Pequenos poemas de Religião

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religião sempre foi o anestésico injetado no povo para que ele suporte a exploração do trono sem reclamar, transformando a injustiça social em um 'teste de fé' necessário para a salvação.

O próprio narcisista se esconde sob o manto da religião para que sua arrogância seja confundida com autoridade espiritual.

A religião pode ser um caminho, mas a conduta é o destino. O que define quem você é não é onde você se ajoelha, mas como você se levanta para ajudar os outros.

Religião sem caráter é apenas teatro. Valorize-se pela sua honestidade; ela é a única moeda que nunca desvaloriza e que ninguém consegue falsificar.⁠

A religião deveria ser um espelho para corrigir as próprias falhas, não uma lupa para encontrar o pecado alheio.

A religião, quando institucionalizada pelo poder, deixa de ser um caminho espiritual para se tornar uma corrente invisível que dita o que pensar, em quem votar e como obedecer.

A religião funciona como um anestésico social: oferece um alívio ilusório para as dores do mundo real, impedindo que o povo lute para mudar a estrutura que o escraviza.

A religião, nas mãos de um narcisista, vira uma arma de controle e não uma ferramenta de libertação.

As doutrinas de uma religião,é como peneirar gelo em uma chuva de granisio...ou você se protege ou leva uma pedrada na cara''

Religião e Politica é igual á Alcool e Carro no final sempre acontece um acidente''

⁠Toda a religião com compromisso espiritual sincero não adoece as pessoas, o quê adoece as pessoas é o radicalismo político em prol da luta pelo poder. Menos política e mais vida, porque nós merecemos.

Minha religião? Sou evangélico. Mas, se não viver o evangelho, vou para o inferno com religião e tudo. Ser Cristão é muito mais do que ter uma religião. É servir e amar a Cristo.

Você não precisa ter religião para ter senso de moral. Se não consegue distinguir o certo do errado, o que falta é caráter e não religião!

A religião não ilumina: ela interrompe o amadurecimento espiritual, intelectual e moral da humanidade.

A religião delimita fronteiras pelo dogma; a ciência as dissolve pela universalidade da prova.

Parece que odeio a religião, mas, na verdade, apenas amo a lógica. Não é minha culpa se as religiões não a possuem.

Se vivesse 10 mil anos, seria tempo suficiente para mudar de religião, sexualidade e ideologia política inúmeras vezes? Será que isso de fato traria mais clareza ou apenas mais confusão?

A religião a transforma culpa em virtude e depois cobra para aliviar a culpa que ela mesma inventou.

Eu amo a religião, mas duma forma invertida: amo refutá-la, pois essa é uma das formas mais eficientes de reduzir a entropia social.

Num cosmos de eterna evolução, a identidade se torna ilusão: sexualidade, religião e política não passam de formas de fanatismo, moldadas artificialmente.