Para a mãe que ganha um bebê

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"Eu estou tão orgulhosa de mim que nem mãe no dia da formatura."

Van Escher

"Sua mãe tem raiva da raiva do seu pai por ela, portanto, você odeia o seu pai pela raiva dele por sua mãe, mas, ao odiá-lo pela raiva, você estará odiando a si mesmo, por praticar a raiva que tanto odeia"

Mãe é amor universal!
Ela é única.
Nem sempre biológica,
amor tem rostos, os traços
podem ser diferentes,
exceto o que sentem.
#bysissym

Que mãe é mãe sendo conivente com ato de perversidade de um parceiro?!
Uma mãe prefere morrer a ver seu filho morto. Deixa de comer para alimentar seu filho. Mesmo doente tem força de Hércules a qualquer hora e momento!
Não há desculpas!
#bysissym

Mãe é o abraço que cura sem remédio,
o colo que acolhe mesmo quando o mundo machuca.
É quem muitas vezes chora escondido para sorrir aos filhos,
quem enfrenta o cansaço com amor e transforma pequenos momentos em eternas lembranças.

Ser mãe não é apenas gerar uma vida,
mas doar pedaços do próprio coração todos os dias.
É ensinar a caminhar, mesmo quando os próprios pés estão cansados.
É ser força, refúgio, oração e esperança.

Neste Dia das Mães, que cada mãe se lembre:
seu amor deixa marcas eternas na alma de quem teve a bênção de ser amado por você. 💖

"Saudades de um Colo"
​Quando a mãe se vai,
a casa fica grande demais.
O silêncio ocupa o lugar do: "filha, comeu direito?"
E a gente entende: o colo acabou.
​Agora eu sou o colo.
Sou eu quem mede febre de madrugada,
quem faz a sopinha sem receita — só reza e intuição.
Sou eu quem adivinha o choro antes que vire soluço.
​E dói perceber que o jogo virou.
Que ninguém vai largar o mundo para segurar minha mão
quando a gripe me derrubar na cama.
Ninguém vai sentar do meu lado só para eu não me sentir só.
​Filho ama, claro que ama.
Mas filho não desmarca a vida para cuidar da gente.
Filho tem pressa. Tem sonho. Tem voo.
E mãe… mãe é sempre porto. Nunca destino.
​A mãe que se foi levou junto o mimo.
Levou o "deixa que eu resolvo",
o "vem cá que passa",
o café na xícara certa, só porque ela sabia.
​Agora eu sou a mãe.
E entendo que mãe nunca muda:
mesmo cansada, mesmo doente, mesmo com saudade,
a gente abre os braços primeiro.
​Mas lá no fundo, bem fundo,
a menina que eu fui ainda espera.
Espera um colo que não volta mais.
Espera a sopa que só ela sabia fazer.
Espera ouvir: "fica tranquila, eu tô aqui".
​Mãe não tem mãe.
E quando a nossa se vai,
a gente vira órfã com filho no braço.

E a vida?
Uma catarse de pileque e ressaca curados com um abraço de mãe antes de dormir.

Mãe – Fragmento do Céu


Força revestida de ternura
abrigo aquecido de amor,
jardim nascido em terra dura
firmeza infundida em valor.


Quem provou o amor de mãe
do céu recebeu sabor,
uma pequena fração de mel
dentro do interior.

⁠Você acha que minha mãe me criou pra eu ficar suprindo carência dos outros?

A única pessoa que fica feliz quando você mostra seu sonho é sua mãe, mais ninguém.

Mãe é toda aquela que acolhe, acalenta, chora baixinho, cuida, acompanha e mesmo calada otimista se revela sempre com um farto sorriso de esperança, nos revelando que no fundo, tudo vai dar certo, sem entender nem o fim e nem o começo, mas tentando aprender no exercício do amor, todas as novas mudanças, as opções de escolhas e os diferentes comportamentos contemporâneos de seus filhos e filhas.

Não queria ser mãe, mas fui
Não queria casar, mas casei
Não queria estar nessa cidade, mas estou
Não queria viver assim, mas vivo
Não queria nada disso, mas, mas, mas...
Já se questionou hoje?

“Mãe é sinônimo de tudo na vida. É a mulher heroína que Deus criou com amor e escolheu para gerar a vida humana. Através do dom concedido por Deus, ela traz ao mundo filhos e filhas, sendo uma verdadeira dádiva do dom da vida.
Para todas as mamães, deixo o meu grande abraço, carinho e admiração. Que Deus abençoe grandemente cada uma de vocês, mamães, com saúde, paz, amor e muitas felicidades. Feliz Dia das Mães!”

Isso me basta...


— Mãe, estou assustado com o seu nível social…
Ela sorriu com calma, como quem já entendeu o mundo há muito tempo.


— Não se assuste, respondeu. Eu não subi degraus nem disputei lugares. Não carrego títulos, nem rótulos. O que eu tenho é nível humano.


Fez silêncio por um instante e completou:
— E nisso, meu filho, todos somos iguais. Quem se acha acima, já se perdeu de si.

A Mãe e o Olhar

Edineurai SaMarSi

Quando eu era criança, a vizinha perdeu o único filho — quase homem… ainda menino.

Eu a observava.
Sempre fui boa nisso.

Depois disso, ela nunca mais foi a mesma.

A casa seguia arrumada,
as portas abertas,
o café no horário.
Mas os olhos…
ah, os olhos…
Eram fundos.
Vazios.

Fazia tudo como antes.
A vida seguia.

Mas, em seus olhos, algo havia mudado.
Não tinham mais alma, não tinham mais vida…
As tentativas de sorriso eram falsas, assim como a vontade de continuar.

Eu me lembrava de antes — da sua alegria, da família feliz — e, com a minha inocência de menina, pensava:
“Logo isso passa.”

Não passou.

O tempo andou.

Cresci.
Tornei-me adulta.
Ela se mudou, mas, quando a via, mesmo de longe, aquele olhar continuava o mesmo — parado naquele dia.

Como se a alma tivesse saído devagarinho
e ido atrás dele.

Eu não entendia…

Até ser mãe.

E perceber que há dores
que não enterram só um corpo —
enterram o mundo inteiro
dentro do peito de quem fica.

E alguns dias…
simplesmente não passam.

E Mãe Brinca?


Passei uma semana em um resort e, no penúltimo dia, vivi uma conversa muito especial.


Havia um tipo curioso de pessoas que permanecia à beira da piscina, quase imóvel.


Não podiam molhar o cabelo, mantinham sempre um penteado impecável, óculos de sol e chapéu.


Reclamavam da água quando estava quente e também quando estava fria.


Reclamavam do sol e, curiosamente, da sua ausência.


Pareciam seguir um mesmo padrão social e filosófico,como se existisse uma maneira correta de aproveitar a vida.


Eu percebia muitos olhares sobre mim, mas um deles chamou minha atenção.


Aproximei-me e disse:


— Oi!


Nenhuma resposta.


Ela me observava.
Às vezes com admiração, às vezes como quem observa algo completamente fora do comum.


Perguntei seu nome, mas não obtive resposta.


Ela me seguia com os olhos, aproximava-se e se afastava, até que finalmente criou coragem e perguntou:


— Você trabalha com o quê?


— Sou professora.


Ela pareceu surpresa.


— E professora brinca?


— Brinca.


— E professora nada?


— Nada.


— Quem é esse menino?


— É meu filho.


Então vieram as perguntas que mais me marcaram:


— E mãe brinca?


— Sim.


— Mãe nada?


— Sim.


— E mãe mergulha?


— Eu mergulho.


— E mãe usa o espaguete para nadar?


— Eu uso.


Sorri e perguntei:


— A sua mãe não faz essas coisas?


Ela respondeu com toda a sinceridade:


— Não. Nem meu pai.
Eles só sentam, conversam, me olham e depois subimos.


Fiquei em silêncio por alguns segundos.


— Entendi. Mas você pode brincar com a gente.
Quantos anos você tem?


— Tenho quatro anos.


Naquele instante, percebi que, para algumas crianças, o mais extraordinário não é um brinquedo novo, uma piscina enorme ou uma viagem inesquecível.


Às vezes, o que mais desperta encantamento é descobrir que os adultos ainda sabem brincar.


Que mães mergulham.


Que professoras nadam.


Que pais podem rir sem motivo.


E que crescer não deveria significar abandonar a alegria de viver.

Dos cinco filhos da mãe nordestina, um parte para longe, levando consigo o sotaque, o sabor e a força de um povo que nasceu para espalhar cultura pelo mundo.

⁠No final de uma escuridão, encontrei a luz de um ser que me ensinou a viver. Mãe, obrigado por seus conselhos.

Onde a pedra romana dobrou os joelhos ao invisível, a Mãe das Igrejas sussurra que até o trono do pescador é apenas uma sombra projetada pelo eco do Primeiro Pescado.
Reno Fioraso

Queria viver um sorriso tão lindo quanto aquele que inventei nas memórias da minha mãe.


Um sorriso que talvez nem tenha acontecido exatamente assim, mas que minha alma precisou criar para continuar acreditando na ternura.


Queria sentir algo tão glorioso quanto o abraço que imaginei ganhar do meu pai no dia da minha formatura. Um abraço inteiro, sem pressa, sem dívida, sem ausência. Um daqueles abraços que dizem, sem dizer: “eu vi você chegar até aqui”.


Queria um colo com gosto de lar.


Um lar com aroma de lavanda, janelas abertas para a paz, silêncio criativo repousando no canto da sala e uma playlist que parece não ter fim, como se o tempo tivesse decidido parar só para me deixar respirar.


Talvez eu não queira luxo.


Talvez eu só queira presença.


Um lugar onde a alma não precise se explicar tanto. Onde o coração possa tirar os sapatos, pousar suas guerras no chão e existir sem pedir licença.


Talvez eu só queira, por um instante, viver dentro da beleza que um dia precisei imaginar para sobreviver.