imperfeita. Assim são as pessoas que te machucam. Assim é a sua dor.

Não podemos mudar o que o outro faz, mas podemos mudar como reagimos.
Se alguém te feriu, você tem 24 horas para sentir. Para chorar, gritar, dissolver. Passadas essas 24 horas, o peso que você carrega não pertence mais a essa pessoa. Ele pertence a você. E o que você foca, cresce.

Escolha a luz. Escolha o silêncio. Escolha a reciprocidade com sua essência, não com a atitude do outro. Não é fraqueza; é força. É liberdade.

Sobre expectativas:
O erro mais comum que cometemos é esperar que os outros sejam como nós. Que sintam como nós, que amem como nós. Mas as pessoas dão o que têm. E se não têm o que você precisa, nunca poderão te dar. Isso não as torna ruins. Apenas incompatíveis.

E o amor?
Não existe amor forçado, nem obrigação de ser amado. As almas precisam dançar juntas. Se isso não acontece, está tudo bem. O universo é vasto, e há milhões de almas por aí prontas para dançar com a sua.

A vida é curta demais para perder tempo em lugares que não nutrem sua alma. Plante sementes hoje, não apenas para você, mas para o todo. Plante tamareiras, mesmo que você nunca veja seus frutos. A verdadeira grandeza está em deixar um legado.

A combinação perfeita:
Seja 50% alma e 50% humano. Integre luz e sombra. Use sua dualidade para criar, para crescer, para amar. Não é sobre ser perfeito. É sobre ser inteiro.

Então, eu te pergunto: o que você está plantando hoje?

Inserida por dianeleite

⁠Gratidão e Luz
Por Diane Leite

Em cada passo, há um traço de fé,
Um eco do passado que nunca se desfaz.
Das sombras que um dia pareciam tão grandes,
Hoje são memórias que deixei para trás.

Do jornalismo às redes, da mãe à mulher,
De quem cria, cuida e também floresce.
Nunca deixei meu dom se apagar,
Pois quem sabe o que planta, sempre agradece.

Os monstros eram sombras, nunca reais,
Descobri a força que em mim sempre morou.
Não nasci para o silêncio, mas para expandir,
Meu intelecto é a luz que Deus me entregou.

Cada projeto é um sonho que ganha asas,
Cada batalha, uma lição para crescer.
Ser grande não é o que os outros enxergam,
Mas o quanto escolho de mim reconhecer.

Divina justiça, clara e fiel,
O amor que plantei, sei que virá.
Pois a unidade somos todos nós,
E na luz do outro, minha alma brilhará.

Gratidão à vida, ao dom, à jornada,
Ao lixeiro, ao vendedor, ao comunicador.
Pois cada um tem seu brilho e seu papel,
E juntos criamos um mundo de amor.

Que as críticas não pesem mais que os louvores,
E os elogios não me façam perder o chão.
Quem conhece o próprio caminho,
Sabe que as respostas estão no coração.

Sou Diane Leite, centelha divina,
Caio e levanto, mas nunca desisto.
O universo me dá o que é justo,
E no amor que cultivo, persisto.

Assim caminho com fé e certeza,
De que tudo que é belo me pertence, enfim.
Só quero o que nutre minha alma,
E faz do meu espírito um jardim.

Inserida por dianeleite


Como é bom renascer.
Por Diane Leite

Olhar para dentro é um ato revolucionário. Vivemos em um mundo onde todos valorizam o externo: a arte, o contexto, a estética, e criam universos perfeitos, especialmente nas redes sociais. Mas será que isso reflete quem realmente somos? Será que conseguimos enxergar a nossa essência, o nosso verdadeiro Eu Superior?

A verdade é que todos criam "personas". Somos grandes personagens no Instagram, na mídia, nas interações diárias. Mas eu me pergunto: quem somos, de fato? Quem sou eu, por dentro?

Eu sempre trabalhei com comunicação, sempre valorizei opiniões externas. Mas hoje, vejo tudo isso de forma diferente: como arte. Minha arte. A forma como escolho ver o mundo. Essa mudança me trouxe liberdade, e muitos se surpreenderão quando me virem em março na TV. Descobrirão que o que julgavam ser apenas filtros vai além: são escolhas conscientes.

Sim, eu uso filtros – mas meus filtros não estão só na tela. São também preenchimentos estratégicos, botox, e tudo que me ajuda a me sentir exatamente como eu quero ser. Não é sobre esconder, mas sobre me criar. Meu externo reflete minha felicidade interna. É sobre ser fiel a mim mesma, sobre a alegria de ser eu.

E sabe o que mais? Não importa o que digam. A opinião alheia não define quem sou. A verdadeira liberdade vem quando você se escolhe, quando você cria a vida dos seus sonhos.

Pare de tentar agradar a todos. Use filtros, ou não use. Faça o que faz sentido para você. Mas nunca mude para agradar os outros. Se for mudar, que seja por você, porque acredita no seu potencial e quer crescer.

A vida é sua. A alma é sua. A luz e a sombra que você carrega são suas ferramentas para evoluir. Então, integre-as com sabedoria. A jornada é individual, e ninguém pode salvar você. Nem você pode salvar os outros – nem seu filho, nem seu vizinho, muito menos as pessoas do Instagram.

Enquanto alguns perdem tempo julgando, eu escolho experienciar quem sou. Sou letras, sou sol, sou chuva, às vezes tempestade. Mas, acima de tudo, sou verdadeira. Todos os dias olho para dentro e busco ser ainda mais eu, em essência.

Eu confio no Divino, no Universo, na espiritualidade. Essa confiança é a minha força. E nunca ninguém poderá tirá-la de mim.

Por isso, encontre-se. Descubra quem você é em essência. Seja corajoso. Crie a vida dos seus sonhos. Garanto: será incrível.

Inserida por dianeleite

⁠O Céu de Cada Um
Por Diane Leite

Entre as sombras do passado, me refiz,
Na luz do despertar, encontrei a raiz.
Deixei para trás o que não me cabia,
E abracei o presente com alma e alegria.

Os ruídos do mundo já não me chamam,
Prefiro a calma que as estrelas derramam.
Na simplicidade do agora, estou inteira,
Sou flor que floresce na paz verdadeira.

Se estou com alguém, sou entrega e conexão,
Dou meu amor com leveza e intenção.
Se estou só, há plenitude no momento,
Pois o futuro não pesa no meu pensamento.

Cada energia dança em seu próprio ritmo,
Nem todas vibram no mesmo equilíbrio.
E está tudo bem, o universo é vastidão,
Cada um cria o céu dentro do coração.

Meus desabafos não ferem, são sementes,
Que tocam a alma e fazem as mentes
Refletirem sobre a sombra e o espelho,
E acenderem a luz no caminho estreito.

Sou uma centelha de tudo que é divino,
Caminho na terra com amor cristalino.
Respeito os ciclos, as pausas, o fluir,
E ao universo entrego o meu existir.

Que o mundo ressoe na paz que convém,
A verdade é simples: está tudo bem.
Eu sou amor, sou luz, sou inspiração,
E na dança da vida, sigo meu coração.

Inserida por dianeleite

⁠O Amor Que Nos Torna Livres
Por Diane Leite

Houve um tempo em que eu acreditava que os vilões da minha história tinham rostos, nomes e intenções sombrias. Que as dores que senti foram causadas por terceiros, que o mundo era injusto e que eu era apenas uma vítima dos acontecimentos. Mas então, a vida me deu um presente raro: a Noite Escura da Alma.

Diferente do que muitos pensam, essa fase não tem a ver com enxergar o que os outros fizeram comigo. Isso eu sempre soube. A verdadeira dor veio ao perceber como eu respondi a isso, como eu permiti, como eu mesma fui o lobo mau em tantas histórias—inclusive na minha própria.

A Noite Escura da Alma não é um castigo, mas um portal. Um espelho que mostra, sem filtros, quem fomos e quem escolhemos ser diante das experiências que a vida nos trouxe. É um processo doloroso, porque nele somos obrigados a nos ver além das desculpas, além da narrativa confortável que nos permite apontar dedos.

É fácil perdoar os outros. Difícil é perdoar a si mesma.

O Ego e o Ilusionismo da Mente

A psicologia nos ensina que o ego cria uma identidade baseada naquilo que ele acredita ser necessário para sobreviver. Muitas vezes, essa identidade vem carregada de mecanismos de defesa: projeção, negação, vitimização. Tudo para nos proteger da verdade mais libertadora (e mais difícil de aceitar): ninguém nos fez nada sem o nosso consentimento energético.

A grande virada de chave acontece quando entendemos que não importa o que os outros façam, mas sim o que nós fazemos com isso. Como escolhemos reagir? Qual padrão estamos reforçando? Estamos nutrindo dor, ressentimento e escassez ou estamos ressignificando, aprendendo e transcendendo?

A resposta sempre esteve dentro de nós. O problema é que, muitas vezes, não queremos olhar para ela.

A Travessia Pelo Deserto da Alma

Após a Noite Escura, vem um outro fenômeno: o Deserto da Alma. É o momento em que tudo que antes fazia sentido perde a cor. O mundo parece uma ilusão, as motivações antigas já não sustentam nossa nova consciência. É um renascimento. Mas antes de renascer, precisamos morrer para o que fomos.

O que antes nos fazia correr atrás agora nos faz rir. O que antes nos consumia de ansiedade agora nos traz paz. O que antes parecia injustiça agora se mostra como uma lição cuidadosamente orquestrada pelo universo.

E então, chega o amor.

Não o amor romântico, condicional, que precisa de validação e reconhecimento. Mas o amor universal, o amor divino, o amor que vê todos como partes do todo.

Eu olho para mim e me amo. Eu olho para o outro e o amo. Eu olho para a vida e vejo Deus em cada detalhe.

A Psicologia do Amor Incondicional

A psicologia já nos ensina que o amor é um estado de consciência. Mas poucos conseguem experimentar esse estado em sua forma mais pura porque estão presos em feridas antigas, ciclos repetitivos e crenças que limitam sua capacidade de expandir.

Carl Jung dizia: “Até você se tornar consciente, o inconsciente dirigirá sua vida e você o chamará de destino.”

Ou seja, enquanto estivermos presos na ilusão de que a culpa está fora, continuaremos repetindo os mesmos padrões e chamando isso de azar, karma ou destino.

Mas quando despertamos para a verdade de que somos os autores da nossa própria história, algo mágico acontece. O perdão deixa de ser sobre o outro e passa a ser sobre nós mesmos. E então, finalmente, nos tornamos livres.

O Amor Que Nos Torna Deus em Expressão

Quando entendemos que o verdadeiro inimigo nunca foi o outro, mas nossa própria mente, transcendemos. Quando percebemos que somos criadores da nossa realidade, escolhemos manifestar o melhor. Quando aceitamos que todos somos um, que o todo é amor e que o amor é Deus, então experimentamos a plenitude.

E nesse momento, algo acontece: o universo responde.

Começamos a receber sinais, sincronias, milagres. O tempo se dobra ao nosso favor. As pessoas certas aparecem. As portas se abrem. O dinheiro chega sem esforço. A intuição se torna nossa melhor guia. E finalmente, entendemos que nunca estivemos sozinhos.

O amor sempre esteve lá.

Hoje é o Dia do Amor. Mas não só o amor romântico. É o dia do amor do todo. O amor de todas as dimensões. O amor de todos os tempos. O amor que nos torna livres.

Que possamos nos lembrar disso, todos os dias.

Está feito. Está feito. Está feito.

Gratidão, Universo.

Inserida por dianeleite


"Carta de um tempo novo – para você, que está acordando"

Você não precisa correr.
Nem provar.
Nem convencer ninguém da sua verdade.

Você chegou até aqui com tudo o que viveu.
Com as escolhas que fizeram sentido na época.
Com os erros que te ensinaram mais do que qualquer manual.

Talvez você sinta que existe algo diferente no ar.
Uma vontade silenciosa de mudar — não para ser outra pessoa,
mas para se lembrar de quem você é quando ninguém está olhando.

Essa carta não vem te acordar.
Ela vem apenas te lembrar de que, se você já está sentindo, é porque já começou.

Você pode chamar isso de despertar, de amadurecimento, de autoconhecimento.
Ou pode nem dar nome. Está tudo certo.

O que importa é que, lá no fundo, você sabe que sua vida pede mais presença.
Mais verdade.
Mais conexão com aquilo que te move — e não com o que esperam de você.

E não, você não está atrasado.
Você está no seu tempo.
O seu caminho não precisa parecer com o de ninguém.
Não existe uma régua para medir consciência,
nem uma cartilha para viver com propósito.

Se, às vezes, você sente vontade de chorar do nada,
ou tem a sensação de que algo precisa mudar mas não sabe o quê…
respira.
Esse é o começo.
Esse é o seu corpo e a sua mente sinalizando que estão prontos para escutar você.

A neurociência já provou: o que você pensa, sente e acredita transforma o seu cérebro.
A psicologia sabe: aquilo que você silencia volta em forma de sintomas.
A psicanálise diz: nada é por acaso.
Mas o mais importante é o que você sente.
A sua bússola interna.

E sim, existem partes suas que foram esquecidas.
Partes alegres, livres, apaixonadas.
Mas elas não morreram.
Elas estão aí, esperando um sinal seu.
Elas não precisam voltar com força.
Basta que você as convide para sentar ao seu lado de novo.

Você não precisa ser forte o tempo todo.
Você não precisa ser espiritual se isso te parece distante.
Você só precisa ser você, com mais compaixão.

Permita-se viver com mais inteireza.
Pequenos gestos — um silêncio consciente, uma respiração mais funda,
um “não” dito com amor — já mudam tudo.

E se em algum momento sentir que está sozinho,
lembre que tem muita gente nesse mesmo lugar:
silenciosamente se reencontrando.
Sem alarde. Sem palco.
Mas com coragem.

A história é sua.
O tempo é agora.
O palco é a Terra.
Mas a plateia… é a sua consciência.

E ela está pronta para te aplaudir de pé.

Inserida por dianeleite


Hoje é um sábado qualquer. Ou não.

Talvez, para quem passa os olhos por essas palavras, seja só mais um sábado entre tantos.
Mas para mim, é o sábado em que eu reconheci — de forma lúcida, amorosa e irrevogável — o meu valor.

Entendi o meu tamanho. Entendi a minha mente. Entendi a mulher que habita em mim — inteira, complexa, vibrante.

Fui ensinada, como tantas de nós, a caber. A suavizar. A calar.
Mas hoje, com a alma limpa e o coração desperto, eu não aceito mais diminuir o que é grande por natureza.

Por muito tempo fui a melhor da sala, da turma, do curso.
E ainda assim permiti, por insegurança emocional ou por tentativas de pertencimento, que outros editassem minhas regras internas.
Hoje, essas regras são minhas novamente. E me pertencem com doçura e firmeza.

Não estou falando de beleza estética — isso o tempo leva.
Estou falando do que fica: da mente construída com livros, da psique forjada entre estudos e experiências, da emoção que pulsa com consistência e entrega.
Meu valor está no que vibra quando eu entro em um lugar. Está na minha consciência afetiva, na minha capacidade de sentir e de pensar ao mesmo tempo.

Porque sou o tipo de mulher que não finge não ver.
Sou o tipo de mulher que sente. Que pressente. Que interpreta o silêncio, o subtexto, os olhares que dizem o que a boca não teve coragem.
Que entende o comportamento afetivo de quem valida com gestos ou afasta com ausências.
E mais do que isso — sou o tipo de mulher que, mesmo quando ama, escolhe a si mesma.

A minha paixão é pelo que me expande.
A minha conexão é com o que vibra na mesma frequência: sensorial, intelectual, emocional.
A minha alma não cabe em caixinhas, nem aceita lugares em que precise se diminuir para ser aceita.

E é por isso que digo a você, mulher:
Se olhe. Se perceba. Se escute.
Entenda que ninguém é obrigado a te amar.
Mas você é, sim, responsável por se amar todos os dias.
Ninguém é obrigado a gostar do que você faz.
Mas você é, sim, responsável por reconhecer o poder do que faz nascer de você.

Escolha estar onde você é bem-vinda.
Escolha ficar onde há afeto verdadeiro, validação mútua, presença sincera.
E se precisar ir — vá com ternura, mas vá inteira.

Porque o mundo só muda quando nós, mulheres, paramos de nos moldar a ele…
E passamos a moldá-lo com o que somos.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠Um sonho erguido com a arquitetura da essência

Desde menina, aprendi que o silêncio educa, que os livros ensinam mais do que os aplausos, que a introspecção é um território fértil onde germinam as ideias que um dia mudarão o mundo. Enquanto outros buscavam o ruído das multidões, eu encontrava abrigo entre páginas e pensamentos. Não eram apenas sonhos — eram chamados, vocações que se impuseram antes mesmo que eu soubesse nomeá-los.

Hoje, mulher, mãe atípica, pesquisadora incansável, comunicadora que honra a palavra como um instrumento de transformação social, reconheço: nada foi por acaso. Cada degrau exigiu mais do que esforço — exigiu entrega, renúncia, silêncio estratégico e uma fidelidade inegociável à minha essência.

Na última sexta-feira, estive na Gazeta do Povo. Não como um ponto de chegada, mas como uma confirmação inequívoca de que, quando se honra a própria verdade, o universo responde — com encontros, convites, oportunidades e reconhecimento.

Minha gratidão ao Gui Oliveira, que não apenas me convidou, mas também acolheu minha trajetória e me permitiu falar, com seriedade e profundidade, sobre um tema que transcende a retórica: o desenvolvimento humano, a potência da infância, a urgência de compreendermos que moldar futuros não é teoria — é compromisso, é responsabilidade, é amor em estado de ação.

Este é apenas o começo. Em breve, anos de pesquisa ganharão forma em dois livros — um legado que coloca à disposição de mães, terapeutas e educadores, ferramentas concretas para a grande janela de ouro da neuroplasticidade, entre os 3 e os 6 anos, quando o cérebro da criança está mais aberto ao florescimento de competências fundamentais para a autonomia e a qualidade de vida.

Não se trata de ser vista. Trata-se de ser. Não se trata de discursar. Trata-se de fazer, com ética, com rigor, com amor.

Enquanto eu respirar, seguirei construindo, persistindo, acreditando. Porque há jornadas que não se definem pela linha de chegada, mas pela decisão inabalável de nunca parar de caminhar.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠A Autora da Minha Própria História”

Todos os dias, nós temos um compromisso com a vida: levantar e correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo nos dias em que o mundo parece mais pesado. Mesmo quando o silêncio é ensurdecedor e a estrada parece infinita.

Existe uma lei invisível, e eu sempre acreditei nela: quem persiste, colhe. Quem planta com intenção, um dia se vê rodeado de flores.

Eu sempre digo: seja grato pelo que você tem, porque o que é teu por direito já está nas suas mãos. E o que você ainda deseja? Ah… isso exige movimento. Exige coragem.

Eu nunca pedi opinião. Nunca perguntei: “O que você acha que eu devo fazer?” Eu sabia que se eu não fosse autora da minha história, alguém escreveria por mim. E eu não aceitei isso.

Eu fui a “do contra”. Aquela que ousou pensar diferente. Que ousou ser diferente. A que ouviu críticas de todos os lados – e continuou andando.

Sim, eu caí. Mas cada tombo foi meu. E cada vitória, também. Porque ser autora da própria vida é isso: assumir a autoria do caos e da glória.

Ajudei muita gente e fui ajudada também. Porque a vida é troca. A vida é jardim. Plante flores todos os dias. Uma a uma. Cuide. Ame. Persevere. Um dia, você olha ao redor e vê um campo inteiro florescendo.

Mas atenção: se você não plantar nada, colherá o quê? Um deserto. A vida é simples assim.

Por isso eu digo: tenha foco. Tenha meta. Tenha um “porquê” tão forte que ninguém consiga arrancar de você. Seja resiliente. Seja persistente. E, sobretudo, nunca, nunca desista.

Porque um dia, você vai perceber: tudo aquilo que parecia impossível era só a vida te preparando para florescer.

Autoria: Diane Leite

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⁠Um amor visceral – porque só amei uma vez
por Diane Leite

Eu só amei uma vez.
Mas foi amor com todas as letras,
com todas as vidas,
com todos os silêncios e todos os gritos contidos no peito.

Não foi um amor comum.
Foi um amor que rasgou camadas,
que me tirou o chão — e me ensinou a voar mesmo assim.
Foi o amor que atravessou portais,
que ouviu os sussurros da alma antes mesmo que os corpos se tocassem.

Amei como quem reconhece.
Como quem encontra o lar no olhar do outro.
Como quem diz: “eu sei quem você é”,
mesmo que o mundo insista em desmentir.

Esse amor não pediu licença,
não bateu na porta:
ele arrombou os portões do meu destino.
Fez do meu ventre templo,
e do meu silêncio, altar.

Amei com o corpo, com o coração, com a mente…
mas, sobretudo, com a alma.
E talvez por isso, nunca mais tenha amado assim.
Porque quando você ama com a alma,
o resto do mundo fica pequeno demais.

Não amei por carência.
Amei por conexão.
Não amei pela presença.
Amei pela essência.
Não amei para ser amada.
Amei porque era inevitável.

E o que é visceral nunca se perde.
Ele vive além da matéria,
além do tempo,
além de qualquer ausência.

Porque quando o amor é verdadeiro,
ele não termina.
Ele se transforma em força.
Em propósito.
Em poesia que pulsa — para sempre — dentro de mim.

Inserida por dianeleite