Paixao Verdadeira
Estamos substituindo a verdadeira natureza humana por uma fachada, com lábios volumosos e seios artificiais, tornando-nos prisioneiros das academias e dos filtros digitais, ao mesmo tempo, em que renunciamos anossa própria identidade!
A felicidade verdadeira só acontece quando a gente consegue se aceitar como é e valorizar tudo o que já conquistou até agora.
A verdadeira felicidade chega com a maturidade.
A partir de certa idade chega a maturidade e, começamos a entender que não é mais a euforia da felicidade que se busca, mas a paz.
E talvez essa seja, na verdade, a forma mais profunda e duradoura de ser feliz.
Já não se quer mais amores intensos que machucam, amizades que cobram demais, nem conquistas que custam a alma.
A prioridade muda.
Queremos silêncio que acolhe, presença que acalma, rotinas que confortam.
A paz vira o bem mais precioso, e tudo o que ameaça isso simplesmente deixa de valer a pena.
Não é desistência da felicidade, é maturidade.
É perceber que o brilho do momento não compensa o peso que deixa depois.
Quando a paz chega, ela cura, organiza e dá sentido.
E é aí que você entende que a verdadeira felicidade não está no que brilha lá fora, mas no que permanece tranquilo aqui dentro.
verdadeira abundância não se mede pelo que acumulamos, mas pela liberdade que temos em transbordar na vida do outro
O evangelho não é uma performance espiritual nem um exibicionismo bíblico, mas a verdadeira honestidade diante de Deus. 🔥
Eu sou livre para imaginar, sentir, falar, amar, viver, fazer e ser o que eu quiser. A verdadeira liberdade está nas minhas escolhas, e o único limite é o que eu me imponho. A vida é moldada pelas decisões que tomo, e eu sou capaz de criar a realidade que desejo, sem restrições externas.
Precisamos parar de acreditar na ilusão de que vivemos em uma verdadeira democracia. Na realidade, nunca fomos verdadeiramente uma democracia. O que temos é uma ditadura que favorece banqueiros e grandes empresários, onde somos, na prática, escravizados pelo trabalho. Trabalhamos por necessidade, porque, sem um emprego, não temos como garantir nossa sobrevivência. Uma verdadeira democracia, que realmente merecesse esse nome, não permitiria que qualquer pessoa passasse fome, vivesse sem abrigo, ou ficasse sem acesso à educação e saúde. As necessidades básicas de todos deveriam ser atendidas pelo estado, mas, em vez disso, somos forçados a trabalhar incessantemente para sobreviver.
Existem alguns privilegiados que, por sorte, conseguem trabalhar em algo que realmente gostam, mas a maioria de nós trabalha apenas por necessidade, para garantir o mínimo para a nossa sobrevivência. Nos tornamos meras engrenagens de um sistema que nos usa como escravos para sustentar banqueiros, mega-empresários e investidores — pessoas que controlam os bancos e as grandes corporações. Eles dependem de nosso trabalho para se manterem ricos, ostentando uma vida de luxo às nossas custas, enquanto nós, que sustentamos o sistema, vivemos na pobreza.
... tu és
a tua verdadeira
missão neste mundo;
portanto, assume com enlevo
e dedicação as rédeas
da tua história!
A verdadeira liberdade não está no mundo externo, mas dentro de si mesmo. Liberdade não é algo que se toca ou se conquista fisicamente, porque o corpo, por sua própria natureza, está preso a necessidades básicas, como o alimento, o descanso e outras condições essenciais para sobreviver. Essas dependências tiram qualquer ilusão de que a liberdade pode ser algo plenamente físico.
A liberdade, na verdade, é um estado que se sente, algo profundamente interno. Não é sobre estar em um lugar ou realizar uma prática, mas sobre sentir-se livre, independente das circunstâncias externas.
De nada adianta viajar pelo mundo inteiro, explorar cada canto do planeta, se dentro de si ainda persistem prisões invisíveis: medos, preocupações, angústias e a incapacidade de estar em paz consigo mesmo. A verdadeira liberdade é sentir-se livre por dentro, independente do que acontece ao seu redor. É um estado de aceitação e presença que nenhum lugar externo pode proporcionar.
Nos momentos em que a vida sangra, a verdadeira grandeza não está em aparecer, mas em amparar. A dor do outro não é palco; é chamado à humanidade.
O mais importante é ser
a nova criatura, transformada
pelo Espírito Santo na
fé verdadeira em Cristo
Jesus. Gálatas 6.15-16
A verdadeira loucura não é perder a razão; é perder tudo, menos a razão, e tornar-se um autômato de valores que nunca foram seus.
A verdadeira virtude consiste em recusar o que viola a dignidade humana; não é sabedoria tolerar aquilo que destrói a justiça.
O niilista pensa que sem deus não há moralidade. O humanista sabe que a verdadeira moralidade só começa quando deus sai de cena e somos forçados a cuidar uns dos outros.
O niilismo confunde desespero com clareza; o humanismo vê que clareza verdadeira nasce da ação responsável.
A verdadeira inteligência não reside na precisão da resposta, mas no caos controlado de uma memória que se permite tropeçar em si mesma.
A verdadeira moralidade começa exatamente no ponto onde a esperança do céu e o medo do inferno terminam.
A verdadeira liberdade surge do ódio profundo ao destino imposto pelo sofrimento, onde cada dor é uma batalha contra o abismo da existência, forjando um significado pessoal no caos, pois só quem renuncia à normalidade tediosa pode sobreviver com intensidade visceral.
