Ainda que eu saiba o caminho do amor, não tenho a devida permissão de revela-la a ninguém;
É solitário viver preso por vontade pelo o amor dos outros que deixa por falta de gosto;
Ainda que nada eu seja eu pronuncio minha felicidade através das palavras poéticas;
Entre verdades inventadas e mentiras sinceras me julgo digno de cantar minhas poesias a ti;
Espere ai, pois não compreendo esse amor sem direção que não me percebe querendo viver outra vida;
Conte-me tudo devagar e não me faça suportar o obvio de minha vida que ficou em lágrimas;
Como faço para conseguir viver sem compartilhar tamanho sentimento que em mim transborda todo o meu coração;
E eu sei que sempre irei lembrar você e eu não quero ler o poema que fiz pra você para que ninguém me diga que você não voltará;