Pai Nao Entende nada

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"Muitas vezes, a gente não pode "viver" o amor por falta de diálogo!"






Otávio Abadio Bernardes






GYN, 7 de agosto de 2025.

"Nosso Tempo é muito precioso, portanto, não o desperdice com coisas fúteis!"

"A vida me ensinou muita coisa, só não me ensinou a não gostar de você!"






Otávio ABernardes








Itumbiara, 24 de janeiro de 2026.

"Termino o ano, não preocupado com o mundo, mas sim com o valor do Homem e da Mulher!"






Otávio ABernardes






Goiânia, 29 de janeiro de 2026.

"... Até parece que, onde não existe romantismo, a vida não tem sentido!"

Ficar ao lado de quem te ajuda e não ao lado de quem te atrapalha, não é privilégio, é sabedoria.

Como Ser Feliz no Brasil




O Cristo, lá do alto, não abre mais os braços —
estão cansados.
Ele olha o Rio e chora.
Chora como quem já não tem mais lágrimas,
só sangue.


O sangue desce pelas vielas,
mistura-se à chuva,
escorre pelas escadarias do morro,
lava o rosto de uma cidade que esqueceu o que é piedade.


Uma menina grita —
o pai caiu no chão, o peito aberto, o olhar parado.
Ela chama, chama, mas ninguém vem.
E o Cristo, imóvel, observa,
com o olhar pesado de quem carrega todos os mortos
e os que ainda vão morrer.


O policial também caiu.
Não é herói, nem vilão —
é um corpo traído pelo Estado,
um corpo sem preparo, sem futuro,
usado como escudo na guerra dos que nunca sobem o morro.


E o povo grita.
Mas o grito se perde.
Sobe, se mistura ao vento quente,
vira eco, vira reza, vira desespero.


Do outro lado da tela, nas redes,
há quem sorria.
Blogueiros, políticos, comentaristas de sofá —
todos erguendo taças,
festejando o sangue que correu.
Dizem que não foi chacina,
foi faxina.
Mas não eram bandidos.
Eram pais.
Eram filhos.
Eram avós, mulheres, trabalhadores,
gente que sonhava com o mínimo —
sobreviver.


Gente que acreditava,
mesmo que por instinto,
que ainda existia um Brasil para lutar.
Mas o Brasil não olha para os morros,
não sobe as escadarias,
não investe nas escolas,
não abraça o povo.
O Brasil aponta.
Atira.
E depois comemora.


A dor, agora, não cabe mais no peito.
O choro se mistura à lama,
o sangue vira notícia,
e o corpo negro —
o corpo que sempre foi o primeiro a cair —
vira espetáculo.
Dá ibope.
Vira estatística.
Vira silêncio.


E o Cristo, lá do alto,
já não parece uma estátua.
Parece um lamento.
Um lamento feito de pedra,
de fé cansada,
de humanidade morta.


O Brasil sangra no peito d’Ele.
E cada gota que cai
é um pedido de perdão
que ninguém ouve.


Porque aqui,
a caneta que deveria salvar,
assina a sentença.
E o Estado, que devia proteger,
mata.
Mata em nome da ordem,
mata em nome da paz,
mata porque aprendeu a matar
antes de aprender a cuidar.


E assim, o sangue desce o morro,
invade os rios,
chega ao mar,
e deságua no coração do país —
um coração cansado,
que pulsa em silêncio,
tentando, ainda assim,
ser feliz no Brasil.

⁠Amigos de verdade não te mostra o caminho há seguir, segue o caminho com você.

⁠A idade não dar poder só responsabilidade.

⁠O caminho do vencedor não é rápido nem é fácil.

⁠Não fale do seu crescimento, cresça.

Quem sempre mente, não é boa gente.

Deus muda valores, não princípios.

Há muitas gentes ungidas, mas não aprovadas.

A luz não fala, ilumina.

A eternidade não começa com a morte. Estamos agora na eternidade. Somos cidadãos da eternidade.

Sem trabalho, sem luta, sem desejo, não há vitória.

Ler não dá sono,
ler dá sonho!

Ler não é só uma paixão é uma necessidade da alma.

É a coragem que nos faz eloquentes.
O bom senso não se ensina.
Do livro: Aforismos Vol. 5