Palavra Sábia

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⁠O silêncio é a melhor arma de quem sabe o seu valor!

A verdade é a arma mais poderosa que existe. Ela pode libertar, curar e transformar. Usada com sabedoria e compaixão, a verdade pode mudar vidas e construir um futuro mais justo.

Cadeia da Dualidade
Quando estamos na cadeia da dualidade (Dimensão da Duvida) não sabemos o que queremos. Infelizmente a maioria das pessoas estão nesta dúvida neste exato momento, aflitas tentando achar uma saída. Porém, saber o que quer depende apenas de si mesmo, manter ou não pessoas que não sabem o que querem também!
Então, para sair da dúvida, comece tirando aquilo que você NÃO quer... tire tudo, pois o que você realmente quer virá de uma forma mas Clara.
Mãos à obra, liste somente para você o que não quer....faça isto por uma semana ou mais, até esvaziar tudo. É uma faxina emocional e mental. Jogue fora este papel.
Depois silencie, olhe para dentro de você e saiba que está dando o primeiro passo para ir para a Dimensão da certeza, e assim, naturalmente poderá decidir e assumir as responsabilidades por suas escolhas.

Só vive o tédio aquele que não sabe o que fazer consigo mesmo, aquele que briga com o momento presente e tenta fugir para passado e ou para futuro. Aproveite o silêncio para aprender, para se conhecer.
Posso garantir que será uma viagem de descobertas! Não bombardeie as redes com terror, a mídia já faz isto e sinceramente não precisa de ajuda! Plante flor por onde for, pois nunca se sabe se terá que voltar pelo mesmo caminho!

Sabedoria é esquecer tudo que já aprendeu e começar de novo; todos os dias.

Graça da Vida!
Sabe qual é a graça da vida?
É acordar bem cedinho e ver o sol nascer,
É despertar num lindo florescer,
É rejuvenescer com gargalhadas infinitas,
É simplificar distribuindo bom dia a tudo e a todos,
É agradecer a água que bebe, o alimento que come,
É encantar-se com a beleza que há dentro e fora de você,
É amar-se, ser amada e distribuir amor verdadeiramente,
É fazer da vida uma eterna graça.

Só entenderemos a magnitude da vida, quando aceitarmos o que nos foi proferido com sabedoria.

Querer quando não sabemos se podemos ter, é sofrer antecipadamente.

Joias são raridades nas mãos de quem sabe apreciá-las.

⁠O momento requer sabedoria e luta pelos dias que vivemos em prol da humanidade.

Só entenderá a profundidade da vida, aquele que passou e viveu as intempéries com sabedoria.

Aceitai com sabedoria as injustiças; elas são para o vosso crescimento interior.

Lamentos

A noite canta
E ouço-lhe os lamentos.
Há um grito de sabedoria querendo
Entrar em minha solidão.
A sombra incrédula vaga sem destino.
O vento invisivelmente se cala.
Não há controle sobre os acontecimentos.
Meus sentimentos congelaram
Como o inverno que se findou.
O calor da chegada do verão
Derramou sobre o sombrio tempo
Um tapete colorido de eternas alegrias.

⁠Protagonistas desta Jornada

A vida tem ensinado que viver requer muita astúcia e sabedoria. Os dias sempre serão conforme o determinarmos. Somos sabedores de que o “nada” sempre será o “tudo” e o “tudo” nosso alimento espiritual. Somos os protagonistas dessa jornada, portanto podemos reescrever os capítulos do nosso livro todos os dias. Nada e ninguém poderá deter o que já está predestinado, mas podemos mudar o rumo da nossa história se assim o acharmos necessário.

A mente pode até saber alguns caminhos, mas é o coração que sabe para onde ir.

Todos sabemos o que precisa ser feito; só nos falta coragem.

Criamos nossas expectativas sobre a vida, mesmo sabendo que ela se desenrola no seu próprio ritmo.

Se perdoe por não saber. A gente só entende algumas despedidas depois que elas acontece

⁠“Seja autêntico, viva com sabedoria e protagonize sua própria história. Evolua sempre — almas rasas não deixam legado.”

A Gaiola, Afinal, Sou Eu




Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.A Gaiola, Afinal, Sou Eu
Mudei, sabe? Mudei pra encontrar meu pedaço de mundo, Construir algo do zero. Me sentia tão preso, lá. Achei que a distância, a cidade nova, Me libertaria.
A ironia, essa que me corta, É que a gaiola nunca foi a cidade. Nunca foi o lá fora. A gaiola, sou eu. A prisão, está na minha mente.
Essa cela, feita de medo, De que me descubram, De que vejam a farsa que sou. Síndrome do impostor, me sussurram. Queria ser melhor, Focado, com propósitos. Mas a autodúvida, essa sombra, Me paralisa, me afoga.
Me sinto um robô, um autômato. O querer existe, grita, Mas a vontade... Ah, a vontade Se desfaz em inércia. Minha agência minada, O que quero não vira o que faço.
Mas se a prisão está em mim, Se sou eu quem a constrói, Então a chave também é minha. Uma dor que traz esperança. Essa consciência, eu do futuro, É o primeiro passo pra se libertar.