Parabéns para Alguém Especial

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⁠⁠Perceba o quanto antes, onde não é bem vindo, tratado como um alguém nada importante, assim, não permaneça ao lado de quem não quer estar de fato contigo, não se humilhe, não force a barra, não cobre o que deve ser recíproco e prestado espontaneamente através de um entrosamento genuíno,

não seja uma pessoa inconveniente, não aceite menos do mínimo saudável, já que não é necessário muito para se fazer presente, ainda que haja muita distância, alguns desentendimentos e encontros pouco frequentes, só não pode haver o triste descaso, um total desinteresse, que traz apenas desagrados, males evidentes.

E não se trata de viver de um jeito amargo e cheio de frieza e sim de compreender que tudo é temporário, que, portanto, não vale a pena desperdiçar o nosso tempo, sendo uma das coisas que temos de mais valiosas com fingimentos, convivências forçadas, tendo uma falta de respeito com a própria existência, um agir inadequado.

⁠⁠⁠⁠⁠⁠Gostar de alguém não é uma obrigação, não acontece por acaso, sem uma boa razão, vem depois do prestígio espontaneamente cativado, de se encontrar alguma identificação, de ficar feliz por tê-lo por perto, partilhando de boa parte dos mesmos princípios, uma visão muito parecida de mundo, quando os bons ânimos podem ser somados ou o bom ânimo de um pode afastar o desânimo do outro, um laço imperfeito, mas muito resistente, onde os seus defeitos podem ser tolerados e as suas qualidades são mais aparentes.
Então, não pode ser algo forçado, perderia até o sentido, passaria a ser bastante inconveniente, um malefício compartilhado e nem sempre será recíproco, não se tem essa necessidade para se gostar, claro que se for o caso, melhor, entretanto, para isso, não deve ser cobrado, pois a espontaneidade é imprescindível e deve ser notável, precisa existir verdade dos dois lados neste vínculo de tanto significado ao ser correspondido entre amigos, casais, familiares e ex- desconhecidos, permitindo alguns momentos especiais.
Por fim, considerando tudo isso, enfatizo que gostar de alguém não deve ser danoso, um motivo para aceitar o descaso, um tratamento indiferente ou desrespeitoso, assim, não se aproxime de quem claramente não gosta de você, que acha que a sua presença é um fardo, que só presta atenção nos seus erros, não é necessário deixar de gostar, muito menos guardar algum rancor, porém, é preciso evitar o dissabor de ser apenas aturado, uma forma de reconhecer o próprio valor, de demonstrar um mínimo de maturidade, agindo a seu favor, preservando a sua integridade.

Existe uma diferença notável entre ser alguém muito querido ou ser apenas tolerado, querer tê-lo é por perto representa algo recíproco, a sua presença é valorizada, não é vista como um fardo, as desavenças no convívio ocorrem, óbvio, mas não são frequentes, a afinidade permanece forte, as conversas fluem naturalmente

É bastante evidente que a consideração quando é de verdade faz com que a atenção seja prestada com vontade e não somente por educação, de forma apressada ou para suprir alguma necessidade, aliviar a consciência pesada, tirar vantagem sem pensar duas vezes, demonstrando uma clara falsidade

Os laços são construídos com naturalidade, levam um tempo e não carecem de exigências, não é algo forçado, caso contrário, nem valeriam a pena, portanto, seja alguém mais seletivo, claro que todos erram, todavia, não aceite a fragilidade do que é falso ou um contato danoso somente para ter uma companhia.

Nunca permita que a insegurança de alguém se torne o limite do seu crescimento. Você não precisa diminuir sua luz para que outras pessoas se sintam confortáveis. Continue trabalhando, conquistando corações e mostrando seu valor. Quem tem propósito não precisa disputar espaço: conquista seu lugar através do que faz. E o que Deus colocou no seu caminho, ninguém precisa autorizar que floresça.

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​Não haveria arco-íris depois da chuva,
nem haveria construção sem alguém para erguer.
O meu próprio brilho não saberia como chegar
se não encontrasse um prisma para refletir e florescer.
​Sei bem que palavras não são emoções,
são apenas pontes, molduras do sentir...
Mas espero que, através delas,
eu tenha conseguido transmitir
um pouco do que a alma não cansa de agradecer.
​Gratidão.

Você acha engraçado debochar de um cadeirante ou humilhar alguém por condições ? Acha que quem não fala não expressa sentimentos? Ou que um jovem com limitações motoras e características únicas não é capaz de vencer? Saiba que o deboche que você alimenta hoje é o que vai te levar ao fracasso amanhã. Reflita e mude sua postura: não humilhe ninguém. Capacidade não se mede por aparências. O capacitismo é crime, não é brincadeira

POR QUE ALGUÉM DEFENDE AQUILO QUE O PREJUDICA?

Porque a alienação pode transformar interesses alheios em convicções pessoais.

Nem toda pessoa dominada se reconhece como dominada. Algumas defendem suas próprias correntes porque aprenderam a chamá-las de liberdade.

Na Pedagogia do Discernimento e na Alfabetização do Discernimento Consciente, investigo caminhos educacionais para desenvolver autonomia intelectual, análise crítica e capacidade de revisar crenças.

A prisão mais difícil de abandonar é aquela que o pensamento aprendeu a chamar de casa.

Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse

Carlos Eduardo Balcarse

Psicanalista, Escritor e Pesquisador

19 de outubro de 2026

Alguém te ligou hoje, te enviou um "olá como você está?"
Só pra saber de você, sem pedir nada?

⁠Se alguém que você ama decide partir, não se prenda à tristeza. Deixe que vá. O tempo tem uma maneira sutil de revelar verdades, e se houver arrependimento, ele não será seu. Quem soube amar de verdade nunca carrega o peso da dúvida, apenas a paz de ter feito o que podia.

Todos nós passamos por lutas silenciosas...

Mas lembre-se: talvez exista alguém que realmente queira te ajudar.

Talvez você até saiba quem é essa pessoa, mas por medo ou insegurança, não queira se abrir com ela.

Talvez ela já tenha te mostrado que você pode superar qualquer coisa.

Então continue, mesmo depois daqueles dias que pareciam te destruir.

Essa pessoa vai te lembrar: Continue, pois você é uma pessoa maravilhosa.

Continue…

Não sou perfeito, e nem quero ser. Estou aqui para evoluir, para me tornar alguém melhor a cada dia. Ouçam a minha mensagem, mas não julguem o mensageiro.
Tenho muitos defeitos, mas carrego um dos maiores dons que alguém pode ter: caráter. Jamais traí alguém e nunca fui ingrato com quem me ajudou quando eu precisei. Prefiro perder amizades do que perder a minha verdade. Prefiro ser sincero e ferir um ego do que mentir para agradar.
Como já falei, dou a mínima para quem fala mal de mim. Sinceramente, não sinto nada por quem me julga ou me chama de estúpido só porque falo a verdade. Exemplo? Mesmo que fosse a pessoa que eu mais amasse na vida, se ela fizesse algo errado eu iria corrigi-la, mas ao mesmo tempo eu estaria ao lado dela, porque amar também é ensinar.
Quem não é criticado, não vive de verdade, e eu não vivo para bajular ninguém.
Goste de mim ou não, continuarei sendo eu mesmo. Minhas palavras podem incomodar, mas são reais, e não vou mudar só porque alguém se sentiu ofendido.
Quem vive de verdade não tem medo de desagradar.

Eu demoro a gostar de alguém; mas quando deixo de gostar da pessoa, é instantâneo.

Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.

Às vezes, você vai entrar na vida de alguém para dar o que ela nunca teve. Só que aí você vai descobrir por que ela nunca teve. E isso às vezes machuca de um jeito diferente, porque você não foi ingênuo; você foi generoso. Você teve paciência com quem nunca teve paciência, chegou com cuidado para quem nunca foi cuidado, deu presença para quem só conheceu o abandono.
No começo, até parecia que estava funcionando, né? Parecia que estava fazendo a diferença. Mas você acaba entendendo que há pessoas que não foram apenas feridas pelo que faltou; elas foram formadas por isso. E algo moldado tão fundo não muda só porque alguém chegou com muito amor. Essa pessoa só muda quando percebe que precisa mudar.
Você não muda ninguém que não quer mudar; você só se frustra tentando fazer isso. Quer um conselho? Seja gentil e compreensivo, mas aprenda a reconhecer quando o problema não é a falta de amor, mas o fato de que a pessoa ainda não está pronta para reconhecer esse amor.

Reduzir a atração ou a estética de alguém a um único detalhe isolado, como a cor dos olhos, é ignorar que a beleza vive da harmonia do conjunto e da identidade única de cada pessoa.
O meu olhar sobre a estética me diz: valorize a essência e o equilíbrio geral das coisas, em vez de seguir padrões impostos ou simplistas.
O belo, para mim, não está no fragmento, mas na unidade viva que cada ser apresenta.

Tanta gente tem tudo e ajudam ninguém, a gente tem nada e está sempre ajudando alguém.


Nem sempre a ajuda seria dinheiro, onde não tê-lo precisaria de ajudas.

Uma coisa é casar-se com alguém sem importar-se com interesses, outra coisa é não interessar-se em importar-se com quem.

Ninguém, sabe quem é Deus.
Alguém, não sabe.

Ninguém sabe quem é Deus.
Alguém não sabe.

Quando a verdade é revelada de qualquer forma...

Desacreditado


Há um momento em que alguém deixa de ser apenas questionado e passa a ser desacreditado.


A diferença parece pequena. Não é.


Questionar ainda deixa alguma coisa em aberto. Ainda existe espaço para resposta, para dúvida, para surpresa. Desacreditar é diferente. Muitas vezes, a conclusão chega antes da pessoa.


Ela fala, mas a escuta já começa a se fechar. Tenta explicar, mas a explicação parece vir tarde demais. Tenta de novo e encontra aquela suspeita silenciosa de quem pensa, antes mesmo de ouvir: “eu já sei onde isso vai dar”.


É assim que um erro, pouco a pouco, deixa de ser apenas um erro.


Ele cresce. Ocupa espaço. Ganha memória.


E, sem que ninguém perceba exatamente quando isso aconteceu, passa a representar a pessoa inteira.


Há uma diferença enorme entre dizer que alguém falhou e dizer que alguém é um fracasso. A primeira frase fala de um acontecimento. A segunda transforma o acontecimento numa definição.


Talvez esse seja um dos pesos mais difíceis de carregar quando se é desacreditado: não apenas perder a confiança dos outros, mas perceber que, para alguns, já não existe sequer o direito de ser diferente daquilo que um dia se mostrou ser.


No começo, isso vem de fora.


De um olhar. De uma palavra. De uma comparação. De uma lembrança que alguém insiste em trazer de volta. Vem daquela sensação estranha de que uma versão antiga de nós entrou no ambiente antes da nossa chegada.


Depois, com o tempo, alguma coisa muda de lugar.


A voz que vinha de fora começa a aparecer por dentro.


“Ninguém acredita em mim” pode, quase sem ruído, transformar-se em “talvez eu também não deva acreditar”.


E aí o descrédito se torna mais perigoso.


Porque já não precisa de plateia.


A pessoa recua antes que a rejeitem. Evita tentar para não confirmar aquilo que teme. Cala algumas coisas antes mesmo de descobrir se seriam ouvidas.


Não porque tenha necessariamente perdido sua capacidade, mas porque começou a perder algo mais delicado: a imagem de si mesma como alguém capaz.


Nem todos reagem da mesma maneira.


Alguns se recolhem. Passam a esperar menos de si, dos outros, da vida. Outros fazem o contrário: tentam provar demais, transformam cada gesto numa defesa, cada erro numa ameaça, cada dúvida alheia numa nova acusação. Há ainda quem escolha o desapego como proteção: se eu não esperar nada, pensa, nada poderá me frustrar.


São caminhos diferentes, mas podem nascer da mesma ferida.


O descrédito repetido reduz expectativas. Expectativas menores podem reduzir tentativas. E menos tentativas podem produzir, com o tempo, justamente aquilo que no início era apenas um julgamento dos outros.


A pessoa deixa de arriscar.


Deixa de insistir.


Deixa de imaginar alguns caminhos.


E, anos depois, talvez olhe para aquilo que não aconteceu como se nunca tivesse sido possível.


É aí que a frustração se torna mais difícil de compreender.


Porque ela não nasce apenas do que se perdeu.


Nasce também do que deixou de ser tentado.


Dos caminhos abandonados antes do primeiro passo. Das escolhas recusadas por medo. Das possibilidades que morreram não porque fossem impossíveis, mas porque a própria pessoa passou a acreditar cedo demais que não conseguiria alcançá-las.


Talvez, então, alguns dos frustrados de amanhã sejam os desacreditados de ontem que, pouco a pouco, aprenderam a esperar menos.


Não todos.


Não necessariamente.


Mas alguns.


Sobretudo aqueles que passaram a carregar por dentro o julgamento que antes vinha de fora.


Ainda assim, é preciso cuidado.


Desconfiar também protege.


Nem toda pessoa merece crédito. Nem toda promessa deve ser acolhida. Nem toda segunda chance precisa ser dada apenas porque foi pedida.


Há pessoas que repetem.


Há arrependimentos que funcionam muito bem nas palavras e muito mal nos atos.


Há mudanças anunciadas tantas vezes que acabam se tornando apenas outra maneira de ganhar tempo.


Por isso, desconfiar nem sempre é dureza.


Às vezes, é memória.


Às vezes, prudência.


Às vezes, é a forma que encontramos de não cair novamente no mesmo lugar.


Mas existe uma fronteira. E talvez ela seja mais importante do que parece.


A dúvida pergunta: “será?”


A desconfiança pergunta: “que razões tenho para acreditar?”


O descrédito absoluto já decidiu: “nada será suficiente”.


Um ainda observa.


O outro procura apenas aquilo que confirma o que já pensava.


Um admite a possibilidade de rever.


O outro transforma um episódio em destino.


Talvez seja por isso que desacreditar alguém possa significar mais do que retirar confiança.


Pode significar retirar movimento.


Deixar de admitir que uma pessoa possa reparar, amadurecer, aprender tarde — mas aprender. Recusar a hipótese de que possa fazer diferente, surpreender, escapar da imagem na qual foi aprisionada.


Isso não significa esquecer.


Nem fingir que nada aconteceu.


Nem devolver confiança apenas porque o tempo passou.


O tempo, sozinho, não melhora ninguém.


Há coisas que precisam ser demonstradas. Mudanças que exigem constância. Palavras que só recuperam algum peso quando, finalmente, começam a aparecer nos gestos.


Mas existe um perigo também do outro lado.


O perigo de decidir cedo demais que nada jamais será suficiente.


Porque chega uma hora em que já não estamos apenas tentando nos proteger de uma nova decepção.


Estamos tentando proteger nossa própria certeza de qualquer coisa que possa contrariá-la.


E isso também aprisiona.


O descrédito pode começar como defesa e, devagar, virar prisão para os dois lados: para aquele que perdeu o crédito e para aquele que já não consegue rever o julgamento que fez.


Quanto tempo deve durar um erro?


É difícil responder.


Quanto de alguém deve permanecer preso ao pior que fez?


Não sei se existe uma medida justa.


Quando uma lembrança necessária deixa de ser memória e passa a funcionar como sentença?


Em que momento uma mudança deixa de ser apenas uma fala bonita e começa, de fato, a merecer consideração?


Talvez essas perguntas não tenham respostas fáceis — e talvez não devessem ter.


Há uma tensão que não desaparece: responsabilizar sem congelar, desconfiar sem transformar a suspeita numa identidade, reconhecer mudança sem inventá-la, admitir reparação sem apagar aquilo que aconteceu.


Talvez maturidade tenha menos a ver com saber exatamente quando acreditar e mais com continuar capaz de perceber quando a realidade já não cabe na ideia que fizemos dela.


Porque o descrédito também seduz.


Há nele uma estranha promessa de segurança.


Quem não espera nada imagina que não poderá se frustrar.


Quem não acredita em ninguém pensa estar protegido do engano.


Quem já decidiu que alguém nunca mudará não precisa enfrentar o desconforto de admitir, um dia, que talvez tenha mudado.


Só que toda certeza cobra alguma coisa.


E, às vezes, cobra justamente a capacidade de enxergar aquilo que veio depois.


Ser desacreditado talvez seja uma forma de exílio.


Não exatamente de um lugar.


De um lugar possível.


É entrar numa conversa e sentir que aquilo que você fez anos atrás chegou antes. É perceber que o erro ocupa tanto espaço que quase não sobra lugar para todo o resto. É ser ouvido por meio de uma versão antiga de si mesmo.


E isso cansa.


Cansa ter de explicar.


Cansa ter de provar.


Cansa perceber que, para algumas pessoas, qualquer gesto novo continuará sendo lido por uma lente velha.


Talvez uma parte da reconstrução comece quando entendemos que não controlamos o momento em que os outros voltarão — se algum dia voltarem — a nos enxergar de outra maneira.


Algumas confianças não serão recuperadas.


Algumas portas não se abrirão novamente.


Algumas pessoas preferirão guardar para sempre a versão de nós que conheceram num momento ruim.


E há pouco que possamos fazer sobre isso.


Mas existe uma parte que não deveria ser entregue.


A própria identidade.


Porque perder o crédito de alguém não é a mesma coisa que perder a si mesmo.


Talvez a última resistência do desacreditado seja justamente essa: não passar o resto da vida tentando provar alguma coisa para todos; não transformar cada gesto numa defesa; não viver permanentemente diante de um tribunal imaginário, esperando uma absolvição que talvez nunca venha.


Talvez seja apenas continuar.


Com mais consciência.


Com menos ilusões.


Talvez com algumas cicatrizes.


Mas continuar.


E conservar dentro de si a chance de ainda se tornar alguém que nem o próprio passado conseguiu prever.


Porque ninguém deveria ser obrigado a coincidir para sempre com o pior momento da própria história.


Talvez exista uma liberdade pequena, quase silenciosa, nisso.


Seguir em frente sem exigir que todos voltem a acreditar.


Sem implorar que esqueçam.


Sem negar aquilo que aconteceu.


Mas também sem permitir que o descrédito dos outros tenha autoridade para escrever a última frase sobre quem ainda podemos ser.

"Sabe porque você não deve perdoa uma traição?
Porque alguém precisa te ver como inimigo para te apunhalar pelas costas."