Não volte ao passado
Não viva pelo futuro, pois você não o conhece.
Nem chore pelo passado, pois ele não voltará.
Viva pelo hoje e pelo agora, pois talvez você não terá essa oportunidade outra vez.
Viva o hoje,o plausível, viva o momento.
O passado expirou,não tem volta.
O futuro é invisível e depende do seu hoje.
"Não posso voltar ao passado para apagar o futuro.
Mas posso te dar um futuro, que tornará o passado, simplesmente, passado."
o tempo nao para enquanto vc refleti sobre seus atos,
o passado nao volta, o presente deve-se viver como se fosse o ultimo momento de sua vida,
o futuro é inserto e muitas vezes pode nos surpreender.
Pense e reflita sobre suas atitudes, saiba fazer decisoes de forma correta, pois o tempo nunca gira no sentido anti-horario,e certas decisoes podem destruir uma vida,
evite cometer erros, saiba amar quem esta ao seu lado, de modo a retribuir o amor de quem te ama, porque nada dura eternamente.
Coisas do passado quando voltam ao presente são ruins, talvez boas... Eu não sei, eu fico triste, mas não sei se a tristeza é por medo que essas coisas ‘boas’ voltem a acontecer e as lembranças ruins retornem ou se é pq elas aconteceram e se tornaram apenas lembranças, nem boas nem ruins, apenas fatos do passado... Mas o pior é que elas voltam a acontecer, de certa forma e com tal intensidade que você não percebe, e quando para e vê já aconteceu, vc já está lá... É uma perfeita emboscada, é o amor... Coisas pelas quais todos os seres humanos, seja de uma forma ou outra, irão passar... Ai a gente inventa nomes, fórmulas, conclusões... Uma onda de mentiras, que se definem em apenas uma verdade, nós estamos apaixonados, uma coisa boa ou ruim? Isso, como tudo na vida, apenas o tempo dirá...
Não deixe q a sombra do passado cubra a luz q quer iluminar o ser caminho de volta a esperança no futuro.
É como não saber o que se passa no coração.
É como não poder volta ao passado.
É como minha vida não dependesse só da minha vida.
É como passos curtos em um caminho longo,
Você nunca sabe se vai chegar lá.
É como não sentir medo de morrer e sim de viver.
É como saber o que acontece agora o que alguns só vão saber no futuro.
Apesar de não podermos voltar ao passado para planejar um novo começo, é no presente que podemos planejar um futuro com um novo final.
Parte II
passado, e de um presente que não voltaria a acontecer, nem em um instante e nem em um outro momento, que os cabelos loiros mostravam de longe que ainda tinha uma vivaz forma e cor, mesmo isso não agradava a si, como já havia sido antes no passado e nem tão pouco no futuro, poderia existir mas o que os seus olhos contavam de uma vida toda sem nunca ter visto, que seus cabelos não eram na verdade tão importantes, como a perda de toda sua dignidade ou o momento de não ser o outro com sigo mesmo, ainda buscava no presente o mundo que tinha sido tomado como uma cerveja que se acaba em gargalo, e implodiu toda a razão, de sua existência como um ente que participa dos momentos que se passam com percepção e já não mais analisava, o outro como o um e nem tão pouco se obtinha algum momento nos olhos fundos que se misturavam com o cabelo loiro, antes da cerveja havia um único momento que ainda o outro tinha a percepção do que era o ser em si ali imponente, com as situações que colaboravam com sua própria vilania de sua rotina maquinal, que sempre como um pombo que foge de sua morada que não é mais que um cativeiro pleno, e sempre volta ao mesmo momento, perplexo por não buscar o mesmo que poderia ser o outro na sua imagem joga sua imagem como um tijolo de construção vermelho no contra espelho do motorista, e já sabe que o outro não esta mais ali, apesar do silêncio cortante que os olhos refletidos contínuos mordiam, a memória de um dia que não era um dia mas a noite que apenas quedava nos olhos de todos que encontravam o outro no observador, o resvalar do plástico que não era mais plástico, mas papel e um rato que observava o observador com seus olhos de punguista perdido com um chapéu que tinha meia aba, que não era aba numa noite quente que denunciava a presença de um rélis, do que poderia ser mas não foi, e mesmo quando buscava o momento de ser do outro, que ainda não era o outro mas o mesmo que já havia em tantos becos, com olhos vermelhos e cheiro de cachaça fétida do inicio da noite, que ainda há de haver bailarinos como palhaços e o mais cruel de todos com sigo mesmo, enquanto deveria deixar o outro de ser o mesmo, que sempre foi o mesmo rato com os mesmos olhos vermelhos dos punguistas, que se deslocam por entre o acumulo de corpos mortos, para absorver de suas entranhas de formas viscerais no nada que poderia existir no outro que não é mesmo por seu olhar desconfiado, ter encontrado os olhos do observador que do outro ou de si mesmo nada mais teme, do que ter olhos de rato ou ter hábito fétido no cair da noite, com estrelas que ainda se apresentavam tímidas numa noite quente, após sua cerveja bem trocado por papel em mãos imundas que procuravam não o valor necessário, mas o próprio eu que não era o que existia, mas o que se encontrava como um grande animal de circo, que bem adestrado faz truques que estratifica o outro eu que não é o eu tão pouco o outro de uma deliver, qualquer sem destino num centro sem coração e sem alma que ali o único sentido de ser é onde o ser jaz por jazir, como um corpo morto de um rato em beco qualquer sujo e imundo, não menos que os que ostentavam seu perfume françes, que não se importava tanto como uma doce sedução do buscar o outro perdido, se era o existir ou não existir do mesmo, no mesmo lugar de saber que de françes o nome ostentava mas gruía como a um selvagem que de nada adiantasse os mais fulgazes das identidades de ser o ser em si ou o outro, havia o outro que rasgava os tecidos da noite como a um véu que se parte do ponto de ruptura, do que a no observador como outro, mas que com sua luz brilhante como um sol desconhecido em brilho e magnitude da aurora de um próprio momento de luz angelical, que sua luz paira no ar, o outro que o observador se encontrava como o mesmo, imponente e
