Pecado
"Uma das melhores bênçãos da vida é alcançar o ápice do amor sem ter o peso da culpa do pecado."
— Anderson Silva
"Satanás fará de tudo para te convencer de que o seu pecado é normal e de que entregar a sua vida a Cristo não é tão necessário assim, para que, no fim da sua vida, sua alma acabe no inferno."
— Anderson Silva
Sonhar não é pecado... Então por que estamos amargurados e com medo de um Novo Dia? Crer é ter sonhos com Fé.
Eu sou...
O teu pecado
Refém do teu costume degenerado
Venerado cálice de veneno destilado
Apreciado como absinto que te inebria
Distinto vício que ao seu instinto
desatina
Intrínseco desejo libertino
no âmago impresso e reprimido
Sórdido delito de um "mito" sádico
Que desfruta o fruto proibido
O hábito de um ávido sátiro
Oculto um segredo conspícuo de uma efêmera e lisonjeira ilusão
Arraigada obsessão de
uma insensata fantasia abstrata
Incrustado sentimento vil e estéril
No seu insano íntimo
FAZER O BEM
Quem sabe que deve fazer o bem e não faz, comete pecado, pois não podemos omitir a ação e ter apenas o conhecimento sobre o que é certo e errado. A responsabilidade de agir, é fundamental para a moral e a fé pois quem faz o bem, tem que ter sabedoria para suportar a ingratidão. Se concientizar que nem todos tem o mesmo coração, assim evitaremos frustrações futuras. Faça o bem sem esperar nada em troca porque a nossa recompensa não virá das pessoas, mas de Deus.
Eu me reinvento no teu abismo profano,
onde o risco é convite e o pecado e bondade.
É no teu caos escandaloso que descubro a alegria
de te querer sem censura, sem defesa, sem pudor.
Teu olhar é incêndio indomável:
devora minhas certezas,
acende delírios que eu nem sabia guardar.
Mulher devastadora,
és fúria e abrigo,
tempestade que rasga e calmaria que permanece.
Teu amor é veneno doce,
embriaga sem pedir licença,
um feitiço lúcido que eu escolho não quebrar.
Teu corpo, território proibido,
transforma cada toque em revolução,
cada beijo em promessa que desafia o tempo.
E quando me entrego a ti,
não sou apenas homem —
sou excesso, sou vertigem,
sou universo em expansão,
desejo livre,
sem limites, sem volta, sem arrependimento.
" Contudo, tem o maior auto-respeito, e para este fim não
peques contra ti mesmo. O pecado que é imperdoável é rejeitar
consciente e intencionalmente a Verdade, recear o conhecimento mesmo que aquele conhecimento não alcovites teus preconceito."
Não serei teu anjo, sou todo todo seu pecado, não sou teu anjo porquê a em mim todos os pecado, serei apenas seu demônio por viver a te desejar, não tenho consciência quando se trata de amar, sou todo amor, sobrevivo de amor, sou sem pudor no amor, não sou um senhor, sou safado quando se tratar de desejar, não tenho nome, meu nome pode ser o qual você desejar, só enquanto estiver com você, se seu amor não for pra me levar pra pra cama, então pra mim não será amor, serei tudo que você quiser, mais não serei seu anjo, porquê é no pecado que vivo a te desejar, Armando Nascimento
O verdadeiro Evangelho não compactua com o pecado, nem defende criminosos ou justifica crimes, mas também não celebra a morte de ímpios e pecadores. O desejo cristão é que todos se arrependam de seus maus caminhos, sejam transformados e encontrem salvação em Cristo Jesus!
“O pecado afetou tanto a vida do ser humano que, infelizmente, muitas vezes, quando alguém cobra e vive o que é correto, acaba sendo visto como errado.”
— Anderson Silva
PROFANO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Se não fosse pecado
para os olhos teus,
uma queda nos meus,
tua fé te poupasse
de qualquer vingança...
Meu amor desgarrado
teria um brinquedo,
um instante, um segredo,
uma doce lembrança.
A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.
