Perda de um Amor por Orgulho

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"Não Quero Que Meu Desejo Seja
Apenas Uma Virtude ou Um Dever..
Quero.. Que Seja o Resultado de Dois
intelectos Envoltos Pela Razão Única
De Amar Com O Amor de Deus"
• Juliana.S.Morais •

A luz.

A luz cava a escuridão,
como as mãos de um poceiro cavam um poço.
Da escuridão da terra,
flui a água pura e cristalina…
Bons livros são poços de conhecimento!

⁠Cada um escreve a história que viveu...
Eu tenho história pra contar, e você?
Ja viveu?

⁠Faço da minha mente um mar de canções todos os dias, por isso as canto em palavras compartilhadas para soar como um passarinho barulhento na chuva lá fora.
Cada palavra dita sou eu, como um pássaro a gritar.


Compartilhar é inspirar.
Pois digo eu: é fazer da minha canção, lida por outros, pássaros aprisionados, capazes de gritarem na chuva

Acredito que chegamos em um momento que nada pode abalar tanto a nossa estrutra.
Viver em nossa atual sociedade e estar propício a cada evento chocante e traumático.
Penso que muitos dizem que estamos em uma era que todos são ansiosos.
Pois bem, ao acordar já nos abalamos, ao ligar a televisão nos chocamos, ao conversar com um parente nos destruímos.
Então não, não é uma era, viver é estar vivo e infelizmente estar sempre ansioso.

Faça da sua oração um momento de lazer espiritual com Deus

Não se aproxime de Deus apenas por Ele ser o Todo-Poderoso, mas aproxime-se por ser um Pai dócil e afetivo.

⁠Deus não está em busca de flerte. Ele quer um relacionamento.

Aceitar o tempo é um gesto de sabedoria, porque lutar contra ele é desperdiçar vida. O tempo não pede licença, não faz acordos e não devolve o que leva. Ele passa silencioso, levando pessoas, certezas e até os sonhos que jurávamos eternos.
Mas há uma verdade que poucos encaram: o tempo não rouba, ele revela. Revela o que era passageiro, o que era ilusão e o que realmente tinha valor. Quem entende isso aprende a viver com mais verdade, menos apego e mais presença. Porque, no fim, não é o tempo que nos vence — é a forma como escolhemos vivê-lo.

"A esperança não pode ser um plano. As vezes, as escolhas corretas, são mais difíceis."

Tudo na vida tem um preço mas não se iluda, quando o Garçom trouxer a conta teremos que pagar. O Problema é que muitas vezes não sabemos o valor daquilo que pedimos.

Se um sonho não se realizou e porque não e sonho de Deus para tua vida. Acredite os sonhos de Deus são melhores do que os nossos.

A vida é um labirinto com várias portas e apenas uma saída. Ainda que alguém pense ser dono de seus sentimentos e vontades é a pura ilusão humana de querer distorcer este mundo transitório. O apego ao mundo físico é apenas um conceito errôneo do homem em não querer ser dependente de Deus.

O nosso sucesso só vai valer apena quando for um incentivo para que outras pessoas possam alcançar o sucesso também.

⁠⁠O homem é feliz quando tem um Deus para acreditar, uma família para amar e amigos para compartilhar.

Adiar a solução de um problema é um sofrer desnecessário.

O projeto socialista propõe a abolição da propriedade privada, substituindo-a por um modelo em que todos recebem moradias padronizadas, como se fosse uma assinatura governamental, à semelhança de um serviço de streaming. Já o projeto capitalista defende que o indivíduo seja dono da própria casa como resultado direto do seu esforço e trabalho. No socialismo, o que se observa é a transferência dos recursos do trabalhador para o Estado, que passa a concentrar poder e a se apresentar como provedor universal de bens e serviços, oferecendo tudo em forma de concessão, não de propriedade.

⁠A felicidade não é um ponto de chegada senão a própria caminhada, desimportando algum tropeço com toda beleza de seu aprendizado.

⁠FORA DO BARALHO
Por vezes sei que falho
Mas qual seria o galho?
Da vida o atrapalho
Preciso dar um talho
Com a força do malho
E com muito trabalho
Com cabelo grisalho
Vou rasgando o baralho
Coração agasalho
Aguardando o orvalho.

⁠Havia um miúdinho,
sem nome nem passado,
nu, esquecido,
andava sozinho pela rua,
escaldante de tão gelada,
como sombra sem dono.
Tinha um corpo
feito de cortes e pedras,
parecia ter sido mastigado
por calçadas com dentes.
Era um pobre coitado,
seguido sempre
por um cão magro,
tão sofrido,
igual a ele.
Sentavam-se no pedregulho duro
à espera de um fim.
O miúdo, paciente,
esperava que o cão partisse,
descansasse no reino dos cães,
para então poder matá-la —
a fome.
O cão, por sua vez,
até aprendera a contar horas,
de tanto esperar que o miúdo,
vermelho de dor,
fechasse os olhos
e dormisse de vez.
Assim, ele saciaria a fome
com lógica cruel,
mas destino cego.
O cão não ladrava,
e não sabia truques,
era inútil.
O miúdo, por sua vez,
também não sabia nada,
nada lhe ensinaram.
Era inocente,
imprestável,
invisível ao mundo.
Ambos só serviam um ao outro,
à ninguém mais.
Certo momento...
o miúdo, já derrotado,
deitou a cabeça no granito
para poder descansar o seu corpo cansado,
o cão, desesperado,
cravou como os seus dentes podres
no peito nu do miúdo,
com dó e piedade,
pois isso ainda lhe restava.
Mas morreu também,
porque o miúdo,
coitado,
não tinha carne sequer
para alimentar um cão.