Perda de um Amor por Orgulho
O que eu sou vem um pouco da minha essência e o que o Exército me ensinou a ser. Não consigo ser diferente.
Um bom líder necessita de:
Autoconfiança, para lidar com as adversidades dos desafios diários.
Determinação, para saber conduzir o time para chegar no objetivo.
Empatia, para saber lidar com cada indivíduo, de forma singular.
O ECO PRESENTE NO SER.
No âmago da experiência humana persiste um sopro primordial que transcende a mera percepção sensorial e instala-se como presença constante junto ao sujeito pensante. Assim como o ritmo contido da música que nos evoca, em cada consciência um movimento lento e contínuo de investigação interior e reconciliação com o próprio existir. A respiração humana deixa de ser ato mecânico para tornar-se um símbolo da dualidade entre finitude e aspiração, entre o real e o ideal, entre o conhecido e o insondável.
A consciência, ao retornar-se para si mesma, desvela uma trama de significados ocultos que não são meramente sentidos, mas compreendidos através da análise crítica e da reflexão catedrática. O ritmo lento da busca insta a mente a suspender o juízo apressado e a cultivar a lucidez necessária para enfrentar a complexidade desse existir. Cada inspiração é um convite a reconhecer a própria vulnerabilidade; cada expiração, um gesto de renúncia às ilusões efêmeras.
Este processo de introspecção não é uma fuga da realidade, mas uma imersão profunda na substância do eu. O sujeito filosófico que busca nas indagações, encontra na lentidão um método de resistência contra a dilaceração do pensamento pela pressa e pela superficialidade. A experiência contemplativa ensina que a profundidade do ser não se revela em aceleração, mas em quietude e atenção prolongada aos aspectos sutis das experiências vividas.
No contexto desta reflexão, a temporalidade assume relevo singular. O tempo não se apresenta como linha contínua e linear, mas como campo de eventos psicossomáticos em que passado e futuro coexistem no presente da consciência. Quando o pensamento se aquieta, percebemos que o sentido último de nossa jornada não se encontra em metas externas, mas no exame contínuo dos próprios estados internos.
A conclusão que se impõe é que a verdadeira sabedoria não reside em responder de imediato às questões da vida, mas em aprender a permanecer com elas, atendendo-as com equanimidade e perseverança.
*Que esta reflexão inspire o leitor a transformar cada momento de silêncio interior em ato de compreensão e transfiguração pessoal.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
TÍTULO: Avúa
Um coração retumbante
Que sucede amargura
Depressão profunda
Que o coração segura
e zunindo-me a orelha
a minha mente
avúa
Tanto tempo perdido
Índios, rock, gastura
Minha vida?
Faroeste caboclo!
A luz distante
numa rua escura.
Desde a epigênese, a psiquê
vive imersa em poesia clichê
Produto do meio, nada flutua.
E com um tiro certeiro
a minha vida
avúa
De todo sofrimento emergiu poesia
Tantas vozes, ansiedade, loucura
Grande Maestro, o barulho regia.
queria ter eu, só, porventura
a sagacidade de uma mente vazia
Como uma profecia maldita
recebo mensagem dura!
" Diante da vida
Nunca recua!
Guerreiro e poeta
que apesar do lamento
na próxima vida
espera sedento
pela verdade
nua e crua."
E finalmente
como o piscar dos olhos
a minha alma
Avúa...
Gilberto M. Abrahão Silva
Se você não tem intrepidez pra estar na linha de frente durante um combate, então não estimule um combate.
Fiz um balanço da minha vida e tenho três certezas. Se hoje eu sou quem sou, são graças a essas três elementos:
1°- Deus.
2°- Família
3°- Exército Brasileiro.
A única coisa que entrou e saiu comigo, do Exército, foi o cristianismo. As demais coisas eu moldei lá dentro.
Meu Temperamento:
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TEMPERAMENTO COLÉRICO
É um temperamento ardente, vivaz, ativo, prático e voluntarioso. Por ser decidido e teimoso, torna-se auto-suficiente e muito independente. Por ser ativo, estimula os que estão ao seu redor, não cede sobre pressões. Possui uma firmeza no que faz, o que o faz freqüentemente obter sucesso. Não é dado as emoções, por ser pouco analista, não vê as armadilhas na sua trajetória. Muitos líderes mundiais e grandes generais foram coléricos.
Forças: É otimista, enérgico, prático, líder, audacioso, autodisciplinado e autodeterminado, não tem medo de situações difíceis nem de grandes desafios, estes o estimulam ainda mais, é alguém de objetivos e por isso a dificuldade não o esmorece…
Fraquezas: Ira, impetuosidade, autosuficiência, é vingativo e amargo, por isso tem tendência ter úlcera antes dos 40 anos, muitas vezes falará coisas cruéis, sarcásticas e mordazes (ofensas grosseiras e refinadas), embora seja de fato capaz, sua arrogância tende causar antipatia nos outros temperamentos…
Problemas causados: Torna-se exigente com os seus, é uma pessoa de muitos argumentos, impiedoso nas decisões, ausência de bondade, cria padrões difíceis de serem alcançados, utiliza-se das situações.
Na bíblia, temos um grande colérico, Paulo: A principal qualidade do colérico é a força de vontade, que faz dele uma pessoal enérgica, eficiente, resoluta, e um líder cheio de audácia e otimismo. Paulo foi um portador desse temperamento notável, o livro de Atos e suas cartas no-lo revelam. Apesar deste caráter ativo, prático, dinâmico e corajoso, Paulo antes de conhecer a Jesus e receber o Espírito Santo, demonstrou-se um homem cruel, zangado, hostil e amargurado.
Profissionalmente: São sempre bons gerentes, planejadores, produtores ou ditadores.
Dicas para servir a Deus: Se você é colérico use toda sua audácia, coragem e eficiência, como Paulo, para falar em qualquer tempo e em qualquer lugar, sobre o Jesus crucificado, mas ressurrecto.
-Edson Oliveira (Comunidade Canção Nova)
Meu temperamento:
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TEMPERAMENTO MELANCÓLICO
É um temperamento analítico, abnegado, bem dotado e perfeccionista. Isto o faz admirar as belas artes. É introvertido por natureza. Mas as vezes é levado por seu ânimo a ser extrovertido. Outras vezes enclausura-se como caramujo, chegando a ser hostil. É amigo fiel, mas não faz amigo facilmente, por ser desconfiado. Tem habilidade de analisar os perigos que o envolve. Força-se a sofrer e sempre escolhe uma vocação difícil, que envolva grande sacrifício pessoal. Muitos dos grandes gênios do mundo, artistas, músicos, inventores, filósofos, educadores e teóricos, eram melancólicos. Podemos ver estas características em personagens bíblicos de projeção como, Moisés, Elias, Salomão, o apóstolo João e muitos outros.
Vejamos suas forças e fraquezas:
Forças: Habilidoso, delicado, leal, idealista e minuncioso…
Fraquezas: Egoísta, amuado, pessimista, confuso, antisocial e vingativo…
Problemas causados: Espera muito das pessoas, em troca do que faz. Intromete-se onde não deve, gasta tempo com o que não deve, atrapalhando seu serviço, tem aversão as pessoas que tem ponto de vista diferente, entra em atrito com as pessoas que se opõe ao seu caminhar.
Na Bíblia vemos como melancólico Moisés: Muitos personagens da Bíblia demonstraram possuí-lo, mas o mais destacado foi Moisés; ele era talentoso At.7:22; abnegado, Hb.11:23-27; perfeccionista (Deus usou essa qualidade para lhe dar os detalhes da Lei, da justiça divina e do Tabernáculo); leal (os livros da Lei, revelam isso) e extremamente dedicado, Ex.32:31-32. Mas sofria de um complexo de inferioridade que trazia à tona todas as fraquezas do melancólico, Ex. 3:11-13; Ex. 4:1,3,10,13. Muitas vezes se deixava dominar pela ira, Nm.20:9-12 e pela depressão, Nm.11:11-15.
Profissionalmente: Podem ser artistas, músicos, inventores, filósofos e educadores.
Dicas para servir a Deus: Se você é melancólico, use toda sua sensibilidade, habilidade e dedicação ao Reino de Deus e evangelize pelas artes.
-Edson Oliveira (Comunidade Canção Nova)
Kamorra não é apenas um nome — é uma identidade forjada no sentido da luta e da singularidade.
Do espanhol, vem Camorra, que significa resistência, enfrentamento e rebeldia contra o que corrompe. Representa a força de quem não se dobra, de quem encara o sistema, as mentiras e as fraquezas do mundo com coragem e firmeza.
Do hebraico, vem Kamocha, que significa “semelhante a ti”. Um termo que remete à ideia de espelho, de essência compartilhada — o reflexo entre o homem e o divino, entre o criador e sua criatura.
Da fusão desses dois mundos nasce Kamorra: o homem que resiste, mas que reconhece em Deus o reflexo de sua força.
Kamorra é resistência com propósito, rebeldia com fé, luta com sentido.
Marcos Kamorra (Filosofia Kamorrista)
“Sou resistência, mas não sem direção."
