Perda de um Amor por Orgulho

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1543
"Tem um ditado, dito por Humanos, não por Deus que 'garante' que 'Quem não Morre não vê Deus'. Pois sim. Para alguns... Nem assim, acredito!"

1544
" 'Eu escrevi na fria areia um nome para amar / O mar chegou, tudo apagou / Palavras leva o mar'. Quem cria algo assim, pode descansar de criar por muito tempo (da composição 'Nossos Momentos', de Haroldo Barbosa e Luis Carlos Reis)!"

1561
"Se não fosse Deus não haveria Ateus. Aposto um punhado de siriguelas maduras!"

1564
"Não tenho em mãos um Medidor, mas percebo que são muito mais os que acreditam que Deus existe do que o número de Ateus. Alguém ou Alguns aí (Ateus ou Não) tem ou têm essa Estatística? Hein?"

1584
"Não fui eu... Foi Meu 'Alter Ego'. Ele decidiu desmontar um daqueles famosos radios portáteis só para ver como eram. Claro que não conseguiu montar de volta. Mas é claro! 'Alter Ego' serve para esse tipo de coisa!"

1587
"Tenho saudade incontrolável das cartas que, um dia, eu recebia das então Minhas Namoradas. Quero reviver aquela época... Vou pedir a todas que enviem novamente cartas perfumadas para Mim! As que eu conseguir localizar, as que não estiverem comprometidas, as que estiverem vivas e as que quiserem escrever, claro! Hum... Será que consigo alguma?

1593
"Sou um sujeito Medroso, admito! Mas, pelo que sei, vejo e sinto, sou Medroso Diferente. Não tenho Medo de Divindades nem do Diale. Não tenho Medo de Ateus, de Atoas nem de Fariseus! Meu Medo não é de Escuro nem de Claro ou de Mais ou Menos.

Um dos Medos que tenho é de Cara Feia. Morro de Medo de Cara Feia porque só gosto de Rostinho Bonito. Por isso!"

1618
"Há dias que acho que aqui é um Grande Seminario ou um Enorme Salão Paroquial, tantas são as Ladainhas, as "Certezas" sobre Deus e as Recomendações de como EU devo agir e viver. Daí a razão de alguns dos meus Textos. Poizé!"

1622
"Minhas Tias das Igrejas lançaram, aqui na Comunidade, a Campanha 'Doe um Quilo de Não Perecível e Nunca Mais Vamos Largar Você'. Não aderi, claro. Prefiro ajudar diretamente, sem essas Intermediarias!"

1630
"De todas as Namoradas que tive só desejei casar com todas. Cada uma em um momento, claro. Mas eu namorava e pronto... Queria casar. Fui e ainda sou Casamenteiro e 'Camisolão'! Sou... Não nego, não omito nem minto!"

1631
"Para Algumas, Casamento é igual a Rostinho Bonito: como não conseguiram um nem outro, então põem defeito, em ambos, e tentam diminuir ambos, até com chantagem religiosa: aquilo de que 'Rostinho Bonito (e Casamento) não Duram pra Sempre'. Ô Desfaçatez!"

Eu sou o sol e você é a lua, somos princípios da Mesma coisa, metades um do outro.
Não vamos mais permitir que essa realidade mantenha nossos corações em Seu fundo, vazio.

⁠Todo moralista no fundo é um canalha hipócrita.

⁠Tecendo História.
Em perfeita sinfonia
Um bando de araras anunciava,
Os prelúdios de grandes transformações.
O vento quente de verão
Beijava com esplendor,
As perfumadas folhas das aroeiras.
E em veneração
As miúdas flores vermelhas,
Caiam feito tapetes
Por cima da terra dourada,
Ah! Terra adorada de Salvador!
Já o mar!
Com suas águas espumantes,
Trazia um povo fugido
Da tropa de Napoleão.
Ao desembarcarem,
Ondas de satisfação os invadiram,
Uma vez que o sabor adocicado,
Derreteu toda salmoura
Que até então
Envolviam a alma.
Porém, a coroa portuguesa
Ainda iriam provar,
Do gosto amargo de muitas batalhas.
Contudo, D. João VI decretou
As aberturas dos portos
E a comercialização inglesa,
Foi permitida.
Dentro de poucos dias,
A corte se despediu
Da região baiana
E mergulhou, na cidade maravilhosa.
Pedras sobre pedras
O Brasil foi erguido,
Deixou de ser colônia
Para ser Reino Unido.
Neste período Joanino
Construíram palácios, teatros e escolas.
A fauna e a flora foram rebuscadas,
Em “Belas Artes”.
Rio de Janeiro, à então capital do Brasil,
Era a que mais desfrutava
De todas essas melhorias.
No entanto, as demais capitanias
Se viam injustiçadas,
Já que os impostos, só aumentavam
E os laços internacionais se estreitavam.
Entretanto, a população lutava
Para se libertarem,
Das correntes políticas e econômicas.
Revoluções explodiram no Brasil
E também, do outro lado do atlântico
E os estilhaços de insatisfação,
Se espalhou por toda direção.
Dessa forma, D. João não teve saída.
Voltou para Lisboa,
Largando no Rio de Janeiro,
Seu filho Pedro de Alcântara,
Como príncipe regente.
O jovem governante se encontrava
Em uma maré de dificuldades.
Uma vez que a elite de Portugal,
Desejava restabelecer
A aliança colonial.
Então, a realeza exigiu,
Que o D. Pedro também retornasse.
Apesar disso, o príncipe decidiu
Trilhar o caminho separatista.
Facções se formaram,
Mas o povo confrontava,
E não aceitavam os retrocessos.
logo, um clube de resistência se formou
E o senado brasileiro recebeu,
Uma carta com milhares de assinaturas
Que defendia a permanência,
De D. Pedro no Brasil.
E como se dançasse um “minueto”,
O príncipe bateu os pés
E com a voz imponente declarou
Que iria ficar!
A corte combatia
Os privilégios brasileiros.
Ainda assim, influenciadores incentivavam,
Que D. Pedro continuasse a marchar
Em busca de mais autonomia.
Em meio a tantas tempestades,
Um feixe de luz inundou
A mente da princesa Leopoldina.
Posto que, o príncipe viajava
Para resolver alguns conflitos.
O poder agora se achava
Nas mãos, da jovem princesa.
Com adrenalina correndo nas veias,
Leopoldina convocou
Uma sessão extraordinária
Conduzida, por José Bonifácio,
Visto que era considerado,
Braço direito de seu esposo.
Corajosa e determinada,
A imperatriz assinou o decreto,
que iria escancarar as portas,
Da tão almejada liberdade.
De imediato, os sinos tilintaram,
Espalhando a grande novidade.
Já no litoral paulista,
O príncipe havia sido avisado,
Da valentia de sua Leopoldina.
De pressa, D. Pedro de Alcântara
Levantou a espada
E a sua voz, cortou o horizonte
Ao proclamar a independência do Brasil.
Enquanto isso,
O sol irradiava esperança.
E o rio Ipiranga,
Transcorria tranquilamente.
Outrora, se reinventava,
Contornava todas as pedras,
Que surgia em seu percurso.
Portanto, a natureza revelava
As dificuldades que a pátria,
Ainda iria atravessar.

Um passo pequeno ainda é um passo.


— Jess.

Há um momento delicado em que esquecer o que se sente é a única forma de não esquecer o que se merece.


— Jess.

Apaixonar-se por si mesma é um caminho sem volta.


— Jess.

A magia de estar perdido é que até os sonhos mais loucos podem ser um caminho de reencontro.⁠

⁠Memórias de um Lugar
Voltei a um lugar cujo nome eu sabia,
Mas ele já não me reconhece.
Hoje eu diria apenas um oi
Antigamente,
Eu falava sem medir as palavras.
O quarto antes cheio de cor,
Hoje parece estar vazio.
Sinto falta dos meus sonhos,
Do jeito que eu acreditava neles.
Sinto saudade das luzes da cidade,
Dos vagalumes á noite.
Das ruas cheias de vozes
Que agora parecem estar caladas.
Voltar não foi reencontro,
Foi perceber que não sou mais o mesmo
Que ja não cabia.
Que algumas coisas não se perdem
Apenas deixam de esperar.

As pessoas mais bem acompanhadas, que conheci, inclusive, são solitárias. Viver é um ato solitário, rompido algumas vezes por encontros mágicos, que não possuem a natureza de serem eternos. Enquanto existem, aproveitem o máximo e se fortaleçam, para novas horas e novos anos, posteriores de solidão.