Perdas

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Vamos comemorar?


Entre perdas e recomeços,


O silêncio carrega a armadura do vilão, ou pode carregar o travesseiro da esperança,


Os domingos depois das dezoito horas, as vezes são guardiões do medo e por vezes são amigos do amor,


O perdão é macio, ele chega como uma noite calma, como uma brisa suave de verão, dá pra senti-lo fazendo efeito através de um olhar,


Não escolha ser uma escolha, se permita escolher aonde navegar sem ondas gigantes,


No final do arco-íris, eu vejo uma garrafa de vinho do bom, duas taças e uma bela pizza, é hora de comemorar.

Nas guerras só há perdas, não há ganhos! Perdem-se vidas e ganha-se morte! Ganha-se destruição e perde-se elevação!

Nem toda perda representa um fim; algumas perdas abrem espaço para uma nova maneira de existir.

Quando enfrentamos as tempestades da vida, mesmo com perdas e danos, pela fé conseguimos superar. Os tempos de bonança e calmaria nos elevam ao sublime prazer de atravessar pontes, caminhos, horizontes que nos despertam forças pra continuar, com otimismo, os limites que nos preparam e fortalecem pra nunca desistir ou parar em meio às adversidades!

​A vida se parece com o xadrez.


​Movemos as peças e aceitamos as perdas. Os peões vão primeiro — amigos e conhecidos. Depois tombam as torres e os bispos — parentes e afetos próximos. Seguimos em frente, protegendo a todo custo o rei e a rainha.
​Até que o inevitável acontece.
​Quando a rainha cai, o jogo continua denso, tomado por uma melancolia que força o olhar para trás. Não há mais margem para erro nem utilidade na intenção de voltar no tempo. Desprotegido, o rei fica exposto até o fim da partida — para que outra comece, com você assumindo o seu lugar no tabuleiro.


Bushido Jiu-Jitsu
OSS

“A gratidão nos eleva e nos redefine quando transformamos ganhos e perdas em aprendizado.” — Leonardo Azevedo.

“Entre ganhos e perdas, escolha aprender.”

Pés no chão, evita grandes tombos;
Um passo de cada vez, evita grandes perdas;
Molhar o pé, evita grandes frustrações;
Pé atrás, evita decepções;
Passo maior que a perna, causa arrependimentos;
Enfiar o pé na jaca, causa confusões;
Estar aos pés de alguém, causa desilusões;
Meter os pés pelas mãos, causa conflitos.

" Não lamente o que a noite levou. Algumas perdas são apenas espaços que a vida abre para novos significados. "

Não existem perdas quando o coração age de boa vontade.

Hoje, ao voltar os olhos e reconhecer o caminho percorrido, as batalhas vencidas, as perdas transmudadas, a jornada inteira resplandece de sentido. Cada conquista miúda ganha peso e brilho, mesmo aquilo que o mundo chama de ínfimo é, para mim, prova concreta de resistência, de trabalho e de um cultivo paciente do meu próprio ser.

Já vivi perdas que se tornaram livramentos.

Foi nas perdas que aprendi o real valor da presença, porque só a ausência revela quem realmente ficou por amor.

Deus me mostrou que o que parece perda é, muitas vezes, proteção. Perdas aparentes são cortinas que nos protegem do que não nos pertence, a fé revela o que era escudo.

Deus me fez entender que nem tudo que se perde é perda. Existem perdas que protegem a alma, o olhar de fé nos mostra o valor do que se foi.

Quando acabo de contar minhas perdas, sobra apenas silêncio.

A maturidade espiritual é a arte de sorrir para as perdas, de acenar para o que se foi sem rancor, e de entender que cada encerramento é, na verdade, uma limpeza de terreno para o que está por vir, e que a mão que se solta é a mesma que fica livre para segurar algo muito mais importante e duradouro. Apegue-se apenas à sua capacidade de amar e de se reerguer, pois são os únicos bens inalienáveis, e deixe que o universo leve o que precisa ir, o vazio deixado não é uma ausência, mas o espaço sagrado que a providência reservou para preencher com a sua próxima, e maior, bênção.

As perdas ensinam a geometria do meu próprio espaço. Depois de cada saída, sobra um contorno novo do que sou. Desenho com cuidado as margens que restaram do mapa. E percebo que a estrada que me falta é também caminho. Perder é reformar a casa onde ainda cabe silêncio e canto.

Minhas perdas me ensinaram a ler sinais mínimos: um olhar que demora, um silêncio que não retorna, o som do telefone que não toca. Aprendi a traduzir o vazio em mapa e a seguir por rotas menos frequentadas, onde ainda existem bancos vazios e gente que aceita sentar ao lado.

Nem toda fé é clara, serena ou luminosa. Algumas nascem no escuro, entre dúvidas, perdas e noites longas. Crer, nesses momentos, não é conforto. É quase o último fio que impede a alma de afundar.
E, por mais frágil que pareça, esse fio ainda me sustenta.