Para sempre
Sobre o céu que cobre a minha cabeça estará sempre a luz que me conduz, uma luz cujo tempo não apaga, mais que se transforma todos os dias da minha vida, sobre a força que me inspira e me leva a continuar a marcha pelo mundo tenho Deus como meu baluarte seguro.
lixão
Sempre é assim,
Jogam lixo na rua,
A consciencîa nunca foi grande,
Eles acham que o mundo é lixão,
Não é não.
Quando dormir eu vou fazer um pedido:
Que esse mundo mude,
Façam uma limpeza,
porque se o mundo é seu você deve cuidá-lo muito bem...
Luz
A luz que brilha, no céu espia,
amor com a luz que sempre seduz,
todos nos temos luz,
luz no coração, luz em casa e etc.
Porque temos luz?
Pra não ter escuridão.
Com escuridão,
não tem amor e luz no
coração.
Não é sobre perspectivas!
Eu jamais poderia falar
Que ganhei
Puder esconder como sempre
Que tudo é uma maravilha
Seria verdade dizer
a vida é trágica não
Vejo solução!
-ler de baixo pra cima
"Eles vivem no raso; eu sempre preferi as profundezas, mesmo que o oxigênio lá seja mais escasso." (Odilon Carlos)
"Já cansei de errar e acertar, de tentar acertar sempre e não ser valorizada por isso... De querer ser eu e não ser aceita... Cansei de tentar agradar. Cansei de querer bem o outro me prejudicando. Cansei de todas as pessoas que se sentem o centro do mundo e acham que no meio de milhões elas são únicas. Uma dica muito importante: únicos na minha vida, só 'Deus, meu pai e minha mãe'."
-Aline Lopes
"Que a maldade das pessoas não transforme nossos corações e que Deus esteja sempre na frente de nossos atos e nos orientando em nossas ações... E o mais importante de tudo, que eu não perca a capacidade de sonhar, sorrir e acreditar nas pessoas. Obrigada Senhor!"
-Aline Lopes
Devemos sempre priorizar a escuta em vez da fala, uma vez que, dependendo do momento, expressar opiniões pode prejudicar nossa capacidade de tomar decisões. Como diz o provérbio: 'é tarde para ouvir, mas cedo para falar'.
JESUS VAI, MAS SEMPRE VOLTA
O caminho de Cristo é o caminho do artista.
O artista se dá; e Jesus profundamente se entregou. Seu tempo, sua lágrima, seu toque, sua voz, sua vida. Jesus é o Artista supremo. O Poeta pleno. Que encantava multidões em cima de seu “palco”, mas descia à sarjeta para levantar quem não podia lhe alcançar. Ele sabia falar com reis e com rejeitados, com doutores e com anônimos; sabia silenciar, mas sabia amar mais ainda falar aos corações.
Jesus foi o grande artista que discernia o momento de desaparecer, descansar, se fortalecer e voltar com tudo outra vez. Aliás, esta é a grande marca de Jesus: Ele vai, mas Ele volta.
Ele se foi, se retirou do mundo. Mas haverá um dia em que sua grande música irá tocar nos ares, quando o mesmo Jesus que subiu aos céus, retornará com voz de comando, com voz de arcanjo e com trombeta de Deus!
Porque Jesus não é somente silêncio, Jesus é também a voz de muitas águas, torrente de águas, intensas como intenso é seu amor. Maranata! Vem, Senhor Jesus!
Dê sempre o melhor de si em tudo o que fizer, porque quem dá o melhor de si, cedo ou tarde receberá o melhor para si.
O rato sempre cai na ratoeira porque duvida que está em risco. A autoconfiança excessiva pode leva-lo a ser atraído pelo perigo.
Não vou mais lutar comigo mesmo. Essa guerra íntima sempre foi injusta: eu de um lado, tentando caber; o mundo do outro, oferecendo moldes apertados demais. Passei tempo suficiente tentando negociar minha existência, arredondar arestas, suavizar excessos, traduzir quem sou para ver se assim eu era aceito. Não funcionou. Nunca funcionou.
Nunca coube nas expectativas porque elas nascem pequenas demais para o que pulsa em mim. Nunca me ajustei para pertencer porque pertença, quando exige mutilação, vira cárcere elegante. Aprendi isso do jeito mais cansativo: insistindo. E só agora entendo que insistir contra si é uma forma sofisticada de abandono.
Sou o que sou. Não por rebeldia, nem como defesa. Sou o que sou como quem finalmente pousa as armas no chão e senta. Há uma paz estranha nisso. Não a paz da acomodação, mas a paz de quem para de se ferir tentando ser outra coisa. Sustentar-se dá trabalho, mas lutar contra si cobra um preço alto demais.
Escolho, então, essa trégua radical comigo. Não para me tornar imutável, mas para mudar sem me violentar. Não para agradar, mas para existir com decência. Sou o que sou — e isso, hoje, não é sentença. É abrigo.
