A Bailarina sente a pulsação da alma a cada pirueta, mas assim que a pirueta se desfaz ao término do espetáculo, o grande vácuo transcende, as angustias e dores se fazem presente em si. Viver dependia do seu espetáculo, tal qual sua fome pediu pelo desejo do amar.
Nada como um dia após o outro, um drinque após um momento inoportuno, um bom livro e o aconchego da sua própria dor para te fazer enxergar suas próprias falhas.
Com régua e compasso desenhei um castelo, mas só à mão livre consegui dar vida à construção, desenhando uma princesa; uma lágrima caiu sob seu coração; no portal surgiu um nome: EMOÇÃO.