Pequenas mensagens de reflexão
“Tem relações que a gente precisa aprender a soltar não porque foram pequenas, mas porque continuar nelas custa a nossa paz.”
Dr Ederson Dantas psicanalista CBO 2515-50
O peso de continuar não vem de uma decisão grande. Vem da soma de pequenas permanências que você nunca questionou.
É tão bom ver o outro feliz com pequenas coisas que você faz. Não importa o retorno ou se este o valorizará, o importante é fazer o que te agrada, o que te deixa feliz.
"Olho pras minhas mãos, como olhava na consulta com o doutor. As unhas ainda são pequenas. Mas eu não sou mais criança, eu sou, ao que parece, uma mulher."
"Os nossos desejos são como crianças pequenas: quanto mais lhes cedemos, mais exigentes se tornam" .Provérbio Chinês
Isto se aplica aos vícios. Vamos experimentar e acabamos nos viciando" Ademar de Borba
“As coisas pequenas não prometem nada — e é por isso que, quando somem, deixam um buraco no peito que o tempo não tem coragem de preencher.”
“O erro não pertence apenas às mentes pequenas; a diferença é que as grandes têm coragem de examiná-lo.”
Quem aprende a enxergar a grandeza nas pequenas coisas descobre que a felicidade está presente, a alegria é vivida no instante, e o amor é a força que governa a essência da vida.
Reencontrei-me nas pequenas vitórias, elas somam um outro mapa, meu avanço é discreto, mas sempre firme.
A coragem que guardo é prática diária, não espero grandes provas, faço as pequenas, elas somam uma vida inteira de bravura.
Foi no deserto que Deus me ensinou a enxergar flores, pequenas alegrias, esperanças discretas que brotam mesmo onde parece impossível.
O amor verdadeiro não grita em holofotes, sussurra na madrugada. Vive nas obrigações pequenas, nas promessas que não aparecem em fotos. É carregar o cansaço do outro sem espetáculo. É saber que a ternura não precisa de testemunhas. E por isso, às vezes, o amor prefere ser sombra.
A noite mais longa revela o contorno verdadeiro do nosso rosto à luz das pequenas certezas que resistem.
Minha raiva tem o tempero das pequenas humilhações: sal e silêncio. Ela cresce na cozinha, no caminho do trabalho, na janela onde ninguém olha. Quando explode, não pede licença, derruba vasos, palavras, hábitos, e depois deixa um rastro de verdade crua que, estranhamente, cura.
Quando penso em coragem, lembro de pequenas decisões. Elas não soam heroicas, mas movem montanhas internas. Trocar o olhar, dizer o nome, abrir uma porta. São gestos pobres, mas imprescindíveis. E a soma deles nos reconstrói, dia após dia.
