Pequenez do Homem
Em um namoro cristão o homem tem o dever de amar, ensinar e proteger a mulher, porque ela está esperando dele a conquista do seu coração para formar a sua familia.
O manancial de água viva é dado ao homem que anda sobre um deserto, porque a sua confiança está no Senhor.
"O homem que troca sua lógica por paixão a mulher perde autonomia sobre suas decisões, porque ela vai querer opinar várias delas."
O homem que se perde na luxúria para sentir-se validado é apenas mais um que troca seus princípios por mera vaidade.
A maior de todas as tecnologias não é o que o homem FAZ, mas SIM o que o UNIVERSO já CRIOU;
O HOMEM que pensa.
O homem não será livre pela luta, o homem só será livre quando ele abrir mão daquilo que o aprisiona.
O que traz a maior beleza para o coração do homem é a virtude do amor, que gera a esperança de uma vida melhor e superior por meio da presença de Jesus.
Sentimentos de ternas alegrias cobrem o rosto do homem justo, fiel e temente a Deus, porque os seus corações foram transformados ao cumprirem a Sua divina vontade.
Quanto mais sabedoria o homem buscar de Deus, maiores serão as suas alegrias, conquistas e realizações, porque o dever da sua vida cristã está em conhecê-Lo, servi-Lo e honrá-Lo como Senhor.
Por mais inteligente que seja o homem é-lhe dado por Deus o mesmo tempo de vida para conhecer e viver com sabedoria; caso contrário, gastará sua existência com meras vaidades, sem ter aprendido e vivido com propósitos.
É assim que funciona, fica velho e vai embora: quanto mais tralhas pessoais o homem acumular e se firmar nelas, mais cedo enferruja, perde a qualidade do brilho, e sendo ele instrumento que não se deixar passar pela renovação da mente, se distancia de família, do próximo e, principalmente de Deus.
Dois mil anos ainda é pouco para o homem entender que Deus colocou a sua existência no centro de Sua vontade para viver eternamente pela graça que nos foi dada.
Como homem pensante fico bem mais feliz quando estou na pista distraído pro negocio e o caçador olhar feminino inteligente suavemente me escolhe, me acolhe, me induz e me seduz.
Um homem mau oferece muito menos perigo empunhando uma arma do que folheando uma Bíblia.
Empunhando uma arma, ele é previsível, folheando uma Bíblia, não mais.
Pois, nas terras férteis da instrumentalização religiosa, o que não falta é gente ruim se valendo do nome do Filho do Homem para se esconder, aparecer e se promover.
Quando um homem mau empunha uma arma, pode até ferir corpos e espalhar medo por algum tempo.
Mas quando ele abre uma Bíblia e se apropria da fé alheia para justificar sua maldade, o perigo se torna ainda maior.
A arma só atinge a carne, mas a Manipulação Religiosa corrói a Consciência Espiritual, Desfigura a Verdade e Aprisiona o Pensamento.
É por isso que, muitas vezes, o estrago causado por um Falso Profeta se prolonga para muito além de sua própria existência: porque não apenas mata, mas ensina outros a matarem em nome de suas verdades.
A fé deveria libertar e iluminar, mas, nas mãos de quem só deseja poder, transforma-se em algemas invisíveis.
Eis a gritante diferença: balas deixam cicatrizes no corpo, enquanto a palavra descaradamente distorcida deixa cicatriz na alma.
Toda e qualquer forma de manipulação é ruim, mas nenhuma é tão sórdida quanto a Religiosa.
Às vezes, o barco resolve balançar um pouquinho mais, só para nos lembrar que o Filho do Homem tem autoridade até sobre a tempestade.
Quando eu era mais medo que fé, olhava mais para as águas agitadas…
Agora, sendo mais fé do que medo, já posso Vê-lo, vindo ter comigo, caminhando por sobre as águas!
Ele sempre está agindo!
Aos meus — consanguíneos e em Cristo — tende bom ânimo!
Que o nosso Coração alcance a Graça de se transformar em Manjedoura para o Filho do Homem!
Que ele se esvazie das vaidades que o endurecem, e se torne simples o bastante para acolher o Eterno.
Que a palha seja livre da mágoa, do ódio, do lixo e de toda e qualquer podridão.
Que aceite o frio da noite, o silêncio do anonimato
e a humildade,
porque foi ali — e não nos palácios —
que o Amor decidiu nascer.
Que sejamos manjedouras, não por mérito,
mas por rendição.
Lugar pequeno, porém disponível.
Pobre de si, rico de entregas.
E que, ao receber o Filho do Homem,
nosso coração aprenda o milagre maior do Natal:
não apenas celebrar o Cristo que vem,
mas sustentar o Cristo que permanece.
Feliz e abençoado Natal!
