Pedido de desculpas para professor
Aprendi que o tempo é professor
Ensina a força que vem do amor
E cada erro que me fez cair
Foi quem me ensinou a seguir _ Frase da música Seja Luz do dj gato amarelo
Professor,
Realmente você tem valor!
O seu exemplo deve ser seguido,
Forte guerreiro com seu
Escudo - o livro.
Semeador de conhecimento,
Sua lida enobrece
O seu caminho e
Rega de bençãos a sua vida.
O professor ensina.
O padeiro faz pão.
A função do escritor é escrever, nem tudo é fato, a maioria das vezes é apenas inspiração.
Ficção, história, conto, no meu caso sou apaixonada por crônicas filosóficas, qualquer semelhança com a realidade é mera, coincidência 😉
Se alguém diz ser professor, deve mostrar por ensino; se alguém é dado uma tarefa e não cumpre, não deve ser dado mais outra tarefa, ou seja, "todoaquele que é dado alguma comida e joga fora ou deixa-a se estragar, não deve ser dado mais!"
Se alguém diz ser professor, deve mostrar por ensino; se alguém é dado uma tarefa e não cumpre, não deve ser dado mais outra tarefa, ou seja, "todo aquele que é dado alguma comida e joga fora ou deixa-a se estragar, não deve ser dado mais"!
O respeito começa em casa, pela família; mas numa escola é fundamental que ele comece pelo professor.
Enquanto o professor sacrifica a voz para abrir mentes e o policial arrisca a vida para proteger o próximo, o pastor hipócrita enriquece vendendo um terreno no céu que ele mesmo não faz questão de visitar tão cedo.
A Guardiã dos Avisos Ignorados
Por Ramos António Amine, Professor de Filosofia
Nada estava visível naquela noite. Mas algo pairava, em surdina, nas pequenas coisas que costumamos ignorar: a Guardiã dos avisos ignorados.
Uma alta dirigente distrital decidiu partir para a cidade a fim de passar a quadra festiva junto da família. Fora avisada de que a lei não concede diferimentos favoráveis a viagens impulsivas de quem detém autoridade. Ainda assim, escolheu ouvir o coração pois, em tempos festivos, o coração costuma falar mais alto do que a norma. A regra foi relegada ao segundo plano, dobrada e esquecida, enquanto à frente da dirigente seguia apenas o desejo de estar entre os seus.
Não faltou quem tentou dissuadi-la. Não com gritarias nem com processos disciplinares, mas com a frieza de quem conhece o peso da responsabilidade. O aviso foi simples e claro: quem serve o distrito não deve servir-se dele sem consequência. Contudo, a decisão já estava tomada. Quando o poder se habitua a mandar e passa a ouvir apenas a si próprio, aprende também a ignorar os avisos.
Naquele dia, apesar de esburacada e lamacenta, a estrada comportou-se silenciosa, como sempre é a Guardiã dos avisos ignorados.
No caminho, o mundo cobrou o preço da decisão. O irreparável sucedeu. Um corpo ainda marcado pelas ressacas das vésperas atravessou a estrada e, num instante, tudo se desencadeou: decisão em absurdo, movimento em culpa, pressa em tragédia, quadra festiva em luto. A estrada manteve-se indiferente, enquanto uma vida se despedia sem temor nem tremor.
Em delírio, a dirigente recorreu ao gesto mais antigo do mundo moderno: ligou para casa. Do outro lado da linha, o marido correu para socorrer quem amava. Mas o absurdo: hóspede discreto da condição humana, ainda não havia concluído a sua obra.
Ao calçar os sapatos à pressa, o marido foi mordido por uma cobra, escondida onde ninguém espera a morte: no abrigo quotidiano do pé. Assim, num só encadeamento de factos, uma decisão tomada no distrito gerou tragédia na estrada; a tragédia clamou por auxílio; e o auxílio quase gerou outra tragédia. Nada disso constava nos planos da dirigente. É assim que o absurdo opera.
Houve conspiração? Intenção malévola visando a sua queda? Não se sabe. Sabe-se apenas que houve consequência. A exceção aberta à interpretação da lei abriu caminho; a pressa acelerou; e a Guardiã dos avisos ignorados, amontoada nos sapatos, respondeu como sempre: silenciosa, inevitável.
Talvez seja isso que mais nos vulnerabiliza: o mundo não castiga, apenas responde. Responde ao orgulho, à arrogância institucionalizada, às escolhas impulsivas, ao descuido, à crença perigosa de que o cargo nos coloca acima da lei, dos outros ou do absurdo.
Na origem desta tragédia esteve uma decisão. No fim, restou a estrada.
E a estrada resta sempre para ensinar, sem alarde, que o poder é efémero, que a vida é um sopro e que o absurdo nos acompanha justamente onde julgamos estar seguros: na exceção que toleramos, na viagem que consentimos a nós mesmos, no otimismo que nos dispensa da prudência.
Enquanto os homens celebram datas e inventam hierarquias, a natureza permanece silenciosa e atenta, indiferente às nossas justificações. E a Guardiã dos avisos ignorados, paciente, continua onde poucos ousam procurar: no intervalo entre avisos e a decisão.
E agora, Professor?
E agora, Professora?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que você se deparou
Com tanta gente opressora?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que te fazem salvador
De uma triste realidade?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que esperam de você
Muito mais que capacidade?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Ensinará o conteúdo
A quem não quer aprender?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Já soube que o mundo todo
Depende muito de você?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu a utopia
Que é a pedagogia?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que aprendeu que a teoria
não serve para a prática?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que precisar educar mentes
E barrigas extremamente vazias?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu que outros
seu trabalho, melhor, faria?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que você não tem valor
E nem tão pouco o respeito?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que fará com tanta dor
E com tanta decepção?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que o ano não acabou
Mas, você se esgotou?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que mataram os seus sonhos
E te fizeram de vilão?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que descobriu que seus méritos
Não são mais que obrigação?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que colocaram na sua conta
Toda a deseducação?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Como ensinará o amor
Em meio ao caos e opressão?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que diminuíram o seu valor
E te juntaram com pá e vassoura?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que te culparam por toda
Falta de vontade e querer?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Que escancararam para todos
O quanto errado tu és?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
Vais apelar para o Senhor
Para a mamãe ou para o doutor?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
E agora, Professor?
E agora, Professora?
A educação é um tripé formado pelo Professor (Escola), o aluno e a sua família (Encarregado de educação).
Nas aulas, o professor não deve ficar preso ao material didático do estado. É importante buscar outros recursos que ajudem os alunos a aprender melhor. Afinal, tanto o professor quanto o aluno estão sempre a aprender.
O professor transforma a sala de aulas num espaço de descoberta, maximizando o aproveitamento pedagógico dos alunos.
Ser professor é mais que uma profissão
É um dom que exige amor e dedicação
Cada dia, cada momento, uma superação
Meu muito obrigado aos mestres
Que fizeram parte da minha vida
Pessoas importantes, pessoas queridas
Jamais, nunca serão esquecidas.
Todo professor já foi um "reles" aluno.Por isso,ensine com paciência e jamais subestime um estudante.Alunos assíduos desde a infância serão bons profissionais,pois terão compromisso com o trabalho.Existem alunos que mesmo com notas baixas possuem alto potencial intelectual e seus professores podem não notar suas capacidades intelectuais.Logo,podem alcançar degraus mais altos que seus mestres.
Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.
"Quando pensar em desistir, lembre-se do que disse aquele professor americano (de Harvard) sobre aquele brasileiro: 'Tinha tudo para dar errado. Mas deu certo!' "
"O brasileiro citado era negro, pobre, epilético e órfão desde pequeno. Com tudo isso e mesmo sem frequentar escola regular, tornou-se o maior escritor brasileiro de todos os tempos!"
Frase Minha 0670, Criada no Ano 2013
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
