Paixao Verdadeira
A verdadeira resiliência não é parar de sentir, mas aprender a caminhar com o chão ainda úmido das lágrimas.
O Desapego é o alívio da gravidade, a percepção lúcida de que a verdadeira liberdade reside na leveza do Ser, e não na prisão do ter.
A verdadeira cura não é a ausência de dor, mas a nova relação de respeito que você estabelece com ela.
A verdadeira caridade não busca a luz dos holofotes, ela é a semente plantada na escuridão, cujo fruto é visto apenas por Deus.
O que é seu, chega pelo esforço silencioso e pela dedicação invisível. A superação verdadeira é aquela que você conquista quando ninguém está olhando.
A verdadeira coragem reside em duelar com as vozes internas que insistem em te diminuir. Vença o gigante interno e a batalha de fora será apenas um detalhe.
O povo se curvou e orou fervorosamente ao deus de néon que eles criaram, ignorando a verdadeira visão da escuridão.
A noite é mestre em revelar a verdadeira face do desejo. Ela não julga, apenas mostra o que pulsa. Algumas verdades aparecem em roupas simples. E eu as recebo com humildade de aprendiz. Porque cada desejo é também mapa para a cura.
A verdadeira coragem não é lutar contra o mundo, mas lutar contra a sua própria procrastinação e covardia interna. Essa é a guerra mais difícil.
A verdadeira liberdade é não precisar provar nada a ninguém, apenas a si mesmo, e viver sob a única régua que importa: a sua paz.
A Verdadeira Democracia não é, nunca foi e nunca será "Todos igual no mínimo". Ninguém merece uma "igualdade" sem poder ter nada além.
A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.
A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.
O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.
A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.
" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "
Em meio ao caos das guerras políticas e ao ruído das batalhas entre anjos e demônios, a verdadeira resistência mora no território íntimo do ser. São as paixões que nos salvam da insensibilidade. Os beijos ardentes que apagam o ódio, os abraços intermináveis que desafiam a lógica do fim. É no cheiro único de quem se ama, na pele que se torna um porto seguro, que encontramos a mais pura verdade. Nestes detalhes, reside uma força silenciosa e inquebrável. Esta é a nossa trincheira: a revolução suave do afeto. Que nada nem ninguém roube de você o direito de sentir.
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi
A verdadeira felicidade não está na agitação da multidão; nela se encontra somente a alegria passageira. A verdadeira felicidade mora dentro de você, nas pequenas e simples coisas da vida!
