Perder o Entusiasmo Provoca Rugas na Alma
Deixe-me com minhas pintas,
minhas manchas,
minhas rugas,
minhas dores,
demorei a vida inteira para adquiri-las,
são minhas!!
..
“Rugas são como os rios numa floresta: trazem beleza e tranqüilidade, mas também transtornos. Deixam marcas com lembranças indeléveis de sabedoria. São a comprovação que houve uma vida repleta de diferentes momentos”. (Luiza Gosuen)
MARCAS DO TEMPO
(RUGAS)
Márcio Souza
As rugas são as marcas do tempo, dos anos vividos, adquiridas nas lutas do dia a dia e que vão se acentuando, como prova inexorável da nossa existência.
Márcio Souza.
Mulher inteligente não perde tempo humilhando ninguém. Mulher inteligente não ganha rugas com preocupações desnecessárias. Mulher inteligente tira proveito das dores. Mulher inteligente acorda todos os dias se amando mais.
Algumas pessoas evitam sorrir por temerem as rugas.
Mal sabem elas que agindo assim, criam profundas rugas no coração.
"Durante toda a minha vida, tenho sido testado. Minha vontade foi testada, minha coragem foi testada, a minha força foi testada. Agora minha paciência e resistência estão sendo testadas. "
Um adeus talvez.
Enterrei meu amor,
No mais triste túmulo,
No mais triste sentimento,
Agora terei que me conformar,
Com este tormento.
Mas teria que ser assim,
Não aguentava mais esperar;
Quando pensava que consegui,
Era apenas ilusão,
Antes, dela partir,
De fugir,
De cuidar de coisas mais importantes,
Antes de ir.
Agora, é me curar,
Tentar viver,
De tudo me esquecer...
Tentar me recuperar.
Quer auto ajudar alguém, então, não promova a discórdia... Tolice é chamar um semelhante de tolo e se julgar um sábio.
Navegar.
Navegando, eu sempre estou,
Seja na Internet ou na vida,
Minha mente,
Sempre navegou.
Navego nos momentos tristes,
Alegres,
Estranhos,
Incompreendidos;
Navego nos momentos célebres.
Nesta vida, estou sempre a navegar,
A buscar o entendimento,
Compreender o mundo...
Talvez fugir do sofrimento.
que foi que o mendigo disse?
Estava triste, desmotivado. Sua mulher havia deixado de amá-lo.
Levantou da cama e vestiu-se naquela manhã de domingo.
Sem nada para fazer, saiu de casa e andou sem rumo.
Até aquele dia, nunca tinha reparado como era penoso viver sem amor.
Depois de andar durante horas, sentou-se à sombra de uma árvore frondosa no
banco de uma praça, de cabeça baixa.
Ao seu lado, sentou-se um homem que, pelo seu aspecto, pareceu-lhe um mendigo.
Quase se levantou para seguir o seu caminho, mas o sorriso do homem o reteve.
Aos poucos, se estabeleceu um diálogo e uma animada conversa que se estendeu por horas.
Finalmente, o marido se levantou do banco, deixando dinheiro na mão do mendigo.
Sua postura já estava diferente. Agora, com passo enérgico, voltou para casa,
tomou banho, fez a barba e se vestiu com todo cuidado.
Saiu sem dar explicações e sua mulher, que já não o amava, se mostrou levemente
curiosa com a sua nova atitude. Voltou à noite, bem tarde.
No dia seguinte, cumprimentou gentilmente sua mulher e foi trabalhar.
Na volta, vestiu um short, calçou tênis e fez uma longa caminhada noturna.
Dormiu com excelente disposição. O dia seguinte foi igual, talvez melhor.
Sua mulher, que não o amava, e seus filhos se surpreenderam.
Parecia ter perdido a tristeza.
Ganhara uma força e uma elegância que a família nunca antes tinha notado.
Continuou a ser gentil com a mulher, mas nunca mais lhe pediu desculpas ou
explicações, nem exigiu que fizesse amor com ele.
Passaram-se semanas.
A atitude do marido continuava firme e a disposição otimista instalou-se de vez.
A mulher sentia-se cada vez mais intrigada com a mudança miraculosa do marido
e teve mais simpatia por suas novas atitudes, sábias e moderadas.
Embora ela persistisse em não amá-lo, ele melhorava seu desempenho como
pessoa e como pai.
Agora, os amigos o procuravam.
Era evidente que tinha se transformado num homem sábio.
Quanto a mim, sou um sujeito profundamente curioso, talvez por ser escritor e
fui à mesma praça onde estivera o marido a fim de procurar o mendigo.
Pude reconhecê-lo imediatamente. Sem vacilar, sentei-me a seu lado.
Apresentei-me e perguntei o que ele tinha dito para o marido.
Sorrindo, o mendigo me respondeu: "Ah, lembro... Não dei grande conselho.
Disse-lhe apenas que, com minha experiência de mendigo, aprendi que nunca
se deve pedir dinheiro e, pelas mesmas razões, jamais se deve suplicar amor.
Essas são duas coisas que sempre nos negam quando as pedimos".
E sorrindo, acrescentou: "O dinheiro, a gente ganha; o amor se conquista".
O amor é de essência divina e todos vós, do primeiro ao último, tendes, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.
Me conquistar é complicado, me ter é destino, me amar é inevitável, me perder é um risco, me esquecer? Tenta que eu quero ver!
Perder-se é uma maneira de fazer novos caminhos e quebrar a rotina. Ninguém acha um atalho sem se perder antes
