Parabéns de fim de Curso
"Sonhar?
Sonho!
Mas não abro mão do inesperado...
Expectativas?
Ainda as tenho, mas não me faço sua escrava!
- Aprendi o caminho do meio!"
Haredita Angel
04.09.21
"Larguei meu jardim de margaridas e fui lá longe buscar meus sonhos...
Conheci a poeira das estradas, os espinhos das bougainvilles, a tristeza das anêmonas, a canseira do corpo, as caretas do rosto e o inchaço dos pés...
Penei, nada encontrei, e voltei..
Trazendo uma saudade imensa do meu jardim de margaridas."
Haredita Angel
29.09.20
"Entre os sonhos que eu não realizei,
está aquele beijo que eu nunca te dei..."
Haredita Angel
04.03.22
"Se você encontrar alguém disposto a caminhar na chuva com você, não fuja,
molhe-se!"
Haredita Angel
30.11.13
"Eu sonhava e pensava que você sonhava também, até que descobri que eu sonhava sozinha...
- Fui!"
Haredita Angel
12.12.25
Essa noite eu sonhei que abria as gavetas da minha alma...
Na primeira havia Você;
Na segunda havia você;
E em todas as outras havia Você.
Mas, na última encontrei uma canetinha, velhinha tadinha...
Fui ver se ainda escrevia, e escreveu...
- Saudade de você!
Haredita Angel
20.12.25
PROMESSAS NA ENXURRADA
Olhei para o céu e vi uma imensa nuvem escura e dela começou a cair água cristalina;
Olhei de novo o céu e os relâmpagos cruzavam fogo com os raios resplandecendo sua luz em meio a escuridão
Novamente olhei para o céu, a chuva caia continuamente e dos céus as nuvens gritavam feito trovão
Trovão este que ensurdecia os que podiam ouvir e tremiam o peito dos surdos e, como se fosse a fúria da natureza, começou uma tempestade de vento, a chuva já não era mais cristalina, os relâmpagos já não tinham luz e os trovões faziam menos som que o desespero daquela gente
Quem não andava aprendeu a correr, olha o que o desespero faz com quem não quer morrer, a estrada se fechou com a lama na TV, o congestionamento faz um grande drama, e que fama
A chuva que lavava as calçadas para economizar um pouco d’água, hoje não enche nem uma bacia e as pessoas se tornavam cada dia mais vazias, querendo salvar o mundo até 2030 vendendo mais e mais hipocrisia.
E as dívidas, queimando mais que sol no deserto, nas prateleiras da cozinha, só o fundo de concreto de 4 em 4 anos eles aparecem e dizem que isso não é certo, você dá o seu voto pensando ser o correto .... Que bobeira ajudar alguém tão esperto!
Às vezes pensando no que fazer, qualquer bobeira pode ser, se deixa levar pelo que se vê, a fome é inimiga de quem não tem o que comer, não faz pergunta porque não sabe ler, mas corre de quem sabe escrever
E seus panfletos na calçada foram levados pela enxurrada, feito promessas que não valem nada e eu trabalhando com uma velha enxada, em meio a tempestade ou sol na cara.... Essa é uma ferida que no Brasil não sara!!!
Coração de menina...
Tem a delicadeza dos anjos,dos sonhos de amor,dos contos de fada,e o desabrochar de uma flor,uma borboleta a sair do casulo,tem o dom da bondade,o jeito de princesa,é pura vaidade mas só na delicadeza,coração de menina é anjo vindo do céu para encantar nossa vida enviadas de Deus.
Escrevo meu mundo,meus sonhos...Se as palavras que escrevo não forem minhas verdades não adianta escrever mentiras,pois não terá sentido mentir para mim mesma e fingir o que não sou para os outros e viver uma mentira.
Poema I
Suprassumo pensar
A alma — ah, a alma
ora templo, ora caverna,
sonho de ser eterna,
conturbada ou calma.
Sussurrava e gritava
entre lágrima e pranto,
fino e suave manto,
porque alma ela era.
Não só carne,
nem só memória —
mas a fragrância do espírito.
Não só escrita,
nem só história —
mas a essência em um abismo.
A alma — ah, a alma.
Metáfora expandida I
Um Sonho Distante
Eu tive um sonho distante.
Neste sonho, éramos muitos — porém, um só.
Um a cada capítulo, membros de um único livro.
Cada página à frente só podia enxergar as páginas de trás.
O título era o passado: um sonho distante.
O futuro, o capítulo final — e o fim da história.
Essa história tomava emprestadas referências de outros livros na mesma prateleira.
Mas a prateleira também nos rotulava.
E esses rótulos, ironicamente, eram o que nos prendia àqueles livros —
livros que estavam ao nosso lado,
também sonhando o mesmo sonho distante.
Mas conversávamos do logradouro de outra biblioteca.
Essa não falava nossa língua —
e, ainda assim, tinham dúvidas semelhantes às nossas.
O sonho de todo livro era ser mencionado,
e, quem sabe, ganhar sua própria saga e volume.
Mas para isso era preciso um ato raro:
libertar-se de si mesmo.
Contudo, sempre que um ousava mencionar outro,
vozes sussurravam ao redor:
— É um sonho distante.
O Devorador de Sonhos está em todo lugar
Se fingindo de amigo
Querendo te derrubar
Aparte-se dele já se ainda é capaz de sonhar
Fogo Morto
Eu comecei a estudar para em um concurso passar
Objetivo era aprender. Literatura e matemática
Eu estava indo até muito bem
Velocidade Média eu aprendi também
Até que um dia do meu lado se sentou alguém
A timidez me dominou
Eu só pensava em me mudar de lugar
Até que ela me cutucou
Pedindo um lápis se eu pudesse emprestar
Foi nessa hora que eu fiz besteira
Disse não tenho lápis. Uso lapiseira
Infelizmente não posso emprestar
Então entrou o professor
E foi chamando pelo bombeirinho
E perguntou se ele estudou
Ou se o Fogo Morto se apagou
Rapidamente eu me levantei e disse sim senhor
Claro que eu estudei. Fogo Morto não é história de amor
Fogo Morto! Fogo Morto! É a paixão que se acabou
Fogo Morto! Fogo Morto! É o amor que se apagou
- “Ex Governanta”...começou subitamente Lagosta.
Eu te amo tanto que caminho na rua
Sempre conversando no mundo da lua
Sempre passando tempo expressando ideias
Sempre jogando jogos de tabuleiro com estratégia
Para prolongar nossa linda vida bela
Sempre em comunhão para ter uma lógica
Mas quando não concordava
Sempre tinha uma revolta
Para expressar ideias
Para beneficiar
Sempre um e outro ajudar
Mas hoje em dia
Você me largou
Largou a todos nós
Você nos deixou
Você me recusou
Ex Governanta!
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas
Você nos deixou
Nos revoltou, mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Por que você se afastou
Porque nós nunca lutou a sua ida!
Não volta mais a vida
A revolta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você, porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população vai se calar
Todas as minhas lágrimas derramadas
Lembro das agonias que nos protestava
Lembro dos momentos que não nos resguardava
Sinto a nossa falta
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
EX GOVERNANTA
Só lhe vejo como um passado
Todo embaçado
Como pessoas unidas você nos deixou
Mas sofremos calados
As ideias não são mais expressadas
Não há mais falácias boas em nossas caminhadas
Porque você se afastou
Porque nós nunca se revoltou com a sua ida
Não volta mais a vida
A luta não é mais ocorrida
Entre seus problemas
Sempre a esquemas
A sociedade ignora
Por dentro ela chora
Mas por fora não se importa com você. Porque?
Porque não tem vontade de discutir
Só de aceitar
Por isso que por sua causa
A população volta a se calar.
EX GOVERNANTA.
Apitou o sinal, e Gabiroba ficou apavorado ao ver tantos pés passando apressados, pra lá, pra cá, por todo lugar. A quadra era coberta e o barulho ficou insuportável, ele se escondeu até o alvoroço acabar, olhou para cima e viu o gambá dormindo bem sossegado no galho da goiabeira.
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