Para Falar de Si Mesmo
Bom dia!
Hoje é o dia perfeito para desejar aquilo que ainda não chegou…
Desejar paz, mesmo que o mundo ainda esteja agitado.
Desejar saúde, mesmo que o corpo esteja cansado.
Desejar amor, mesmo que ele ainda não tenha batido à sua porta.
Desejar fé, mesmo que as respostas ainda não tenham vindo.
Desejar prosperidade, mesmo que a conta ainda não esteja como você sonha.
Desejar amigos verdadeiros, mesmo que a solidão ainda te faça companhia.
Desejar… porque é no desejo que mora o primeiro passo da conquista.
E Deus honra quem planta esperança, mesmo em solo seco.
Vai lá, vive este dia com coragem, com vontade, com brilho nos olhos!
Porque o que ainda não está à sua disposição… está a caminho.
E quando chegar, vai encontrar você preparado, grato e de pé.
A vida não se faz apenas do que temos, mas do que acreditamos que vamos ter.
Siga firme!
— Manoel Dionísio Pereira
Autor do livro Guia do Vencedor
O medo é seu. A dor é sua.
Ninguém mais do que você entenderá o que você quer dizer, mesmo sem poder falar, quando todos sabem. Mas você quer atenção, quer falar, e ninguém quer saber. Porque o medo, a dor, são só seus.
Aos poucos, na vida, vamos encontrando respostas sem mesmo formular as perguntas. Às vezes, o destino acontece sem você se perguntar o porquê.
Se sou meu próprio exemplo, cada gesto é um recado que deixo a mim mesmo. E quando erro, sou eu quem mais sente.
-As vezes você tem que perder aquela pessoa, deixá-la ir, pra ela poder evoluir.
| mesmo que doa, é por ela.
" bobo, ingênuo? Não, não. É que não vou mudar mesmo que muitas pessoas não tenham a mesma consideração por mim como tenho por elas. "
Carluz Sousa
Compromisso é o que te faz levantar mesmo sem forças.
A gente não vence dentro de uma zona de conforto, a gente só vence na zona de guerra.
Se houver dúvida, não existe amor; o amor é a certeza, mesmo diante de todas as incertezas do mundo.
Instigante é descobrir o tom, e até mesmo o gênero da própria voz. Não aquela que sai da sua garganta, mas sim, a que ouve em sua cabeça.
Liberdade de Amar
Hoje, venci a batalha contra mim mesmo,
rompi as correntes do medo e do silêncio.
Cansei de fingir, de esconder, de sufocar
o grito que ecoa em meu peito há tanto tempo.
Eu te amo, Yanet, sem medidas, sem prisões,
te amei no ontem, te amo no agora,
e seguirei te amando, como o vento ama o mar,
como a lua abraça a noite sem demora.
Mas hoje, mais que a ti, amei a mim,
fiz as pazes com meu próprio coração.
Deixei-o livre, sem medo, sem fim,
para amar-te perto, longe, em qualquer estação.
Hoje, quebrei os muros que me cercavam,
soltei as amarras, deixei-me voar.
Não sou refém do que me aprisionava,
sou dono do amor que escolho ofertar.
O tempo que você passa parado é o tempo que está perdendo, vendo o mesmo horizonte. Se você espera ver algo diferente, então mude de lugar. Você não pode reclamar do que está recebendo se não mudar sua postura.
Antes de se encontrar em alguém, apresente-se a você mesmo. Você irá descobrir coisas das quais jamais imaginaria que era capaz.
Os maiores mandamentos são:
Amar a Deus sob todas as coisas
Amar o próximo como a ti mesmo
Sempre devemos amar a Deus acima de tudo e depois devemos nos amar para somente após amarmos nosso próximo como amamos a nós mesmo.
Manuscrito: O Que É Ser Humano
Ser humano é caminhar em direção ao fogo, mesmo sabendo que ele pode nos consumir. Não o fazemos por glória ou por ganância, mas porque lá, no meio das chamas, pode haver uma vida que amamos. Um rosto desconhecido, um choro de criança, uma mãe esperando seu filho, ou até mesmo um inimigo rendido. E por mais contraditório que pareça, é por esses que somos capazes de morrer.
Somos a única espécie que caminha até a morte de livre vontade, não porque queremos morrer, mas porque aceitamos a possibilidade da morte se ela significar salvar algo ou alguém. Esse traço suicida é, paradoxalmente, o que mais define nossa humanidade. Seguimos para o inferno com a esperança de encontrar o paraíso depois. E quando tudo parece perdido, ainda lutamos, mesmo que não haja mais armas, mesmo que não haja mais forças. Lutamos com os punhos, com os dentes, com a vontade.
Na guerra, descobrimos duas faces da mesma moeda: a monstruosidade e a irmandade. O caos nos revela o pior que podemos ser, mas também o melhor. Unimo-nos por sobrevivência, por amor, por lealdade. Inimigos de hoje tornam-se aliados amanhã, e às vezes, pelo bem maior da vida, fazemos acordos com o próprio diabo. Mas nem ele pode nos controlar, pois há algo que nunca se pode roubar: nossa alma.
Há momentos em que o sacrifício parece ser a única opção. Pular no arame farpado para que o outro passe, dar a vida por uma criança, uma mulher grávida, um animal indefeso. Mas também aprendemos com o tempo que coragem não é só se sacrificar. Coragem é encontrar uma solução quando todos vêm apenas o fim. Como disse um certo herói: “Não pularia no arame. Eu cortaria ele.”
E ainda assim, mesmo com toda essa força, há dias em que pensamos em desistir. Que pensamos em nos matar. Mas então, uma voz nos lembra: se eu me matar, não estou tirando só a minha vida. Estou destruindo aqueles que me amam, estou roubando suas esperanças. Quem sou eu para fazer isso? Sou humano. Sou parte dessa espécie imperfeita, cruel, mas também cheia de luz. Uma espécie onde alguns preferem ficar calados, mas outros dão tudo o que têm para ajudar alguém. E são esses poucos que ainda podem salvar a humanidade de si mesma.
Somos caos e ordem. Se tirarmos o caos, a vida perde o sentido. Se tirarmos a ordem, mergulhamos na barbárie. Mas no equilíbrio entre os dois é que vivemos. E mesmo que um dia sejamos escravizados por uma raça superior, basta que um de nós descubra o que é esperança. Uma fagulha. Uma centelha. E tudo mudará. Pois às vezes, enfrentamos até mesmo os deuses por nossa liberdade.
Quando tudo está perdido, quando a fé acaba, resta a memória. Nossa história. Ela é nossa alma coletiva. Não tentem apagá-la, pois ela carrega os nomes de quem amamos, de quem perdemos e até de quem fomos obrigados a matar. Nela está tudo que é ser humano.
Ser humano é lembrar. É resistir. É morrer, se preciso, mas nunca deixar de amar.
Esse é o nosso legado. Esse é o nosso manuscrito.
Alma angustiada
Perdida no espaço e tempo
Não encontra calmaria
Nem mesmo o refrigério
Alma cansada e aflita
Por vezes se pergunta
Onde estará o meu porto
Eu hoje estou vazia
Ondas de sentimentos
Silêncio sufocante
Alma perdida
Quando encontrarás seu caminho?
Livre sentir
Se perde por aí
Alma querida
Não me deixe ir.
Poesia de Islene Souza
