Perder Alguém Especial
Senhor, eu não quero me perder em emoções
porque aprendi que te servir e te adorar
não é só ficar emocionado,
chorar e fazer declarações...
E depois, quando o momento passa,
fica vazio, frio, aéreo
e sem qualquer indício da tua graça...
Vejo por aí muita gente assim,
uns realmente fazem um teatro,
outros acreditam que o que sentem
é a adoração de fato.
Não sabem diferenciar os sentimentos,
a mera emoção,
do poder verdadeiro que emana do céu;
confundem até mesmo a unção.
Porque quando a glória real se manifesta,
as pessoas também choram de alegria,
elas vibram, gritam, mas não é mera euforia.
A glória do Senhor não dura só um momento,
ela flui, quebranta o coração, purifica,
até constrange e também traz alimento.
Não é aquilo que se vê por aí,
o que chamam adoração...
Eu sei que tua glória vai muito além,
quando há real sintonia entre o céu e o coração.
Quando o desejo de ser visto desaparece,
quando das pessoas ao redor a gente até esquece,
quando tudo que importa não é a apresentação,
mas a extrema necessidade de render-lhe adoração.
É a expressão de um coração grato,
é o despertar para a consciência
da grandeza do Senhor de fato.
Ali o exterior apenas reflete
o que está dentro do nosso ser.
A alma se derrama, o coração se inflama,
e queremos declarar com toda força
sua majestade e poder.
Sei que ainda vai além de tudo isso
que pude expressar.
É algo sobrenatural e sei que
só tu, Senhor, podes me ensinar.
Ter posicionamento político não significa perder o senso crítico nem aderir a toda polêmica criada nas redes. Convicção não é seguir boicote por impulso, nem transformar propaganda ou símbolo cultural em disputa ideológica forçada.
Quem joga pra não perder vai conseguir no máximo um empate.
Agora, aquele que joga pra ganhar cedo ou tarde vence o jogo!
Perder uma batalha não significa perder a guerra.
Jamais desanime diante de uma batalha perdida, ao contrário aprenda com ela e ganhe experiência para vencer a próxima e seguir em frente até vencer a guerra.
A intimidade genuína entre duas pessoas faz o homem perder a postura e entregar-se à sintonia do prazer até corromper-se aos desejos mais profanos da alma.
MANIFESTO
Eu não quero vencer a qualquer custo.
Quero não me perder.
Recuso a vida vivida por reflexo,
as escolhas adiadas,
o conforto de caber onde minha verdade não cabe.
Não acredito numa existência sem angústia —
ela é o preço da liberdade.
Se escolher dói, é porque escolher é real.
Não confundo fé com certeza,
nem amor com troca,
nem honestidade com ingenuidade.
Prefiro perder vantagens
a negociar minha consciência.
Não sigo a multidão só porque ela é barulhenta.
A maioria nunca foi prova de verdade.
Caminho sozinho quando for preciso,
porque estar acompanhado pela mentira
é a forma mais elegante de desespero.
Aceito que amadurecer é perder versões antigas de mim.
Não tento repetir o que fui.
Permaneço no que ainda sou capaz de sustentar.
Não uso pessoas como meios,
nem sentimentos como desculpa.
Amar, para mim, é decisão —
não espetáculo.
Se existir um inferno,
ele não está na dor,
mas em viver sem nunca ter sido quem se é.
Por isso escolho a responsabilidade de existir.
Escolho a verdade que custa.
Escolho a solidão honesta
em vez da paz comprada.
Não quero uma vida que pareça boa.
Quero uma vida verdadeira.
— Sariel Oliveira
Um amor puro!
eu quero falar oque sinto mais não consigo por medo de perder vc e
nossa amizade eu quero me entregar de alma a corpo mais meu coração está com medo e cm mto amor mais n consigo explicar ou falar pra vc qnd falo com vc parece q meu dia melhorou fico mais feliz em saber q está bem e que seu dia foi bom, meu dia fica bom qnd falo cm vc eu tenho q aprender mto mais não consigo esperar mais pra abraçar vc e encher de beijos
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Me diz como é perder tudo.
Me conta sobre as vozes que imperam no submundo,
sobre o silêncio que às vezes pesa mais que o próprio grito.
Me fala se és fogo ou faísca,
se és o gelo que congela a vida
ou o vento que alivia o verão.
Poderias ser o mormaço depois da chuva num dia bom,
poderias ser a calma,
mas me lanço na tua piscina
e percebo que ela é rasa demais
pra tudo que não se explica
e nem sempre ameniza.
Somos, às vezes, como um coração de mãe
tentando dar tudo —
mas também somos os ingratos do mundo.
Feito pássaros, sigo a voar,
mas quis por uma fênix no meu pensar.
Meus pensamentos voam como o vento,
sou como a erva que desfaz a paisagem
perante o firmamento.
Minhas palavras ecoam pela imensidão.
Joguei minha rede ao mar
e ainda não sei se fisguei uma verdade
ou mais uma contradição.
Que eu possa alcançar o horizonte que há em mim.
Que eu possa ser tua, sem me perder no caminho.
Que eu possa doar uma parte de mim aos corações que anseiam por carinho.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
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