Para Falar de Si Mesmo
O drama de um escritor é ser condenado por aquilo que escreve, pois mesmo quando o assunto que ele aborda não é direcionado a leitores específicos, haverá sempre algum leitor, principalmente amigos e familiares, que interpretarão suas escritas como se fossem escritas direcionadas para eles, uma cutucada, uma indireta etc., o que na verdade nunca o é. O escritor recebe somente a inspiração, e o leitor absorve para si através da leitura com as vestimentas de suas consciências.
Às vezes precisa doer de um jeito para você não se permitir passar pelo mesmo processo novamente. Porém, deve cuidar para que isso torne um ícone de superação e não um trauma.
VERDE OLIVA
É de fazer tremer, os lusíadas e a Ilíada, até mesmo "o banquete".
O conto que ouvi sobre um povo protegido, pela lei e por cadetes.
De uma terra fértil e longínqua, de léguas que não acabam mais.
Que fora invadida e saqueada, perturbaram a ordem, roubaram a paz.
Nuvem densa de insegurança, povo angustiado, mas destemido.
Se organizaram para expulsar o bandido, que dizia que o povo, já tinha perdido.
Um grupo seleto que em outro tempo, já havia derrubado, rebeldes e imorais.
Apelidados de onça, camuflados, coturno, boina, os generais.
Era a última esperança de resgate, dos princípios e valores.
Pois a terra estava minada, geraram métastases, os tumores.
E se mantinha assim aquela povo, com confiança e uma fé constante e muito viva.
Exigindo quimioterapia, gritando em alta voz: onde estais oh verde oliva?
Eu pergunto se nessa cidade, com tanta gente, que só de olhar já se fica tonto.
A cidade é real, há lei lá, o povo é protegido, ou tudo é mesmo um conto?
Tenha personalidade própria, mesmo que muitos não aprovem a sua intrepidez e determinação em ser autêntico...
O natal nunca terá sentido algum em minha vida, se eu não possuir o mesmo sentimento que o mestre sempre expressou, o amor.
Tinha fantasiado uma busca duradoura ou mesmo infinita e é frustrante ser lembrado tão cedo daquilo que prefere continuar fingindo não saber.
sinto como se não tivesse controle da minha vida como se eu estivesse preso e eu mesmo sou o guarda da prisão que é minha própria medíucridade
-william
A misericórdia com que Deus nos atende em certas ocasiões, mesmo não merecendo tudo o que faz, realiza ou opera para conosco.
Revela, descrevendo com toda maestria, a precisão e sua infalibilidade, ao demonstrar todo o seu amor e cuidado em sua escolha por sermos nós e não outros para vivenciar o seu chamado.
sempre nos dizem para termos empatia, você é cobrado, mesmo que indiretamente, para sempre estar feliz e isso nos desgasta muito. com o tempo a gente aprende que tudo bem ser egoísta as vezes, deixar de se doar para outros e focar sua energia apenas em você mesmo.
um dia te mostro ,os poemas de amor que fiz pra ti,
mesmo sem saber quando ,mas no versos tem palavras bonitas ,como a luz de teu olhar...e isso me faz lembrar o tempo que deixou de passar ,por conta de um verso de nossa historia que chegou a terminar.
Mesmo que eu passe por um inverno rigoroso o verão vem e aquece-me a alma que por tanto tempo não tinha se quer uma vista tão bonita como tem agora do sol surgindo.
A impressão é que estamos sob o efeito colateral da "torre de Babel", mesmo com todas conexões possíveis. Há um constante desalinhamento das semânticas, um frequente desencontro de linguagens. Me perguntam por quê? Nos "acostumamos" a ter pressa.
O amor é uma decisão
Pisar em lugares com o coração
Mesmo que, talvez, ainda não se tenha o chão
Mas já haja convicção.
Resolvir me cuidar , e pensar em mim.
Desistir de querer ler o mesmo livro .
Nao me conta nada de novo.
Quero ser protagonista e ser escolhida nesse mundo torto .
Quem sabe um dia alguém me ame ao ponto de querer vive o novo .
E que minha companhia seja sua maior alegria .Desistir também é um ato de amor
Que o sentimento que habita em mim o universo me recompensará com novo olá.
Porque tudo que a gente dá recebe em dobro.
No fim,o conselheiro não tem mais conselhos para ele mesmo,pois se esgotaram de tanto ele dar para os outros.
Eu abro a porta, o espaço é o mesmo. Eu a vi virada para a parede branca. Disse-lhe:
-Oi!
Ela se virou para mim com seus lindos e brilhosos cabelos longos e pretos, enunciado:
-“Ri”!
Se colocou à correr na minha direção. Eu a peguei nos braços é rodopiei coa minha israelense de olhos azuis. Quando acabei, ela me olhou e me falou:
-Por que me deixou só? Por que?
Eu a beijei por um instante e, após, respondi:
-Eu não te deixei! Nunca.
Não sei como estávamos vestindo na ocasião.
