Perda de um Amor por Orgulho

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Bastaria um esbarrão com o iluminado que inventou esse VAR para comprometer meu réu primário.

Fomos tão seduzidos pelo universo digital, ao ponto de romantizar um mundo onde políticos influencers — eleitos por nós — brincam de governá-lo.


Essa constatação medonha é um convite a pensar sobre a profunda transformação que a política sofreu na era digital.


Hoje, a figura do político tradicional se mistura com a do influencer, aquele que domina a arte da comunicação rápida, do espetáculo e da conexão emocional imediata.


Mas, ao transferirmos nossa confiança e votos para essas figuras, muitas vezes mais preocupadas com a imagem do que com o conteúdo, acabamos por trivializar o exercício do poder.


Quando políticos se tornam influencers, a política vira palco para likes e compartilhamentos, onde o debate se perde para a viralização.


A “brincadeira de governar” — expressão que revela a leveza e a superficialidade com que algumas lideranças assumem responsabilidades sérias — coloca em risco a qualidade da democracia e o futuro da sociedade.


Nós, eleitores e cidadãos, também somos parte desse processo: somos os que elegem, os que curtem, os que compartilham.


Cabe exercitarmos um olhar crítico, exigir transparência, responsabilidade e compromisso real.


Sem isso, continuaremos reféns de uma política de aparência, onde a profundidade das ideias e a seriedade das ações ficam em segundo plano, diante do espetáculo digital.


O desafio está lançado: usar o poder do universo digital para fortalecer a democracia, não para reduzi-la a um jogo de imagens e seguidores.

Enquanto muitos vivem como se a vida de primeiro mundo fosse um drama, muitos brasileiros tropeçam no drama e fazem comédia.

Talvez um dos maiores riscos da Preguiça de Pensar seja nos apaixonarmos pelos que fingem que o fazem.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.

A vida é um amontoado de despedidas, onde ninguém sabe qual é a derradeira.


A vida, em essência, é uma sucessão de chegadas e partidas.


Um amontoado de despedidas silenciosas que se acumulam, quase sempre sem aviso.


Nunca sabemos qual abraço será o último, qual conversa não se repetirá, nem qual olhar se prenderá eternamente na memória.


Talvez seja justamente essa incerteza que valorize o instante — a consciência de que ele é frágil, transitório, irrepetível.


Por isso, a vida nos convida a viver cada encontro com reverência, cada presença com gratidão e cada despedida com a delicadeza de quem entende que até a separação faz parte do milagre de existir.


No fim, não é a derradeira despedida que mais importa, mas sim a intensidade dos encontros que a antecedem.

Não sou contra um Estado nuclearmente armado por ser pauta da esquerda, nem contra o armamento civil por ser pauta da direita. Sou contra o armamento inconsciente, por ser cristão.

Viver um dia de cada vez pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.

Secar um clube encharcado de história não é para qualquer um… tradição não evapora — transborda! Avante, Tricolor Paulista!


Em vão se desgastam os menores, tentando secar aquilo que não se apaga — a História dos Gigantes!


Mas como drenar a essência de um clube encharcado de glórias?


Como estancar a força de uma história que não evapora, mas transborda em cada geração?


O São Paulo não precisa provar sua grandeza — ela está gravada em títulos, eternizada em almas e páginas históricas, marcada em cada coração que pulsa em vermelho, branco e preto.


A Grandeza do Campeão de Tudo é Ilibada!

Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.


Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.


Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.


Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.


Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.


A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.


É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.


A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.


Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.


Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.

⁠Um trisal tão nefasto entre a Igreja, o Estado e seu Braço Armado só poderia parir tamanha aberração.


Não há sutileza nessa união — ela sempre carrega consigo os germes do abuso e da manipulação.


Quando a fé se deita com a política, e ambos convidam o braço armado para o mesmo leito, o resultado buscado nunca é comunhão, mas o controle da nação.


A Igreja, que deveria consolar, torna-se cúmplice do silenciamento.


O Estado, que deveria servir, converte-se em senhor.


E o braço armado — que deveria nos proteger — se vê no direito de intimidar.


É nesse pacto que o sagrado se prostitui, o político se corrompe e a violência se legitima.


Não é difícil reconhecer os frutos dessa aberração: consciências domesticadas em nome da obediência, corpos disciplinados pelo medo e uma sociedade moldada não pelo diálogo, mas pela imposição.


O trisal nefasto não gera filhos livres, mas servos disfarçados de cidadãos.


E talvez o maior desafio não seja tão somente apontar os riscos sem precedentes dessa união, mas perceber como, vez ou outra, ela continua a ser desejada por aqueles que temem mais a liberdade do que as medonhas grades invisíveis da prisão.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.

⁠Tão medonho quanto aos seus problemas, é um país acumular a mesma quantidade de especialistas que eles.


O brasileiro, em sua maioria, carrega dentro de si a estranha mania de se achar especialista em quase tudo — é médico nas segundas, repórter nas terças, técnico de futebol nas quartas, teólogo aos domingos, juiz e cientista político em tempo integral.


Opina com tanta convicção sobre o que nem consumiu e sentencia com a segurança de quem jamais se atreveu a se questionar.


Tão ávidos e apaixonados pelas respostas, ignoramos que o mundo subsiste mais pelas perguntas…


Talvez seja tão somente uma forma de sobrevivência intelectual em meio ao caos — ou, quem sabe, um capricho coletivo para não ficar a dever aos políticos que também aprenderam a ser influencers de quase tudo e especialistas em quase nada.


E assim seguimos, palpitando — sempre cheios de certezas — enquanto a ignorância se disfarça de sabedoria e a vaidade faz parecer que já desbravamos e entendemos o mundo, quando mal entendemos a nós mesmos.


Que o Senhor — o Dono da Verdade — nos livre do infortúnio de tropeçar na demonização da dúvida!
Amem!


Nosso país e o mundo precisam subsistir, assim suponho!

Sempre que a saudade desiste de fingir costume e me abraça um pouco mais apertado, o que me consola é a gratidão e a certeza do azar de ter tido tanta sorte.

Que a nossa criança interior não pode morrer, é um fato — que ela não pode matar a criança dos outros — é outro.


Dentro de cada um de nós, habita — ou deveria habitar — uma criança: curiosa, brincalhona, sensível, carente de encantamentos…


É ela quem nos distrai da seriedade cobrada pela vida adulta, nos impedindo de empedernir por completo, e quem nos faz rir de bobagens, sonhar alto e acreditar em recomeços.


Mas há um perigo deveras sutil, quando transformamos essa criança em centro absoluto do mundo: ela deixa de ser símbolo de pureza e se torna instrumento do ego.


Há adultos que justificam suas imaturidades em nome da autenticidade — como se sinceridade fosse salvo-conduto para a falta de empatia.


E assim, ao defender sua própria “criança interior” a qualquer preço, acabam ferindo a dos outros com ironias, indiferença ou desprezo.


A verdadeira maturidade não está em silenciar nossa criança, mas em educá-la.


Ensiná-la que o mundo não gira apenas em torno dos seus desejos, que brincar não é o mesmo que zombar, e que crescer é aprender a reconhecer o outro como extensão da própria humanidade.


A criança interior merece e deve viver — mas sob a tutela do adulto que devemos aprender a ser.


A criança que — graças a Deus — ainda vive em mim, saúda a criança que vive em ti!


Feliz Dia das Crianças, do mundo inteiro e da que vive dentro de você!

⁠Um dos propósitos mais belos da fé é constranger o impossível.

⁠Um dos maiores e mais belos propósitos da fé é constranger o impossível.

Um dos maiores e mais belos propósitos da Fé é constranger o impossível.






Porque a Fé não é ausência de dúvida — é presença de confiança.


Ela não se alimenta de garantias, mas de esperança.


É o gesto mais ousado de quem planta mesmo sem ver o solo fértil, de quem continua caminhando mesmo quando o chão parece ter desaparecido debaixo de seus pés.


A Fé é essa força bruta silenciosa que, ao invés de discutir com o impossível, o constrange com pureza, entrega, insistência e resiliência.


Ela não o vence pela lógica, mas pelo amor.


E quando o impossível, envergonhado, se curva diante da perseverança dos que creem, é ali que o milagre acontece — discreto, sereno, e profundamente humano.

⁠Quase todo mundo lendo — quase ninguém interpretando. Seria um começo admirável, se o fim não negasse os meios.