Pai Nao Entende nada
Não importa sua aparência,
Sua idade, seu status social!
O que importa é o que você É, não o que querem que seja!
Reflita: se tira sua paz … é caro!
Ame o que você É!
Sou assim...
Sempre olho nos olhos, assumo meus erros, não curto mentiras e falsidades, sou também cheia de vida, de amor, de verdade, de alegrias e encantos.
Sonho, faço, realizo; sinto-me livre para apenas..
Ser o que sou.
Sou assim...
Sou livre... estou Viva.
Sou um SER espiritual vivendo uma experiência humana. E sabe de uma coisa, estou me divertindo muito!
Quantas oportunidades perdemos quando não temos a coragem de pedir perdão.
Perdão é um dos gestos mais nobres que ilumina nossas vidas.
Ascende luz na luz!
Gesto de rara beleza!
O equilíbrio não é o meio termo!
O equilíbrio é poder ir de um lado para outro sem se desequilibrar.
Às vezes sinto uma tristeza profunda. É uma tristeza que não há explicação. Enquanto as lágrimas teimam em cair, eu as retenho para que a alegria tome conta do instante.
Se quiseres me conquistar, apressa-te. O trem passa e não pergunta se queremos embarcar para a viagem.
Não se iluda com os mistérios da vida. Eles existem para que possamos nos aprofundar mais e mais e tentar buscar o nosso eu esquecido em algum lugar.
Não tentes dominar o mundo buscando as perfeições que estão imperfeitas no caminho árduo que criastes. O mundo é ligado por uma massa grandiosa de elementos fundamentais para a nossa sobrevivência e para as nossas lutas constantes. Dê apenas o suficiente para deixar alguém feliz. O resto vem automaticamente sem nenhum esforço. O bem que plantamos hoje, sempre voltará em dobro. Somos feitos de amor e o amor é a nossa força.
Bons momentos não se compram — nascem de boas companhias, novas experiências e uma vista que faz a alma respirar.
Insta: @elidajeronimo
Não desisti de tudo. Nem deixei para trás meu sonho. Apenas, dei uma pausa para fazer o que era necessário.
Sempre fui otimista e sonhadora. O que não aconteceu foi porque não era para acontecer e o que aconteceu foi o que a vida me deu de presente, e eu aceitei.
Refúgio nas Linhas
Eu poderia me declarar, mas o medo de ser rejeitada me faz recuar. Não nasci para o desprezo – nasci para ser aceita, amada e adorada. São as minhas exigências como mulher. Trago em mim a convicção de que a mulher nasceu para ser amada, admirada e idolatrada. É a minha essência: romântica, inteira e sonhadora. Prefiro recolher-me em mim mesma do que receber um “não” ou um “talvez” sem coragem. Há dentro de mim um lugar sagrado, reservado ao amor e o amor, quando chega, precisa ser inteiro.
Eu poderia ligar, mandar mensagens, áudios – qualquer outra coisa revelando o que sinto. Poderia fazer surpresas, enviar músicas que tocam meu coração e minha alma, músicas que talvez tocassem a dele também. Eu poderia escrever uma carta manuscrita. Cartas a próprio punho são tão românticas –revelam a presença íntima de quem escreve, o perfume do papel, o calor das mãos que desenharam palavras amorosas. É como se o coração encontrasse refúgio nas linhas.
Há tantas formas de se declarar. No amor são infinitas as possiblidades. Eu saberia como fazê-lo, mas e se...e se desse errado? E se ele apenas achasse graça da minha declaração? E se não entendesse minha intenção? E se não sentisse o mesmo que eu? Esses “e se” ficam pipocando na minha cabeça e não me deixam seguir adiante. Deixam-me em polvorosa, só de imaginar-me tentando me declarar – e recebendo um “não” como resposta.
Preciso tratar esse meu ferimento interno. Cuidar da autoestima que, talvez, ande em baixa. Não sei responder às perguntas que me faço diariamente sobre esse medo da rejeição. Já pensei, repensei, tentei encarar o que pode ter acontecido num passado não tão distante. Tentei relembrar fatos que me deixaram assim, mas nada vem à mente. Talvez, eu precise reorganizar meu mundo interno, entender que é coisa da minha cabeça, que esse medo não existe de verdade. Talvez essa rejeição que sinto seja apenas fruto da minha imaginação. Talvez seja só isto. Talvez.
Talvez eu escreva uma carta ou mande uma mensagem me declarando. Amar é se arriscar. É colocar o coração na beira do precipício. E se ele dizer não, aceitarei, pois terei dito o que sinto – e isso, por si só, já é uma forma de liberdade.
Rita Padoin
Escritora
