Perda de um Amor por Orgulho
Amor platônico
Terreno abandonado,
espaço baldio.
Dia amanhecido
casa abandonada
alma desolada.
Amar sozinho,
coração estarrecido.
Telhado cantante
amor de ilusão, paixão
de estudante.
Passarinhos soltos,
lua nova, deslumbrante.
A solidão aumentando
a paz vai acabando...
Olhos tristes, repletos
de sonhos vazios.
Desejos perdidos,
largados num terreno
da alma,
totalmente esquecidos.
Não é paixão
Quando eu senti o amor invadindo minha alma,
foi uma sensação que muito estranhei, pensei
que fosse um tanto de agonia e de loucura, uma
incansável e agradável sensação... remexendo
as minhas atitudes, fazendo pulsar mais forte
o coração, não foi e nunca será paixão, é amor.
Passamos uma vida inteira tentando explicar o que sentimos e o que chamamos de amor, em nossas buscas o cotidiano às vezes traz uma fadiga, é quando a nossa mente por sobrevivência busca no universo, algo que mexa com a nossa alma, e que aqueça os nossos sentidos e nos tome para si, a sensação de infinito sem cuidado de afetar o nosso sentimento nos domina...
só que o amor não tem explicação.
Vivemos num mundo de vaidade, de egoísmo, sem ter um tempo em especial para dedicarmos ao outro, e quando encontramos alguém que nos dá atenção, que nos escuta, quando esse alguém é delicado, centrado e vê a vida de um modo contente, nos encanta com uma palavra, um olhar, um jeito diferente... começamos a alimentar a esperança, de que encontramos a alma gêmea da gente. O amor quando desperta em nós, ele fica, mesmo se o outro não ficar.
O que chamamos de amor não é quem encontramos pelo nosso caminho, não é alguém que teremos para uma vida inteira, esse alguém pode até passar e para trás nos deixar, mas deixa em nós o ideal do que seria uma convivência de amor, de compreensão e da paciência de parar para prestar atenção no instante em que nos cruzamos, não importa de que forma foi, aquele momento mágico gruda de tal maneira na alma da gente, que nos marca como amor, e daí em diante sabemos que amamos aquela pessoa enquanto vivermos, mas a vida é assim, mostra a nós o que é... e quem é o nosso amor, mas não necessariamente viveremos uma vida juntos. Amor é para sempre, mesmo se seguirmos sozinhos, guardaremos aquele eterno gesto de carinho.
Sem explicar ou vivermos um amor, seguimos amando, e lembrando daquele olhar, em cada pássaro que canta, em cada dia frio de chuva, em cada melodia... ou olhando a lua, enquanto estamos sentados diante do mar, e a noite nos embriaga de desejo e de tanta vontade de perto dele, estar, e vamos vida à dentro com ele sonhando sem realizar. O amor não tem mesmo explicação, amamos tão somente.
Liduina do Nascimento
O amor a Deus deve ser prático, até porque Ele sonda-nos. Não adianta honrá-lo de lábios, quando nosso coração está longe Dele!
O amor de Deus não é uma hipótese ou mera teoria, ele foi provado para toda e por toda a humanidade na cruz do Calvário!
Quando nossa convicção que nada pode nos separar do amor de Deus está firmada em Cristo, segundo às Escrituras, não vivemos temerosos e nem apegados com as coisas presentes e futuras.
Ao contrário, caminhamos firmes e seguros, rumo a redenção celestial e ao encontro do nosso Pai eterno!
O amor cristão é prático, senão for, não é o amor que Deus requer de nós e que permanecerá na eternidade. Essa é a forma de identificá-lo!
Jesus deu-nos o maior exemplo de amor ao pedir ao Pai que perdoasse seus algozes. Ao fazermos o mesmo, nos assemelhamos a Ele e de fato demonstramos que somos livres por dentro. E se somos livres por dentro, nada nos aprisiona por fora!
Saber que absolutamente NADA nesta dimensão e na vindoura, pode nos SEPARAR do AMOR de DEUS, que está em CRISTO JESUS, é a motivação diária para agradecer e confiar nessa verdade trazida na Bíblia.
