Para minha filha pequena dedicatória
Quando eu tiver um filho ensinarei ele a nunca magoar uma menina. Mas quando tiver uma filha, a ensinarei que os menino também possuem sentimentos e também amam.
“Filha, você sabe que seu pai nunca desprezou você. E não seria desta vez. Se você cometeu um erro, eu já cometi vários e sempre fui perdoado. Então, você está perdoada. Pode vir que eu estou de braços abertos para te receber”
Sou filha do amor,
e a paz
me conduz...
Felicidade eu
me chamo...
Alegrias não me faltam...
Porque a minha
liberdade de amar
é quem me orienta
me guarda
e me guia.
"...Promete que vai continuar sonhar e criar
Please filha, fica nos seus que o papai
Esta criando uma ponte para eles"
Music
PLEASE, PLEASE (TUMI)
By Saul Pacheco
Num lindo dia. Conheci Ana Maria. Uma linda Princesinha, filha de uma Rainha. Seu nome é doce e belo, e o sobrenome docinho de caramelo .
“Oportunidade, para os limitados, é filha do acaso favorável. Para os visionários, é fruto da vontade que não se dobra às circunstâncias.”
Sonhei com você, e nesse sonho pude sentir o quanto eu te amava, filha. Seu corpinho fofinho andando em direção à porta. Como você é linda, meu amor!
Minha Alicia.
Desejo que a filha da empregada doméstica possa frequentar a universidade ao lado do filho da patroa e ter as mesmas oportunidades que os qualificados.
É uma questão de oportunidade!
A persistência é filha da razão; a teimosia, órfã da lucidez. É a inteligência que decide a linhagem.
ENCANTAMENTO
Sou filha das águas azuis do meu rio. Criei-me nas praias do meu Tapajós ouvindo as yaras cantando em surdina seu canto de amor que embriaga, que encanta, lavando os cabelos com a espuma das ondas, seus longos cabelos, tão lisos, tão verdes, da cor da esperança que a gente acalanta. A hora do sol, deitadas nas pedras seus corpos secavam, enquanto os cabelos, tão lisos, tão longos, as águas levavam, pra lá e pra cá… À noite elas riam e brincavam de roda na areia da praia, à luz do luar, enquanto serena a lua banhava seu rosto redondo nas águas do rio e a gente medrosa do boto encantado fechava-se em casa, tremendo de frio. E foi numa noite de maio bissexto, de águas tão grandes, tocando o assoalho que eu vim a este mundo, por mãos do destino, tão frágil, tão tenra como um mururé. Depois as yaras meu berço embalaram e ensinaram à mamãe suas canções de ninar. A fada madrinha seu nome me deu e velou por meu sono quando eu era criança. Por isso ainda hoje eu escuto seu canto. Uma doce cantiga de amor e esperança.
YARA CECIM
