Perda de um Amor por Orgulho

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O amor verdadeiro não grita em holofotes, sussurra na madrugada. Vive nas obrigações pequenas, nas promessas que não aparecem em fotos. É carregar o cansaço do outro sem espetáculo. É saber que a ternura não precisa de testemunhas. E por isso, às vezes, o amor prefere ser sombra.

O amor que ofereço não é frágil, é o tipo de amor que sangra, que luta, que insiste, não porque eu queira sofrer, mas porque acredito em profundidade, sentimentos rasos me dão enjoo, prefiro mergulhos que toquem o fundo da alma.

O amor que busco não é fantasia, é verdade, é reciprocidade, é construção diária, não quero metades que se escondem no cansaço, quero presenças que ficam, mesmo na tempestade, o amor verdadeiro sabe permanecer.

A autodisciplina é a forma mais profunda de amor-próprio. O futuro agradece o rigor que você tem hoje.

O amor verdadeiro não sufoca, ele expande, ele abre espaço dentro do peito, e transforma feridas em
janelas, quem ama cura.

O amor que ofereço agora é mais prudente, mais profundo, mais consciente, aprendi a não desperdiçar meu coração.

O amor é casa, e casa precisa de estrutura, eu só entro onde há pilares fortes, teto firme, e portas sinceras.

O amor me ensinou que reciprocidade é mais rara que paixão, e por isso vale tanto, eu só fico onde sou correspondido, onde meu coração tem lugar.

Já amei quem nunca me viu, já dei demais a quem não merecia, mas aprendi, o amor certo reconhece, e permanece.

O amor verdadeiro é uma fonte que alimenta, cresce e ilumina, jamais algo que consome ou destrói, pois o que sufoca não é afeto genuíno, mas uma carência profunda habilmente fantasiada. Aprender a diferenciar o toque da paz do toque da possessão é a chave para a liberdade do coração. O amor certo tem, na verdade, um cheiro inconfundível de paz profunda e o gosto familiar de um lar seguro, onde o olhar que reconhece a sua essência é a maior prova de verdade. É uma experiência impossível de confundir, que nos convida a sermos inteiros e a buscar a profundidade e a verdade em vez da superficialidade. Amar exige coragem, é colocar o coração na linha de frente e arriscar a ferida, mas não amar é uma dor muito mais silenciosa e devastadora, pois o coração precisa deste movimento sagrado para pulsar e, através dele, nos construir e nos tornar humanos, longe da frieza de uma pedra.

Amor que consome não é amor, é carência fantasiada, o amor verdadeiro alimenta, cresce, ilumina, não destrói.

O amor exige mais coragem do que a guerra, pois na guerra você enfrenta o inimigo, no amor, você enfrenta a si mesmo.

O amor não é esmola, mas uma enchente selvagem que transborda a própria margem, a súplica por afeto não é um ato de amor, mas a confissão faminta
da carência.

O amor-próprio é o alicerce mais antigo da alma, o único lar seguro e o primeiro ritual ao cruzar essa soleira é o perdão visceral que demola todas as acusações.

O amor de Deus é o único que não se intimida com a minha escuridão. Ele entra onde ninguém mais ousa tocar, ilumina onde nem eu quero olhar. Seu silêncio não é ausência, é cuidado que respira devagar. E nesse respiro encontro a força que não sabia possuir.

Olho as estrelas que tremem de amor e de esperança, e sei que a tua alma as espelha na escuridão.

Se o destino não me permitir este amor, que o rio da desilusão me engula por inteiro.

Falar de amor virou ato de contrabando entre a dureza do mundo. Levo-o escondido no peito como quem leva pérolas em bolsos rasgados. Quando entrego, minhas mãos tremem, não por medo de perder, mas por saber que a dádiva pode curar lugares onde o sol não entrou.

A Bíblia é o único livro de amor em que o protagonista escolhe dar a própria vida pelo vilão da história.

Em partida, o amor não vai embora de uma vez, ele se despede devagar, deixando a casa cheia de ecos, porque algumas ausências continuam morando na gente muito depois do adeus.