Perda de um Amor por Orgulho

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De orgulho em orgulho, de ingratidão em ingratidão e de humilhação em humilhação, a vida vai nos mostrando quantas pessoas deixamos pelo caminho.

Quando o orgulho ultrapassa a própria paz, reconhecer a necessidade de mudar deveria ser natural.

Quando humildade e simplicidade triunfam sobre o orgulho e a vaidade, até o inferno silencia.

⁠Fala-se tanto sobre a luta contra o racismo, consciência de classe, orgulho étnico, patriotismo e nacionalismo; mas quando um país rico, influente e opressor é anunciado para sediar um grande evento do esporte ou da arte, as nações simplesmente ativam o Complexo de Vira-Lata, esquecendo-se de tudo isso.

Éramos sete.
Agora somos seis.
Dividindo: Ego + orgulho.
Não somos nada!

Feliz aniversário!
Duda ﮩ٨ـﮩﮩ٨ـ♡ﮩ٨ـﮩﮩ
Minha sobrinha linda
Que orgulho ver você crescendo e encarando a vida de frente,com esse sorriso lindo. Lembre-se: os desafios são apenas degraus para o seu sucesso. Continue brilhando e sendo essa pessoa amável que tanto amamos! ✨🎂🍀🤞💝

Que bom saber que servir de exemplo é algo tão belo. Carrego esse carinho com muito orgulho e agradeço profundamente a todos que são fãs da minha história e do meu trabalho

Se eu contasse para a minha versão do passado onde estou hoje, ela choraria de orgulho. O milagre que eu tanto pedia agora é a história que eu vivo

Silenciar o orgulho é o primeiro passo
para caminhar com segurança no escuro.
Não se trata de confiar nas minhas próprias forças,
mas de descansar na certeza
de que uma mão maior governa o meu futuro.

"O Orgulho é o parente
mais próximo da
Arrogância"

Que o orgulho de seus acertos não faça com que esqueça dos seus erros. Pois as maiores lições verdadeiramente aprendidas advém deles

Quando não reconhecemos o orgulho, somos dominados por ele.

" Triunfar sobre o orgulho é aprender a amar em silêncio, onde a palavra não chega e onde o gesto simples de fraternidade se torna um evangelho vivo. "

A RAINHA DE OUDE E A SOBREVIVÊNCIA DO ORGULHO ALÉM DA MORTE.

Livro: O Céu e o Inferno.
O episódio da chamada Rainha de Oude.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Inserido na segunda parte da obra, constitui um dos mais penetrantes estudos psicológicos da condição espiritual após a morte, quando o Espírito, longe de sofrer uma metamorfose súbita, revela-se tal qual se estruturou moralmente durante a existência corpórea.
Sob a ótica da razão espírita, este caso não deve ser interpretado como punição divina, mas como expressão direta da lei de afinidade moral e da continuidade da consciência. A Rainha não se encontra em sofrimento por decreto externo, mas porque permanece prisioneira das próprias ilusões que cultivou.
A continuidade do caráter após a morte
A doutrina demonstra, com precisão filosófica, que o Espírito não se depura pelo simples fato de abandonar o corpo. A individualidade prossegue íntegra, com suas virtudes e imperfeições. No caso analisado, observa-se que o orgulho, a vaidade e o sentimento de superioridade social persistem com vigor quase intacto.
A Rainha afirma ainda ser soberana, recusando qualquer ideia de igualdade. Tal postura evidencia um estado de fixação mental, no qual o Espírito se apega às construções transitórias da vida material, confundindo posição social com valor ontológico.
O orgulho como mecanismo de sofrimento
O elemento mais relevante não é a arrogância em si, mas o sofrimento que dela decorre. O orgulho, ao invés de sustentá-la, converte-se em instrumento de tormento íntimo. Isso ocorre porque, no plano espiritual, não há mais os recursos ilusórios que validavam sua superioridade perante os outros.
A lei moral atua com precisão: aquilo que foi cultivado como exaltação transforma-se em peso. O Espírito sofre não por humilhação externa, mas pela incapacidade de adaptar-se à realidade de igualdade essencial entre todos os seres.
A ilusão espiritual e as criações mentais
Outro ponto de alta relevância doutrinária é o fenômeno das criações fluídicas. A Rainha acredita manter sua beleza, suas vestes e ornamentos. Contudo, tais elementos não são realidades objetivas, mas projeções de sua própria mente.
Isso revela que o Espírito, quando ainda vinculado a ideias fixas, pode viver em um mundo subjetivo, sustentado por suas próprias concepções. É uma forma de autoilusão que retarda o despertar da consciência.
Indiferença a Deus e fechamento consciencial
A ausência de sentimento religioso profundo também se manifesta como fator agravante. A Rainha demonstra indiferença às leis divinas, não por negação intelectual, mas por orgulho moral. Esse estado traduz um fechamento da consciência, no qual o Espírito não reconhece instâncias superiores a si mesmo.
Tal condição impede o arrependimento e, consequentemente, o início do processo de regeneração.
A pedagogia da lei de causa e efeito
O caso ilustra com clareza a lei de causa e efeito, princípio estruturante da filosofia espírita. Cada estado da alma decorre de suas próprias escolhas. Não há arbitrariedade, mas consequência lógica.
O sofrimento da Rainha não é castigo, mas diagnóstico. É a consciência confrontando-se com sua própria insuficiência moral.
Síntese doutrinária
A Rainha de Oude representa o Espírito que, tendo possuído poder na Terra, não o converteu em crescimento interior. Sua queda não é social, mas moral. Sua dor não é imposta, mas gerada.
A verdadeira realeza, à luz da doutrina, não se mede por títulos, mas pela capacidade de amar, compreender e reconhecer a igualdade universal dos Espíritos.
Quando o ser humano se apega à superioridade ilusória, adia o encontro com a verdade. E essa verdade, invariável e justa, aguarda no silêncio da consciência, onde nenhuma coroa subsiste, mas onde toda alma é chamada a governar a si mesma.
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ORGULHO E VAIDADE.
Pelo Espírito:Catarina Labouré / Irmã Zoé.
" O fracasso de muitos irmãos em doutrina se encontra justamente na perseguição e o orgulho que táo doentes, afetam--lhes os olhos e efetivamente os corações ante os exemplos dos missionários com sua abnegação e renúncia aos prazeres tão fugaz da terra. Há esses detectamos os irmãos da antiga ou atual Jerusalém chorada pelo Cristo.
Amar ao próximo se converteu em sinônimo de fraqueza incrustada em tais pensamentos.
Os enviados de Deus, manifestam-se em todos os lugares onde haja a sincera humildade para obterem as respostas para suas indagações que mesmo sob a luz perene do Evangelho, ainda conseguem se deter num Cristo crucificado tão somente e somam suas aflições a este estado no pragmatismo do orgulho e da vaidade. Há esses olhamos também com bons pensamentos e lhes inspiramos no cerne tumultuado que façam algo além ou como esses mensageiros o fizeram.
Bem nos alertou o Cristo:_ Pobres sempre os tereis.
Kardec este missionário da Verdade alertava sobre os inimigos do Espiritismo que esses se encontravam mesmo dentro dele.
Convidamos a todos a enfrentarem os meandros desses criticados que sorveram o fel e os espinhos por onde caminhavam, mas enfim no momento do até breve à terra entregaram a coroa da vida e a vida em abundância pois não se detiveram sob o peso dos que dizem amar Jesus e atacam o próximo, chamam em uníssono Deus de Pai, mas não se mostram como irmãos principalmente no ideal espírita.
Mas a seara é grande e pouco os trabalhadores bem o sabemos...então vem hoje, não postergues essa hora, labutar para Jesus em nome do amor incondicional e se assim o sendo, até mesmo os destonantes materialistas também agem sem darem conta que é o amor que os movem.
Uma no-nos com humildade, Deus não considera as posições humanas, mas o muito amar na vida de cada um.
Para tanto as duas chagas execráveis da humanidade que é o orgulho e vaidade devem ser extirpadas de nós.
Muita Paz.

" A humildade artificial é uma das formas mais sofisticadas do orgulho "

A humildade artificial é o orgulho vestido de cinzas.
Existem homens que abaixam a cabeça apenas para que sejam vistos como virtuosos. Não se curvam por consciência moral, mas por necessidade de aprovação. Transformam a modéstia em espetáculo silencioso. Fingem pequenez enquanto aguardam secretamente a veneração dos outros. Tal comportamento não nasce da grandeza espiritual, mas de uma vaidade refinada, quase invisível aos olhos despreparados.
O orgulho grosseiro grita. A humildade artificial sussurra. E justamente por sussurrar, torna-se mais perigosa.
Muitos utilizam frases brandas, semblantes serenos e gestos aparentemente dóceis como mecanismos de superioridade moral. Desejam parecer puros. Desejam parecer elevados. Desejam ser admirados por renunciarem à admiração. Eis a contradição psicológica mais profunda do ego humano.
A verdadeira humildade não possui autoconsciência teatral. Ela não necessita anunciar-se. Não se sente virtuosa por servir. Não contabiliza sacrifícios. Não cria uma identidade construída sobre parecer simples. Apenas existe, semelhante à água silenciosa que alimenta raízes ocultas sem exigir contemplação.
Dentro da análise psicológica, esse fenômeno aproxima-se do narcisismo moral. O indivíduo transforma a própria imagem de “bondade” em objeto de culto. Não ama o bem em si. Ama a percepção de ser visto como alguém bom. Há uma diferença abissal entre consciência ética e performance ética.
Por isso, quando alguém diz:
“ Eu quero fazer mais por você… ”
a frase somente possui pureza quando nasce desprovida de necessidade de reconhecimento. O amor autêntico não exige palco. A caridade verdadeira não necessita testemunhas. E o afeto legítimo não se converte em instrumento de exaltação pessoal.
As almas mais luminosas da História quase sempre caminharam em silêncio. Não porque fossem fracas. Mas porque compreenderam que a grandeza real dispensa ornamentações emocionais.
A humildade legítima não humilha-se artificialmente. Ela apenas compreende a própria condição diante da vastidão da existência.

ORGULHO, IGNORÂNCIA E INFLUÊNCIA ESPIRITUAL À LUZ DO ESPIRITISMO E DO EVANGELHO.
PARTE I
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Para enriquecer o título e a reflexão doutrinária, dois capítulos bíblicos dialogam profundamente com os ensinamentos espíritas sobre orgulho, soberba, vaidade, limitações humanas e influência espiritual.
No Antigo Testamento, destaca-se o capítulo 16 do livro de Provérbios. Nele encontramos uma das mais conhecidas advertências sobre a soberba:
" A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito precede a queda. "
Provérbios 16:18.
Sob a ótica espírita, esse ensinamento revela uma lei moral observável em todas as épocas. O orgulho cria ilusões sobre si mesmo. A criatura passa a acreditar que está acima das leis divinas, acima da correção e acima da necessidade de aprender. Mais cedo ou mais tarde, a realidade lhe apresenta lições que restauram a humildade e o senso de proporção.
No Novo Testamento, merece destaque o capítulo 23 do Evangelho de Gospel of Matthew. Nesse capítulo, Jesus dirige severas advertências aos escribas e fariseus, denunciando a vaidade religiosa, a hipocrisia e o desejo de superioridade moral.
Entre suas lições mais profundas está:
" O maior dentre vós será vosso servo. Porque aquele que a si mesmo se exaltar será humilhado, e aquele que a si mesmo se humilhar será exaltado. "
Mateus 23:11 e 12.
Essa passagem harmoniza-se integralmente com os ensinamentos de Allan Kardec. O verdadeiro progresso espiritual não consiste em aparentar santidade, erudição ou autoridade. Consiste em transformar o próprio caráter, vencer as imperfeições e servir ao próximo com sinceridade.
Enquanto o orgulho busca ser admirado, a humildade busca ser útil.
Enquanto a vaidade procura aplausos, a consciência reta procura o dever cumprido.
Enquanto a soberba afasta a criatura da verdade, a humildade abre as portas para o aprendizado contínuo.
Por essa razão, o Espiritismo ensina que o combate mais importante não ocorre contra os outros, mas contra as imperfeições que ainda carregamos em nós mesmos. A reforma íntima constitui a grande batalha da alma em sua jornada rumo à plenitude espiritual.
Fontes Fidedignas
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Questões 115 a 133 e 459 a 472.
Allan Kardec. O Livro dos Médiuns. Capítulos XXIII e XXIV.
Allan Kardec. A Gênese. Capítulo XIV.
Allan Kardec. Revista Espírita. Diversos estudos sobre obsessão, orgulho e educação moral.
Bíblia Sagrada. Provérbios, capítulo 16.
Bíblia Sagrada. Mateus, capítulo 23.
José Herculano Pires. Traduções e comentários das obras de Allan Kardec.
"Toda vez que a humildade cresce, o orgulho perde terreno, e toda vez que o orgulho recua, a luz da verdade encontra espaço para iluminar a consciência."
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"A evolução do Espírito começa quando a humildade lhe permite enxergar aquilo que o orgulho insistia em esconder."

Tropece em teu orgulho e caia em meus braços.