Pedido de desculpas para professor

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" Pessoas há que fogem de Deus como se pudessem fugir do átomo. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

DA GÊNESE INVISÍVEL DO VERSO.
Antes do primeiro poeta, já havia silêncio.
E o silêncio não era vazio. Era potência.
A palavra não começou na boca humana. Ela começou na necessidade metafísica de significar o mundo. Quando o primeiro ser consciente contemplou o céu e sentiu a vertigem do infinito, ali germinou o germe do poema. O verso nasce no assombro. Nasce da insuficiência da prosa diante do mistério.
A linguagem ordinária organiza. A linguagem poética revela. Por isso o poema não é invenção arbitrária, mas emergência. Ele irrompe quando a realidade excede os limites do discurso comum. Surge quando o espírito percebe que há algo que não pode ser dito diretamente, mas apenas insinuado.
A tradição sempre intuiu que o poeta não cria do nada. Ele participa de uma corrente anterior. Na Antiguidade, falava-se em inspiração. Não como superstição, mas como reconhecimento de que a consciência individual é atravessada por conteúdos que a ultrapassam. O poeta é médium da memória cultural. É intérprete de uma herança invisível.
O útero simbólico de onde procedem os poemas é a própria história do espírito humano. Cada geração deposita ali seus temores, seus êxtases, suas quedas e suas redenções. O escritor que nasce em determinado século não começa em branco. Ele herda mitos, ritmos, arquétipos, formas. Ao escrever, ele reorganiza esse patrimônio.
Sob a perspectiva psicológica, o verso é condensação de experiências arcaicas. Sob a perspectiva metafísica, é atualização de princípios permanentes. A imagem do útero mantém-se rigorosa. Há concepção, há gestação, há parto. O poema exige maturação interior. O precipitado é apenas discurso ornamentado. O verdadeiro verso é aquele que atravessou a noite da consciência.
A continuidade entre escritores não é mera influência externa. É consonância estrutural. Quando dois poetas separados por séculos expressam angústias semelhantes, não é coincidência. É a condição humana reiterando-se sob novas circunstâncias históricas. O estro é continuidade do humano diante do enigma.
Não há criação autêntica sem humildade diante da tradição. A ruptura que ignora o passado empobrece-se. A inovação legítima é transformação, não negação. O novo que possui densidade é aquele que conhece suas raízes. A árvore que despreza o solo seca-se.
Assim, o metapoema reconhece sua própria origem e ultrapassa-se pelas entranhas permissivas de quem é leitor e criador . Ele sabe que fala de si mesmo enquanto se produz. Ele assume que sua voz carrega ecos. Não reivindica isolamento. Reconhece-se como elo de uma cadeia que começou antes e continuará depois.
O ponto final não encerra o processo. Ele apenas delimita uma forma provisória. O silêncio que o sucede já contém o germe do próximo verso.
E é nesse ciclo ininterrupto que a poesia se mantém como testemunho da grandeza e da fragilidade humanas, perpetuando-se como chama que não consome apenas papel, mas ilumina consciências através dos séculos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

"A liberdade começa onde termina a ilusão de controlar o que nunca nos pertenceu."

Inserida por marcelo_monteiro_4

NO INTERIOR DA FERIDA.
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Não peço que a dor se retire. Ela já não é estrangeira. Habita-me como uma presença inevitável, tão íntima que sua ausência seria mutilação. Acostumamo-nos um ao outro nesta estrada do mundo, onde o amor é escasso não por impossibilidade, mas por temor. Poucos ousam sustentar o peso da liberdade que amar exige.
Estou ajoelhado nela, e ela ajoelha-se em mim. Não há hierarquia nesse pacto. Há cumplicidade. A dor não me domina, tampouco eu a domino. Existimos no mesmo espaço, como duas consciências que se reconhecem no silêncio. Dói, mas é minha. E justamente por ser minha, não a repudio. Seria negar a própria textura do que sou.
O horizonte tornou-se cinza. Não o cinza da neutralidade, mas o da revelação. A alegria que ainda subsiste vem úmida, dissolvida nas lágrimas que não pedem testemunhas. Há uma lucidez amarga na compreensão de que a felicidade fácil é distração. O que permanece é a densidade da experiência.
Deixa tudo como está. Não por resignação, mas por fidelidade à busca. Ainda procuro a verdade, e essa procura não admite adornos. A diferença, que antes feria como julgamento, perdeu importância. Diante do absoluto, as comparações são ruído. Cada ser está ligado à própria travessia.
Se poucos amam, é porque amar implica assumir o risco da própria exposição. Amar assim é aceitar que não há garantias. É lançar-se ao outro sem a promessa de retorno. E, ainda assim, continuar.
Permaneço na linha fina do meu horizonte. Não por esperança ingênua, mas por decisão consciente. A dor não me define, mas me revela aos poucos a mim mesmo. E enquanto a verdade não se deixa capturar, sigo caminhando, mesmo que o caminho seja feito de sombra e silêncio. É pura lição e essência absoluta do absoluto. Gratidão.

Inserida por marcelo_monteiro_4

POEMA PARA O AMOR NA DOR.
Eu já viajei por estradas de vento e saudade como se cada curva fosse um corte na carne do tempo até descobrir que o amor espera à margem da estrada exangue e solitário.
Eu vi teus olhos como duas chamas bruxuleantes no crepúsculo do mundo e ouvi no silêncio teu nome mais profundo do que todas as vozes que se perderam na noite.
Cantaste a canção que não termina e a dor tornou-se verbo que pulsa como coração ferido de tanto amar a quem não volta.
O amor é esta estrada interminável onde cada batida de peito é um grito e cada lembrança é um corte que sangra luz e sombra.
Eu te amo como quem espera junto à beira do caminho sabendo que a alegria só existe porque a dor ensinou-me a reconhecer o valor de cada gota de vida.
Ainda que o mundo se acabe entre nós eu guardo teu nome no centro mais ardente do peito onde a dor é chama e o amor é chama mais forte ainda.
E assim eu canto até que o tempo se renda ao meu amor feito dor e a dor se renda ao meu canto feito amor.
Autor:Marcelo Caetano Monteiro .

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Primeiro a gente ama;
Segundo a gente peca;
Terceiro a gente pede Perdão.
E, começa tudo de novo!
Assim é a vida do lado de cá...
☆Haredita Angel- 12.05.12

Inserida por HareditaAngel

Não permita que leprosos toquem a sua vida, toque-os com seu amor, cure-os com seu perdão.

**PERDÃO**

O perdão me emociona, talvez seja o sentimento mais cevado, sovado e sangrado que o humano é capaz de alcançar,ainda mais quando é parido de uma relação que outrora fora de amor...
E quando acontece, mutuamente, presencialmente é plenitude do SER, caminhos de lágrimas a limpar e purificar tornando tudo mais leve e abençoado.

Caráter vem de berço.Solidariedade e amor ao próximo vem dos ensinamentos familiares.Pedir perdão,reconhecer e admitir o erro,perdoar e ter humildade é para os fortes.Inveja,falsidade,preconceito,egoísmo e superioridade é para os fracos...#REFLETIR!

Somente o perdão poderia ajudá-la a seguir em frente.

Não espere a briga, para pedir perdão. Não espere provas, para demonstrar. Não espere ficar só, para compor uma nova canção. Não espere ser deixado, para se importar. Simplesmente, não espere a desistência, para então valorizar.

.. Hey,
perdão aí por tanta sinceridade.. É que cansei de carregar o mundo nas costas. Queria poder sorrir também o meu sorriso, não somente o de quem amo..

Quando comecei a te amar aprendi a rezar e a pedir perdão. Afim de ser perdoada pelos meus pecados e um dia merecer o seu amor.

O perdão é o remédio mais eficaz para suplantar a dor da ofensa e a maior demonstração de fé em Deus

Peço perdão por todas as coisas que te fiz passar, por não saber te amar, por te fazer chorar, por não te abraçar todas as vezes que buscou meu colo, peço perdão por te fazer lembrar que ainda existo, peço perdão por ter cruzado teu caminho...PEÇO PERDÃO POR AINDA NÃO TÊ-LA ESQUECIDO, por não saber anular aqui dentro o que sinto, peço perdão por te amar desse meu jeito tão esquisito, por não saber utilizar meus instintos, peço perdão, perdão...

Amor e perdão


Das passagens bíblicas temos o exemplo de São Paulo que antes de ser Paulo era só Saulo de Tarso e perseguidor dos cristãos. Antes da visão que teve na estrada para Damasco, matou inúmeros seguidores de Jesus. Mesmo sendo assassino, tornou-se um dos maiores seguidores de Jesus e cumpriu sua missão pregando o Evangelho de Jesus ao mundo, em especial aos pagãos.
Pois é temos um santo que antes fora assassino e a nossa visão hoje dos criminosos? Como pode ser termos um santo que antes de sua conversão havia matado milhares de fies e não aceitarmos que alguém que já cumpriu sua pena tenha convívio na nossa sociedade.
Paulo de Tarso teve numa mesma existência a oportunidade de nos mostrar que é a mudança é possível, uma vida de crime passou a ser uma vida de amor. Ninguém sequer cita o passado de Paulo, todos são falam do amor que ele transmitiu em suas mensagens.
Porque então não podemos perdoar aqueles que cumpriram sua pena?
O que há de errado em nossa criação? Porque não conseguimos esquecer o erro alheio? Porque ficamos sempre indagando o porque, o motivo do que levou a fazê-lo?
Falta ainda muito amor em nossos corações. Incrível como o amor somente se manifesta em nossas relações mais próximas. Sabe aquela frase: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”? Pois achamos lindo, cantamos com toda força dos nossos pulmões. Mas acho que nunca paramos para questionar que pessoas? Amar a quem?
Pois é o que devemos fazer preciso amar a quem?
Precisamos aprender amar a todas as pessoas do mundo sem distinção. Não é nada fácil, porque temos uma coisa dentro de nos chamada preconceito, que precisamos eliminar esse sentimento para então dar vazão ao amor.
Amor é a única forma de perdoar, só consegue perdoar quem sabe amar!
Faça disso seu projeto de vida: aprender a amar!!!!!!!!!!!!!!!
Para quem sabe consiga perdoar!!!!!!!!

QUERO SEGUIR-TE

Deus! Meu Deus!
Peço perdão,
Por todos os pecados meus.

Deus! Meu Deus!
Me dê sua mão,
E leve-me oh! Deus!
Pelos caminhos teus.

Quero te seguir.
Quero te servir.
Eu quero fazer,
Só tua vontade.

Pai! Oh! Pai! Eu sou,
Um pobre pecador.
Oh! Tira-me a dor,
E tem de mim piedade.

Pois só tu és Deus!
Pai e meu Senhor.
Que me tem amor,
E me ensina a verdade...

Elciomoraes

Sem perdão pra quem não fala a real, afinal, falso não vai pra frente, queira sim, queira não... runnf --'

Senhor do Português
Perdão pelos meus erros de português, eu até me esforço, mas a minha pressa no teclado, é que me faz errar, eu prometo melhorar, aos poucos, o senhor vai ter paciência comigo?
Mas também senhor do português, quem é que nunca errou? Que atire a primeira letra do acerto, eu não me lembro do meu, eu só sei que na infância, eu era muito feliz, e ninguém me criticava, por escrever errado, era dito com carinho.
Poxa! Senhor como é difícil escrever bonito, fazer com que as pessoas entendem o que eu quero dizer, mas eu vou tentar até conseguir, escrever com perfeição e orgulhar-me da minha escrita.
Eu vou treinar todos os dias, até ficar pronta, mas não perfeita, pois ninguém é perfeito em toda escrita, algumas pessoas até gostariam de ser, mais não são, eu só gostaria de errar menos.
Senhor eu peço, me dê bastante sabedoria, pra colocar as palavras no lugar certo, me ajude a organizar as frases e me mande muitas ideias, eu pretendo continuar escrevendo.
Senhor do português, dai-me humildade para receber as críticas, mas que elas venham de pessoas, que saibam fazê-las, peço também senhor que, quando estas pessoas lerem alguma coisa errada que eu escrevi, que elas copiem corretamente.

Não faça uso cênico do perdão e nem jogue com ele em favor do marketing pessoal para demostrar-se, espiritualmente, uma pessoa elevada. Perdoe, mas sem hipocrisia.