Parque

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Havia uma mãe com sua filha em um parque, estava a ensina-la a andar de bicicleta dizendo: “Levanta pra cair de novo; vamos, não desista; é assim mesmo, levanta, vamos levanta pra cair de novo”.
Ensinando também a viver estava, pois a vida é assim, temos muitas vezes que levantar para cair de novo, de novo e de novo até aprender, até vencer!

⁠Seu corpo é um parque de diversões que eu quero brincar durante toda uma vida.

⁠Se você não entende o que é reciprocidade, vá a um parque e tente brincar sozinho numa gangorra.

⁠Você sabe que há mágica nas pequenas coisas, que o parque ao lado do estádio pode ser mágico e que as coisas mais importantes não são as mais óbvias.

Bora...

⁠Um café na padaria
A ida ao parque
Um passeio na praça
O correr na garagem

O grito de gol
O aplauso no teatro
A roda de violão
A pintura do salão

Uma linha ao lago
A fantástica gargalhada
O churrasco nas mãos
O abraço de coração

Tudo pode ser perfeito
Cada minuto é valioso
Ame, demonstre, faça acontecer

Berlim

Tem os jardins de cerveja no parque,
Berlim é relaxante e bom para a saúde,
Excelência na medicina de qualidade,
Pode-se apreciar o pôr do sol da cidade!
Cidade cheia de história, cultura e beleza,
Os turistas são atraídos pelo marco popular.
Hoje é símbolo de liberdade e franqueza
Em Berlim incluem arquitetura fantástica!

São Paulo

O Parque do Ibirapuera e um dos melhores lugares,
Atividades físicas ao ar livre não tem igual em Sampa.
É rota de fuga da selva de pedra no centro da cidade,
Vale a pena passear no Masp e no Museu do Ipiranga!
A avenida Paulista é o cartão postal desta bela cidade,
O centro dos negócios está alí, além de lojas interessantes.
Lugar fantástico que nos seduz pelas suas frutas exóticas,
É o Mercado Municipal, entre todos, o mais importante!

Olhe o parque
E a roda gigante
Rodando, rodando
Como nossas vidas
Brincamos, brincamos
Nunca levamos a sério
O grande carrossel
Não pare, não pare
Nosso parque se foi
Quero que volte
E que ele traga
Nossa pipoca
Nossa maçã do amor
Que novamente
Rodemos de novo
Juntos no carrossel
Que olhemos
Para o céu
Na roda gigante
Como toda criança
Que sonha
Pra sempre
Que a vida
É um parque
O parque da vida
E o mesmo carrossel

Eu espero que eu encontre o amor da minha vida em um parque, e não em uma rede social.

⁠Com você, qualquer pracinha vira parque de diversões.

Num dia de sol, num parque em flor,

Cercado por risos, calor e amor,

Uma garota de alma tão pura,

Viu algo no chão que pedia ternura.



Um corvo caído, sujo e ferido,

De olhar apagado, peito oprimido.

Os outros diziam: “Não toque, não veja,

Ele vai te ferir, trazer só peleja.”



“Esse corvo é livre, não sabe ficar,

Mesmo se curado, vai te abandonar.

Leva doenças, te fere em vão,

Não merece abrigo, nem teu coração.”



Mas ela, teimosa, quis insistir,

Achou que amor pudesse redimir.

Cuidou com carinho, limpou sua dor,

Mesmo sendo arranhada sem pudor.



Com dedos sangrando, ainda assim sorria,

Mesmo quando a alma já não resistia.

Ignorou alertas, deixou-se doer,

Acreditou que amor pudesse o corvo deter.



E então, num dia tão claro quanto o primeiro,

O corvo se ergueu, virou passageiro.

Abriu suas asas, cortou o céu,

Sem olhar pra trás, sem um gesto fiel.



Não foi por maldade ou falta de afeto,

Mas o corvo é assim — livre, inquieto.

A garota ficou, com o peito em pedaços,

Percebeu que amor demais também deixa espaços.

um padoque, um pátio, uma praça e um parque conseguem demonstrar como estaria um tipo de paraíso.

"O mundo não é um parque de diversões para quem gosta de praticar maldade; o destino cobra juros altos de quem deve honestidade."

Não desista dos seus sonhos.....
Quarenta anos atrás comecei num circo,
e Parque de diversões,
Vivendo de promessas e mentiras,
E nunca consegui nada,
a não ser o que comer,
E onde dormir,
Quarenta anos depois, estou conseguindo,
o que quero, sem promessas e mentiras,
Com a minha perseverança e persistência,
Sem pedir nada pra ninguém,
Por que Deus é maior, e eu acreditei...

Divirta-se
A vida é uma roda gigante
Um parque encantado

Permita-se
Sua história é vc quem escreve
E ela será a melhor que puder fazer.

Ame-se
Antes de dar amor
É preciso amar-se

Brinque e seja feliz nesse parque
Onde sua história de vida , permite o seu melhor ...

Capricha ai...

Esperando no parque!


Ainda não chegas!
O parque dorme. E espera, quieto!
O silêncio também...
As pitangas, o riacho, a sabiá,
O joão-de-barro, o tico-tico
Nas árvores esperam...
Mudos, quase mortos, o dia que já vem.
E logo vem!

Sem graça...Mas vem!!

E então... Você também!!!

O riacho canta.
Rouco e bonito!
A sabiá dança, dança!!
O joão grita, grita...
E o tico pula, pula!!

Pedem o sol.
E Deus sorrindo, obedece.
As pitangas envermelham e se oferecem
De graça...com vergonha...
Sem graça de tanta graça!!
Os galhos pendem e se despedem..
Até que voltes...Se é que voltas!!!

Carlos Kau Romano-1993
Curitiba-PR

"Como você faz para ir ao circo ou ao parque de diversões sem passar pelo ringue?"

*O FILTRO É O PROBLEMA*

No primeiro sábado realmente quente depois do inverno, fui ao parque central da cidade.
Não por esperança. Tenho idade suficiente para desconfiar de qualquer coisa que prometa renovação.
A primavera tinha chegado sem pedir licença. Havia flores demais, folhas novas demais, gente demais tentando recuperar em poucas horas aquilo que o frio havia roubado durante meses.
As crianças ocupavam os espaços com a irresponsabilidade própria de quem ainda não descobriu que a vida cobra juros. Algumas brincavam. Outras apenas estavam ali, largadas ao sol, como se não houvesse nada urgente no mundo.
Os adolescentes circulavam em pequenos grupos. Ensaiavam aproximações. Um olhar demorava mais que o necessário. Uma risada surgia sem motivo. Um deles ajeitava o cabelo antes de passar perto de alguma garota. Pequenas operações de guerra, ainda sem mortos.
Os adultos eram mais complicados.
Alguns caminhavam como se estivessem cumprindo uma obrigação médica. Outros conversavam, sorriam, fotografavam flores, filhos, cães, os próprios pés, qualquer coisa que pudesse provar depois que haviam participado daquele dia.
Havia também os de sempre.
Sentados com a expressão de quem fora condenado a respirar o mesmo ar que os outros.
Reclamavam da quantidade de pessoas.
Do barulho.
Das crianças.
Do calor.
Da primavera.
Esses deveriam ter ficado em casa.
Não porque o mundo lhes devesse silêncio, mas porque certas pessoas carregam uma espécie de quarentena particular. Saem de quatro paredes e levam outras quatro dentro da cabeça.
O curioso é que chamavam aquilo de realidade.
Fiquei observando.
O parque não era bonito.
Também não era feio.
Era apenas um lugar cheio de gente tentando interpretar o que estava diante dos olhos.
E foi aí que percebi o truque.
Talvez o caos nunca tenha sido tão caótico quanto parece.
Talvez o problema esteja no sujeito que olha.
Um homem vê uma multidão e sente ameaça.
Outro vê companhia.
Um enxerga crianças fazendo barulho.
Outro enxerga infância.
Um vê adolescentes desperdiçando tempo.
Outro reconhece, com alguma vergonha, a própria juventude.
A mesma cena. Cabeças diferentes.
E cada cabeça jurando possuir a versão correta.
Passei boa parte da vida fazendo isso.
Escolhendo um ângulo.
Defendendo uma interpretação.
Chamando suas preferências de princípios e suas feridas de experiência.
Depois comecei a perceber que muita coisa que eu chamava de verdade era apenas uma maneira confortável de permanecer sentado dentro da minha própria versão dos acontecimentos.

O sujeito cria uma explicação.
Depois passa a viver dentro dela.
Cria um inimigo.
Depois precisa encontrá-lo todos os dias.
Cria uma identidade.
Depois passa o resto da vida protegendo-a.
Cria uma história sobre si mesmo.
E quando alguém ameaça essa história, reage como se estivessem tentando arrancar-lhe a pele.
Talvez liberdade seja uma coisa bem menos gloriosa do que imaginamos.
Talvez seja simplesmente deixar de acreditar tanto na própria narrativa.
Eu olhei novamente para as pessoas.
As crianças continuavam brincando.
Os jovens continuavam tentando impressionar uns aos outros.
Os adultos continuavam fingindo que sabiam para onde estavam indo.
Os mal-humorados continuavam mal-humorados.
Nada havia mudado.
Só havia mudado o lugar de onde eu estava olhando.
E isso foi desconfortável.
Porque, quando o observador percebe que também faz parte da cena, perde a vantagem de julgar.
Não há mais plateia.
Não há mais personagem principal.
Há apenas alguém olhando.
E esse alguém também está sendo observado pela própria consciência.
Nesse instante, minha história pareceu menos importante.
As coisas que eu havia defendido.
As coisas que eu havia perdido.
As pessoas que eu culpei.
As versões que construí para suportar determinadas noites.
Tudo começou a parecer uma coleção de móveis dentro de uma casa que eu já não precisava habitar.
Foi estranho.
Não houve revelação.
Nenhuma luz desceu do céu.
Nenhuma música começou a tocar.
Apenas uma pequena suspeita.
Talvez eu não seja aquilo que penso sobre mim.
Talvez você também não seja.
Talvez sejamos menos definidos do que passamos a vida tentando parecer.
Fiquei ali por mais alguns minutos.
Sem procurar significado.
Sem tentar consertar o mundo.
Sem transformar o parque em uma lição.
As pessoas continuavam passando.
E, pela primeira vez em muito tempo, eu não precisei decidir o que aquilo significava.
Foi quase nada.
Mas, para quem passou anos carregando explicações, quase nada já é uma forma razoável de liberdade.

Você já se divertiu em um parque de diversões, onde ninguém sabe seu nome, e por um instante o mundo esquece sua história, e você também?

Um lar vazio é o verdadeiro parque de diversões para um introvertido.