Paragrafos de Amor

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⁠Destruído pelo amor, recriado pelo ódio. A frieza nos leva a paz eterna.

Inserida por nicoli_ribeiro

Amor e a essência divina que distingui o homem dos animais.

Inserida por ironpaulo

Como e bom acordar com a certeza de um amor verdadeiro.
Amor puro, livre de maldade de qualquer malicia.
E tão bom sentir teu amor correndo entre meu sangue seguindo direto ao meu coração transformando minhas simples células em essência de pureza e felicidade constante.
À fonte do amor, a única que é capaz de completar o mais solitário dos corações.
Obrigado Jesus por ser tornar parte da minha essência.

Inserida por ironpaulo

Amor e sofrimento seguem juntos pelo mesmo caminho, mas para quem ama incondicionalmente o sofrimento é apenas um detalhe do amor. Sofre sim, mas sofre dançando. Veja o Deus filho nos amou incondicionalmente, sofreu muito e através de seu sofrimento salvou a humanidade de todo mal

Inserida por ironpaulo

Amor, a única palavra que dá significa real a liberdade.
O único sentimento que dá o verdadeiro propósito de liberdade!

Inserida por ironpaulo

Louvor é celebrar o amor de Deus

Inserida por ironpaulo

De nada adianta viver nessa terra sedenta de amor, se não confiar no amor de Cristo!

Inserida por ironpaulo

Viver o amor é reaprender a perdoar todos os dias!

Inserida por ironpaulo

O amor é um paradoxo de liberdade é querer ser livre em pensamento alheio, porém preso em seus desejos!

Inserida por ironpaulo

A vida segue certamente sem o romantismo, mas nunca sem o amor.

Inserida por ironpaulo

“Nenhuma dor é eterna. Toda sombra cede à luz do amor.”

Que saibamos, com coragem e ternura, olhar para dentro, reconhecer nossas sombras e acender em nós a chama da renovação. Pois a Reforma Íntima é o verdadeiro caminho da paz aquela que o mundo não pode dar, mas que o espírito em evolução pode alcançar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

" Amar é ver-se refletido no espelho de outro coração.
Porque o amor, quando é verdadeiro, nos ensina o que o orgulho jamais permitiria aprender. "

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O amor de Cristo é a força que nos ergue quando a estrada parece longa; é o vínculo invisível que, mesmo entre lágrimas, nos impede de O deixar.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O músico morre mas a nota que ele criou é imortal. E nela, o amor renasce.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

“O Segundo e a Eternidade”

Ah… senhorita… que o amor nos dure, ainda que por um átimo suspenso na vastidão da eternidade.

Há instantes que transcendem a métrica dos relógios e dissolvem-se nas frestas do absoluto. Foi o teu olhar cintilante como a reminiscência de um sonho antigo que interrompeu a marcha indiferente do tempo. Em um só segundo, o cosmos se deteve, perplexo diante da silenciosa liturgia do encontro.

Nenhuma ciência decifra o segredo contido nesse breve estremecimento da alma. O toque, quando autêntico, converte-se em epifania; e o efêmero, subitamente, adquire a dignidade do perene. O amor, senhorita, é o único viajante que atravessa a fronteira entre o ser e o nunca mais e sobrevive.

Há paixões que não se perpetuam, mas deixam, na memória, o vestígio do inextinguível. Elas não se medem pela duração, mas pela intensidade com que rasgam o espírito. E talvez, ao findar o instante, reste apenas as chagas imaterial de algo que ousou existir.

Assim, se o destino for avaro em horas, que nos conceda ao menos um segundo aquele em que o teu olhar reconhece o meu e o universo, por piedade, suspende o próprio giro.

Porque, afinal…

Há amores que, mesmo breves, condensam o infinito e esse é o milagre silencioso que apenas o coração compreende.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A violência é o desespero do amor não vivido.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.

Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.

O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.

E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.

O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.

Inserida por marcelo_monteiro_4