Perdemos tanto Tempo
Covardia do tempo
Valeu ser feliz ao teu lado,
a sensação foi de pura magia acontecendo por todos estes oito minutos,
só agora percebo que tudo aquilo foi vivido em oito anos.
Fica comigo!
Os perdidos mundo afora se acharão no tempo devido,
Assim como as estrelas olham para a lua, ela olhou para os meus olhos e sem pedir licença, sem deixar rastros foi embora abalando as minhas defesas e deixando uma faísca inapagável no meu coração,
Na busca em meio as multidões procurei, no frenesi de viver aquilo que nem comecei eu senti falta e me emocionei,
Ao longe, o brilho raro de um vaga-lumes foi visto, um sorriso carente foi oferecido, no olhar um pedido, um único pedido,
Fica comigo!
Meu interior
Por um tempo eu quis te salvar,
Quantos questionamentos, sem respostas, quantas verdades ditas fora de hora,
O amanhecer visto acima das nuvens pela janela de um avião tem cores tão diferentes, são tons tão surreais é um mundo novo,
Acima de nós e das nossas certezas e razões a tanto a aprender, a tanto a enxergar de outros ângulos,
Se tudo que transborda em pensamentos pudesse virar realidade isso seria tão bom,
É noite, a vela está acesa, a janela está batendo suavemente, lá fora na varanda a cadeira de balanço ainda balança lentamente,
Em um breve momento de lucidez eu descobri que quem está precisando de socorro, de ajuda é o meu eu interior.
Somente nós
Eu a cadeira e o mar,
Eu o tempo e o destino,
Eu o que vi e o que será,
Eu o sol e a lua.
Seja louvado!
Por toda minha vida e o tempo todo estivestes comigo,
a tua presença foi vista nos livramentos,
foi reconhecida nas conquistas,
foi ouvida nas orações,
foi constantemente milagrosa nos meus dias,
São tantas bênçãos, que eu me envergonho por não ter palavras e sentimentos para corresponder a altura.
Seja louvado grandioso Deus!!!
"Chance de ouro"
No soprar do tempo, me apeguei ao raro,
Muitos "quases" e outros "cuidados", foram fundamentais para me definir hoje,
Fui viajante das saudades,
Fui imigrante do incerto,
Fui aventureiro nos abraços,
Curado do orgulho , me recusei a viver de ensaios,
Inflamado pela cura, me agarrei ao que era escondido e escasso e mesmo assim era livre,
O gigante notável não repousa, ele só permite valorizar aqueles que se entregam de corpo e alma.
Deus, em sua bondade, inclui a alegria em nossa jornada mas, ao mesmo tempo, não exclui as aflições. Afinal, como saberíamos que ele é pai de toda consolação?
A gente costuma romantizar o passado (principalmente a juventude), mas o tempo passa, as pessoas mudam e o que realmente fica são as memórias e o que aprendemos.
Tudo tem um tempo certo,
Não adianta s'avexar,
Pois tem gente do seu lado
Tentando te derrubar!
Torcendo por sua queda
Por ver sua luz brilhar!
Quem é luz não precisa provar nada, basta continuar brilhando, porque o tempo sempre revela quem é de verdade
Poema - Poesia digital
Tempo atual
Poesia digital
Sem Sedex
Apenas internet
Antes era carta
Agora, mensagem enviada
Mando na tela
Do celular dela
Vários textos
Digitados a dedo
Apenas mensagens
Sem imagem
Tudo que consigo fazer
E mando para você
É rimar o que penso
Quero, nesse momento,
Poder te amar
Não apenas ter inspiração para rimar.
Nesse mundo , só estamos de passagem . Viva , brinca e curta a vida pois não há tempo a se perde . Tudo pode mudar com apenas um sopro
Meu pequeno, você chegou há pouco tempo e já roubou o posto de homem da minha vida. Meu filho, saiba que sua mãe é completamente apaixonada por você e faria de tudo pela sua felicidade. Te amo incondicionalmente!
“Tempo, Meu Algoz Afetuoso”
No teu pulsar vou me balançar
Contigo caminhar por toda a vida
Se me soltar, já não serei
Perco o nome, perco a razão — tenha compaixão
Sou o som do teu instrumento
Um instante quase esquecido
Sou o sim e também o não
Nasci por ti já condenado
Amigo íntimo do fim
Carrego esse legado
Tempo, maestro da vida
Senhor do agora e do jamais
És o bem, também o mal
Menino velho, caduco
Para o fim, és só um pulo fatal
Deixa-me sentir o prazer de viver
Sem vigiar o meu fim
Nem cheguei a amar direito
Nem sei se alguém gosta de mim
Tempo, meu caro
Dá-me abrigo, dá-me um amparo
Ando cambaleando, desfalecendo
Ontem eu ainda era moço
Hoje já não corro — vou cedendo
Ah, Tempo… há tempos
Tempos que não voltam
Tempos que me roubaram
Tempos que acusam
Tempos que exortam
Tempos que acabaram
Monólogo do Caráter
Agora, neste exato momento, percebo que me perdi há muito tempo. Carrego o vazio que eu mesmo construí ao desistir de sustentar o progresso. Culpo-me por abandonar o que me fazia bem em nome do que parecia correto aos olhos de outros. Como retornar ao instante em que me anestesiei com a pílula da mesmice?
Será mesmo falta de tempo? Não. Falta-me foco, falta-me organização — coisas que nunca aprendi a cultivar. Devo continuar idealizando futuros belos ou despertar para transformar a realidade? A responsabilidade por não ter e por não ser recai apenas sobre mim.
Caminho sempre contra a multidão, mas quem garante que não são eles que avançam, apressados, na direção errada? Quem, afinal, está certo?
Não me reconheço como produto do meio; sou o meio que produz. Produzo, sobretudo, perguntas. Os animais sabem que são animais? Também eles existem moldados pelo ambiente. Reproduzir não é consciência — é apenas persistir. Eu não quero ser apenas mais um. Quero ser mais dois.
A ânsia de mudar o mundo sucumbe à minha própria inconstância. Sei que posso, sei que possuo os meios para ser o que é necessário, mas o medo do fracasso me visita diariamente. Cada vez que escolho a comodidade, recuso a humanidade. Inclino-me, esqueço-me, escondo-me.
Perdoa-me, mundo —
disse o caráter.
A Lente do Tempo
Dois olhares, um só foco,
Na moldura do que fomos e seremos.
A amizade é esse nó bem dado,
O cais seguro onde sempre batemos.
A distância é estrada, por vezes vil,
Mas a saudade é bússola, é norte.
Quem guarda o outro no peito, no pefil,
Faz do amor sua maior sorte.
Fica a esperança de um novo “clique”,
De um abraço que o tempo não consome.
Pois não há mar ou muro que se estique,
Que apague a luz de quem honra o nome.
O chapéu antigo,
é o mais bonito.
Clássico.
Daquele tempo.
De antigamente.
Daquela época.
Feminino, e masculino.
"Nas trilhas do tempo, o vento a sussurrar,
Segredos antigos nos convidam a sonhar.
Com gestos simples, o carinho a florescer,
E no ceder, encontramos o crescer.
O verdadeiro amor, único a brilhar,
Presente divino que nos faz encantar.
Lembre-se, o que te barra não é amor,
É apenas um desafio, um caminho de valor."
O tempo de agir é agora...
Não espere oportunidades, crie-as!
Seja sempre grato por aquilo que você tem e gentil com aqueles que te cercam.
O futuro é agora!
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