Perdi um Sorriso
Um amor...
Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar.
Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas da minha desabitada morada, dobradiças e fechaduras em ferrugem tiniram ao chão. Quem ousaria entrar neste coração em ruínas?
Coração adormecido despertou, viu entrar pelas portas e janelas o clarão de um luar sem reserva, estrelas de prata se davam em bandeja a outro céu. Era você, era o amor.
Hoje o coração arredio baila, vendo as ruínas levantadas, as veses chora sem consolo vendo o amor em ventania ensaiando suas asas para voar.
FIQUE! Mas por favor, só fique se ficar por inteiro.
UM AMOR QUE SOBRESSAI
No outono é ventania, levanta as folhas e desnuda o improvável, seu gemido é uma canção que faz bailar a emoção e sobressai.
No inverno é esperança da mais atrevida e ácida, meu pé de hortelã em concorrência cobre-se de puro ardor, vendo meus olhos prostrados na estrada esperando seu retorno sem sucesso. Meu lábios no frio rachados em dor, eleva-me a ilusão de viajar no peito seu e sobressai.
Na primavera a fragrância das flores desce com o amor deslizando no rio cego da noite, segue a risca a correnteza transborda de desejo o coração e sobressai.
No verão entre os pingos pesados da chuva o amor chora e ninguém ver, na noite de lua prateada sonha, debaixo do pisca pisca estelar que torce incansavelmente para que, num dia de praia e sol, ouriço e arraia, vencida a guerra em posse de medalha, o amor não mais sobressaía será coroado.
Era uma vez um ninho.
Você era um ninho abandonado, fôra deixado por motivos sombrios e lágrimas indigestas, mas vc tava lá, vc e o ninho eram obscuros.
Um dia andando na relva encantada te achei na vala, atrelado num arrebalde de aventureiros. Você era lindo como um índio, apesar das lições que sofria, era escura a sua pele queimada sem freios, e freios é coisa que você nunca teve.
Eu senti que teríamos muitas consequências, porém eu queria tratar e superar cada uma delas. Naqueles dias me agigantei estava forte e radiante. Parecia que éramos nossos salva vidas, na companhia, nas aventuras, nas conversas engraçadas e sobretudo no amor.
Então eu comecei a me sentir no seu ninho, mas era nosso somente nosso o ninho, e é ter sorte uma vez na vida se sentir assim, distante de olhares e de pensamentos, Eu não queria plateia e vc não queria testemunhas.
Fui superando as consequências, subjugando as diferenças sem me importar com efeitos, queria vc e vc queria a mim. Equilibrávamos muito bem o ninho, somente uma entrada, preso e escondido num galho entre a Rocha e o sol, alegrias e sonhos, o vento era uma diversão, mas você furou o ninho, expôs espinhos soltou as plumagens e caiu por baixo em queda livre rumo a lama, dizendo que estava indo a outro ninho, mas é um ninho de Cascavel .
..... Poetisa......#LeoniceSantos
Por que se debate oh nobre coração? Se por um fio escapaste nas alturas onde voaste, procurando aquela alegria q passou sem olhar tenro.
E por que ficar neste descontentamento? Nesta dúvida de ir ou ficar, por que não expõe aquele sorriso juntamente às estrelas em noite de escuridão?
Por que dúvidas, nestas águas frescas de arrebatação? Se quase morreste nas larvas fervente do vulcão, em borbulhas de (amor) Se feriu, fugindo escapaste na fumaça e sem rumo ou norte chegaste até aqui. 💘
Foi ilário só agora perceber que aquilo era um amor platônico crônico, uma ilusão em decomposição, um buraco negro sem estrelas em segredo.
E os relógios perguntavam uns aos outros: É um sonho? Eles não entendiam o tempo daquela loucura e no tilintar sem respostas esqueceram de marcar a hora da sua partida. Agora desorientados não conseguem apresentar este amor sem tempo.
E se o amanhã chegar, que eu me envergonhe desse amor choxo de hoje e possa amar com um amor mais solidificado.
Por trás de uma beleza frágil, existe a força de um sobrevivente. Castelo de cartas lido em ruinas, deixou na memória o extase vivo de uma paixão adormecida.
Há uma pergunta latente em colisão, como um campo magnético que não pára, e suas ondas percorrem espaços, porque meu coração era de aço e não veio forrado com veludo. Então seu amor, amor bala, veio e bateu machucou tudo. Havia um imã em cada um e não foi nós quem os criou; era de sempre de antes de alma. Só nos resta agora pedir as últimas peças ao seu Autor. Porque o jogo me alarma, verei se difere ao coração ser cessante ou vencedor.
Quando o tempo voltar e te apresentar a mim
Visitaremos o íntimo de cada um, a janela da alma é o labirinto olhar profundo e degustador, como a abelha se aprofunda na flor, sem descrever o que vejo e sinto. Sem julgamentos ou zum zum zum. Porque o amor junta o passado, presente e futuro e todos os frangalhos e os torna em UM.
Consideram-se elevados da nobreza forjá-se a dois no fogo.
Umas das partes se retira, dar um calote jamais reparado e arde em fuzuê quem habita o campo da razão.
Em quem se deu a glorificação?
Concede oh Deus a noite de um lago sereno e calmo
Uma brisa refrescante no soalho
Uma oração de gratidão ou mesmo um salmo
Que hora molhe outra não molhe a minha lã com seu orvalho
E muitas asas para os sonhos prolongados
Com fé aguardo as bênção todas que o Senhor tem outorgado.
Naquela noite molhada eu fiz um experimento
Peguei o que incomodava e perturbava meus pensamentos. Fiquei por um tempo ilhada na crença e na quimera. Calmaria nunca me veio, na cascata e no bombardeio, aonde eu ia eu era.
A noite trás sensações que o dia não oferece.
Que esta lhe traga um sono reparador de roturas, e um sonho carregado de respostas.
A noite escura que atravessamos, assombrada de gemidos no caminho, requer de nós um contraste de resistência, um revanche de Luz incandescente, num esguincho melodioso.
A simbiose perfeita.
O espelho da vida, reflete a tosca realidade dos dias aos olhos de um adulto agreste.
Em contrapartida, aos olhos cândido de uma criança, o espelho da vida reflete o portal lúdico que sacia. O pilar da existência.
Um luar cintilando por cima das cidades separadas, se move, para dar lugar ao sol de um novo dia, sob o controle de Quem retoca cada detalhe.
A noite cai e se faz vigília, na luz densa da espera procura-se um trovador, que afine um violão, que emita algum som ou desafine que seja, mas que venha e se apresente nesta ância a este ser.
Um que fale de amor, num verso ou numa moda, uma história antiga, pois o moderno adoeceu. Talvez uma cantiga ou uma prosa, desde que tenha sido alcançado, vivido, que foi lindo.
Que nos inspire a lutar e a acreditar que o amor não é fantasia, magia nem letras pra se comercializar. Um trovador que viveu e encorajado a passar a experiência do clássico ou do plebeu e na audácia de perpetuar possa acordar ou creditar corações ateus.
Eu queria ter só um pedacinho da força desse mar de hoje. O impulso que não desiste, na coragem que cativa a maresia da vida, alta, baixa e na calmaria.
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