Para sempre
— todos precisamos da graça de Deus, e que a humildade nos aproxima mais d’Ele. Que possamos sempre ter um coração ensinável!
Fique de pé, não desista,
a jornada ainda não acabou.
Quem tem Deus como abrigo
sempre encontra um novo voo.
Que nossas vidas sejam louvor constante,
Aleluia a Deus, sempre adorante!
Com corações gratos, rendidos a Seu querer,
Bendito seja Deus, agora e para sempre, amém!
Que nossas vidas sejam sempre para Ele,
A Ele rendemos nossos corações e desejos.
Toda a glória, toda a honra, pertence ao Senhor,
E o Seu nome será eternamente exaltado, com fervor!
Estarei sempre por cima, Senhor,
Pois guardo com zelo Teu amor.
Na obediência, sigo Teu trilho,
És meu caminho, meu abrigo e brilho.
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.” — Filipenses 4:4
Essa alegria é fruto do Espírito, não das circunstâncias. A frustração pode vir quando oramos e parece que nada muda, quando sonhamos e os caminhos se fecham. Mas é nessa hora que a fé entra e a alegria verdadeira se revela — aquela que vem de saber que Deus é bom, mesmo quando tudo parece sombrio.
Mudanças nem sempre são perdas.
Às vezes, são livramentos.
Às vezes, são respostas de oração
que vieram com formas diferentes.
Nem sempre a mudança vem com aviso,
às vezes, só percebemos quando o coração se aperta,
quando a paz se despede do lugar que um dia foi abrigo.
Máscaras do apresentável
Há sempre uma oportunidade, um convite à observância do nosso homem interior, pois se o deixarmos ao tempo, o tempo o tornará estranho até mesmo para nós.
Quem não molda seu interior acaba se acostumando às máscaras do apresentável, passando a viver em uma constante emulação do subjetivo, ou seja, uma intimidade oportunista e concomitantemente contraditória.
Tudo é dele, tudo vem dele e tudo existe por causa dele. Toda honra e glória a Deus, para sempre! Amém.
O coração doente é a loucura que se fantasia de lógica, mas sua trilha segue sempre na contramão da razão.
Até quando te esquecerás de mim, Senhor? Para sempre? Até quando esconderás de mim o teu rosto?
É dever do cristão pensar e agir de modo a servir sempre melhor a Deus, à família e à sociedade, conforme a Santa Bíblia.
Um erro não determina para sempre o caminho de uma pessoa, desde que a correção necessária seja feita.
