Paragrafos de Amor
Ter honra, palavra, dignidade, moral e ética definem o bom caráter.
E quem é que liga para isso hoje!?
Na Natureza tudo é muito fácil. Só é necessário lutar, constantemente. Lutar para comer, lutar para não ser devorado, lutar para conseguir copular e lutar para conseguir e manter um território. Fácil e simples assim.
A ciência consensual evolui quando hipóteses e teorias são comprovadas por meio de experimentos bem conduzidos, observações práticas e conclusivas e resultados confirmados mais de uma vez.
Acabou vendo, Joan Brossa,
que os verbos do catalão
tinham coisas por detrás
eram só palavras, não.
"O sentido da vida é viver; o sentido da alma é existir; a vida finita, transcende; a alma pujante, se eterniza!"
Eu tinha esquecido como era bom acordar com alguém ao lado. Se quisermos, esta pode ser a nossa rotina.
Pensei que eu não estivesse à altura. Que eu não pudesse te fazer feliz. Mas surgiu alguém que me fez ver que não sou tão ruim, que nem sempre sou o problema, que é possível achar uma solução juntos.
Cativo Castigo
Em minutos...
Se tornam séculos
E em cada década
De milissegundos
Penso em sua voz
Oh meu poeta,
Entre todos os conhecimentos escondidos
O proibido que espero
É da profana poesia
Do seu universo
Em todos os campos
Onde eu aguardo
Escutando as mensagens
Dos ventos
Atenta de um comentário
Sobre ti
A procura
Deitada
A vigia
Pensativa
A inquietude
Alegre
Tardeia alaranjada
Cansada
Sobre os brotos de trigo
Meu Ethos há ti
Distans de nossos corpos
Alterno
Late Balbuciante
Encantador, Relativus
Tormentum, Obliquamente
Entre o início
Se faz tu
Substante
Formo nós
Iluminada pela luz
Que refletirmos nas nuvens
Inconstantes méntem
Pensativa inspira-se
Att Aurora N. Serra de Mendonça
Mares Macia Mariana
De bela pele oblíqua se faz rubro
De cada som estimulante
De cada tom bruto
De cada bruta natureza
Branca, eneveia o toque da pele
Vermelha, de baques de águas calmas
Preto, pérolas se faz o olhar
Azul, de meu mar
Tormento em devaneios
Meus, para os seus
Conflitos em dialetos debatemos
Da Tempestade marítima
Sumica meu amor
Devotada, afogada em tu
Ser, é o livre que passa em suas ondas
Minha maré, meu amar é.
MAR que vem e me agora
Em desespero de olhar
Que vácuo me consola
De saber de vai chegar
E dizer para eu parar de se besta
Em pensar
Mas no fim IRA me amar
No simples NA de Mariana.
Att. Aurora N. Serra de Mendonça
Pega a mão de Deus e segura firme, e continua acreditando que o pior logo vai passar... (Nelson Locatelli, escritor)
