Perda de um Amor por Orgulho
Marlene não se iguala a mambembe.
Quando ousa sonhar
É cigana e não se deixa enganar
Quando dança se faz criança
Rodopiar
Nem os pés renovados e experientes
Contentes
Viram os passos dos anos chegar
Sua alegria ...contagia
Sua luta noite e dia
Sua história
Compre o livro - Valle dos sonhos ( Um passado real )
E saberá.
Soberana em sua trajetória
Faz da escória
Seu pulo do gato
E de fato
Reescreve páginas que a vida irá contar...
Dedicado a minha amiga
Marlene de Oliveira ( Autora do Livro - Valle dos sonhos)
“” Sereia mutilada pelo flamo Del mar
Gavita perfeita, iluminando
As ondas lastimais, incensos astrais
Alfas atraem pseudos pecadores, predadores.
Com suas redes não mais
Um ser entre seres no fundo do altar
Onde pétalas redimem o acaso
Multi formas, sereis cantar
Sereias nas areias
A casar acasalar
A casa lar com quem
Com o sol, poeta da luz
Que irradia guelras
Serei o fã de mutada contemplação
Numa ação de descoberta, coberta de paixão
Que sereias são reais... “”
“” A melhor parte de mim,
Cantava e dançava
Parecia louco e assobiava
Mas era a melhor parte de mim
E mesmo assim ainda habita
Em mim a esperança
Que a criança crescida que sou
Nunca morra, mas corra
Pelos becos da vida
Em busca de respostas
Atrevidas,
Que ousem confirmar
Que o belo é viver...””
“” Vai vento
E leva tudo que não há contento
Vem tempo
Mas vem devagar
Não tenha pressa em me ver passar...””
Ora pois
Agora é 322
E é festa do Tingui ao Barígui
Do Boqueirão ao Taboão
Curitiba está em festa
E merece nosso aplauso
Só o louco a detesta...
Bacacheri é bem ali
Felicidade é santa que nos invade
Depois do São Lourenço
Lá no Pilarzinho
Curitiba é um ninho
Onde mora o carinho
De um povo que é irmão
E não leve a mal
É preciso olhar a Cidade industrial
Que cresce como taquara
Bem ao lado do Tatuquara
Que também merece atenção
Mas sabemos que não falta
Ousadia e coração
Que seja aqui , ali ou acolá
A festa será boa e lá vamos estar...
Parabéns Curitiba 322 anos 29 de março
“” E se tudo fosse ousadia
Reprises de filmes vividos
Nada pode ser real
São coisas da vida
Não há retorno
Nossas garras já foram cortadas
Visões definharam
É preciso renascer
Somos águia a proteger a colina
Voos infinitos
Trazer sentido puro
Rápido reinar
Sem o beijo
Sempre lembrado
Desejado como o melhor
Trocar a ruína pela vivência nova
Quando naturalmente
Beijar as nuvens outra vez
Serei expectador à aplaudir seu vôo...””
