Parabéns Meu Filho

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Não Se Culpe Pela Rebeldia do Seu Filho.

Dobramento desse mundo fascinante é que o pai vai falhar com o filho, assim o filho vai falhar com o pai, isso é um ciclo que se repete sempre.

O hipócrita anuncia o que não vive; o filho pratica o que aprendeu no secreto.

A ausência também educa. Ensina ao filho o espaço que ele ocupa nas prioridades do pai.

Filho do Vento, do Sol e da Brisa, prefiro o horizonte de um planalto verdejante ao teto de qualquer morada. Minha felicidade é o céu aberto.

*Pro Zé Beleza*

Sou filho do Zé Beleza, pode ter certeza,
Aqui não mora tristeza.
Ele passou deixando riso na calçada,
E proeza em cada fala contada.

Era mestre de causo e de solução,
Transformava aperto em gargalhada e união.
O que ele deixou não foi só saudade,
Foi luz, foi jeito, foi humanidade.

Se o mundo perguntar quem foi esse homem,
Diz que foi aquele que fazia tristeza ir embora.
E que o filho dele seguiu o costume:
Espalhar alegria por onde for.
(Saul Beleza)

O meu herói foi vencido pelo tempo mas o herói do meu filho vai parar o tempo.

O AMOR DE UMA MÃE COMEÇA ANTES DA PRIMEIRA LEMBRANÇA




“Um filho pode esquecer o colo que o protegeu, a voz que o acalmou e até as mãos que o ensinaram a caminhar. Ainda assim, haverá nele pedaços de um amor que começou antes que pudesse se lembrar.”




— Primeira Mãe




Obra: The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

"Todas as vezes que um filho larga as mãos de um pai, ele se perde. Não largue as mãos de Deus."

—By Coelhinha

Rio Itajaí-Açu




Do Rio Itajaí do Sul
e Rio Itajaí do Oeste,
és heroico filho,
Teu nome originário
segue preservado,
Meu Rio grande
do jaó de pedra,
que inspira e sacia
os lábios da poeta.


Meu Rio Itajaí-Açu
que és o rio total
da minha poética vida,
que no curso dele
tenho toda a poesia
para ser sentida,
e intensamente vivida.


Meu Rio grande
do jaó de pedra,
Com o teu romance
torna esta terra
viva e verdejante,
És merecedor infinito
de ser retribuído
por todo o amor
nas correntes que tu
escreves o destino.

Toda vez que um pai poupa o filho da responsabilidade, a vida deixa de cobrar a prestação e passa a cobrar a alma: o conforto de hoje fabrica o dependente de amanhã. Quem faz tudo pelo filho, no fim, impede que o filho aprenda a fazer qualquer coisa por si mesmo.

A pior herança não é deixar o filho sem dinheiro; é deixá-lo sem caráter para sobreviver sem ele. Pais que poupam os filhos da dor, do esforço e das consequências não criam pessoas fortes, apenas adultos grandes demais para a própria infância. A superproteção não educa: eterniza a dependência.

Poupar um filho da vida é condená-lo a viver sem si mesmo. Toda dificuldade que os pais sequestram da infância reaparece na vida adulta com juros de caráter: transforma limites em ofensa, responsabilidade em opressão, frustração em revolta e amor em chantagem. Quem protege do peso da existência não fortalece os ombros; atrofia a consciência. No fim, não cria filhos — fabrica adultos incapazes de carregar a própria história, sempre à procura de alguém que suporte o peso que nunca aprenderam a sustentar.

Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.

Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.

Não há ato mais irresponsável do que transformar um filho em um eterno dependente e chamar isso de amor. Amor que poupa da disciplina não ama; enfraquece. Amor que livra das consequências não protege; incapacita. Amor que compra silêncio, evita conflitos e remove cada obstáculo não educa; domestica para a dependência. Pais assim não criam homens e mulheres livres, mas adultos que esperam ser sustentados financeiramente, emocionalmente e moralmente por alguém. Quando os pais já não estiverem presentes, esses filhos descobrirão, da forma mais cruel, que ninguém herda competência, caráter, responsabilidade ou maturidade. Tudo aquilo de que foram poupados na infância a vida cobrará na idade adulta, com uma diferença devastadora: a infância admite desculpas; a realidade, não. Educar não é facilitar a vida dos filhos. É impedir que eles se tornem incapazes de viver sem os pais. Quem não compreende essa diferença pode deixar patrimônio, imóveis e dinheiro, mas terá falhado na única herança que realmente importa: formar um ser humano capaz de permanecer de pé quando não houver mais nenhuma mão para segurá-lo.

A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da realidade não o prepara para viver, apenas adia o dia em que a própria vida lhe ensinará, sem o amor dos pais e sem o direito de repetir a infância.

A vida não é para amaDORES que poupam, mas para enfrentaDORES que educam; pais que poupam os filhos da responsabilidade não os salvam da dor — condenam-nos à humilhação de depender, por toda a vida, daquilo que deveriam ter aprendido a ser.

A vida não é para amaDORES, nem para poupaDORES; é para enfrentaDORES. Quem poupa um filho da disciplina, da frustração e das consequências pode aliviar a infância, mas assina a falência da maturidade.

Quando o medo de frustrar um filho se torna maior que o compromisso de formá-lo, a educação deixa de ser um ato de amor e passa a ser um ato de covardia. É nesse exato instante que nascem adultos que exigem respeito sem honra, direitos sem deveres e conforto sem esforço.