No Quartel, eu tinha um amigo que sempre quando me via, me cumprimentava me chamando de "Guerra": "Eae, guerra. De boa?". E eu achava estranho, pois eu não tinha o sobrenome "Guerra". Um dia perguntei pra ele o motivo pelo qual ele me chama de "Guerra". Então ele me disse que ele era Espírita e que quando olhava pra mim, via uma "guerra" dentro de mim. E eu confirmei a ele: "Realmente, tem um sentimento de guerra dentro de mim".
Nem sempre consigo articular meus sentimentos, mas isso não me impede de senti-los. O que me preocupa é a possibilidade de um dia não sentir mais nada.