Pai Nao Entende nada

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"Não sei qual o gigante que te afronta, mas o Deus de Israel te dá a vitória hoje! Você não apenas vai matá-lo, como ainda vai arrancar a cabeça."

"Não importa o gigante que te desafia, pois o Deus de Israel garante sua vitória hoje! Prepare-se: você vai matar esse gigante e, sim, arrancar a cabeça dele!"

"Não sou viciado em você, sou apenas um entusiasta das péssimas decisões."

“Meu cupido deve ter sido treinado pelo Exército Brasileiro: ele não atira flechas, dispara um canhão — e sempre no alvo errado.”

“Meu cupido deve ter passado pelo Exército Brasileiro; não usa flecha, usa canhão — e erra feio.”

“Se encanto fosse crime, você seria a prova de que a justiça tarda, mas não falha.”

“Não confunda minha paixão com fraqueza. É preciso muita força para não destruir o mundo toda vez que alguém olha para você com desejo.”

“Não confunda minha paixão com fraqueza. Há muita força em conter o mundo quando alguém olha para você com desejo.”

“Paixão não é fraqueza. Fraqueza seria não ter força para conter o caos que o desejo provoca.”

“Não confunda paixão com fraqueza. Controlar o que o desejo desperta exige força.”

“Não estou apaixonado; estou apenas assistindo a um sonho do qual não quero acordar.
E se for para morrer de desejo, que seja com uma trilha sonora de rock ao fundo…
porque a sanidade sempre foi superestimada. Crazy Train.”

“Não sou um homem de me arrepender. Se foi bom, foi rock and roll. Se foi ruim, foi algo que pensei ser amor. Se foi errado, provavelmente foram os dois ao mesmo tempo.”

"A verdade não precisa ser gritante para ser real, nem mansa para ser aceita; ela precisa apenas ser íntegra para ser libertadora."

Maturidade não é pressa, nem carência disfarçada de escolha. É ter estrutura interna suficiente para não negociar o próprio valor só para não ficar só.
Pouca gente aguenta esse silêncio — e menos ainda crescem dentro dele.

“Que a vida não me encontre distraído quando o eterno vier me buscar; quero partir com os olhos cheios de mundo e a alma transbordando de consciência.”

“Somos como livros: não se julga sem antes ler. Esperamos que alguém nos encontre, nos abra, e descubra o que guardamos por dentro.”

“Somos livros à espera de mãos certas: não se julga a capa, é preciso abrir e ler o que o silêncio guarda.”

“Não deixe para depois: a hora é agora. Quando a decisão pesa, não encare o futuro inteiro — resolva o passo de hoje.”

Lizandra Alves


Lizandra — Riff de Esperança
  Alves — Mulher que Não Desiste


Lizandra — Abrandando Silêncios
  Alves — Onde a Força Floresce


Lizandra Alves, nome que o tempo não dissolve,
soa como acorde limpo, desses que a alma absolve.
Entre legumes, cores, traços num balcão desenhado,
o destino já ensaiava um encontro bem guardado.
Rock tocando alto, riso solto, olhar atento,
havia nela alegria vestida de sentimento.
Trabalhadora desde cedo, mãos firmes, coração leve,
orgulho que não se exibe, apenas vive — e se percebe.
Trazia no sorriso a arte de disfarçar
certas tristezas que só quem cuida sabe enxergar.
E mesmo assim, quando estava ali, tudo era luz:
amizade verdadeira, dessas que o tempo conduz.
Lizandra Alves, mulher de passos suaves,
que transforma cicatriz em força, medo em chaves.
O mundo tentou dobrá-la, mas não conseguiu quebrar:
ela aprendeu a ir, a voltar, a recomeçar.
Hoje o passado não dói — ele ensina, ele fala,
é ponte, não prisão; é memória que embala.
Se o destino cruza caminhos, não é por acaso:
algumas presenças ficam, mesmo após longo prazo.
E se um dia Queimados ouvir seus passos de novo,
não será retorno — será voo.
Porque quem carrega luz, trabalho e verdade,
nunca sai do lugar: apenas muda a paisagem.

“O vazio se instaura onde antes pulsava a vida, não como um buraco, mas como um silêncio carregado de ecos. Inexistir não é apenas ausência: é o apagamento do nome, do gesto e da memória que sustentavam o real. O que foi fictício desfaz-se no ar como miragem; o que se extinguiu retorna ao cosmos em forma de quietude. No intervalo sutil entre o ser e o nada, pairam as cinzas luminosas de uma quimera — não mortas, apenas transmutadas. O fim não é escolha nem castigo: é o rito inevitável pelo qual uma existência atravessa o tempo e se converte em lembrança, antes mesmo de cessar.”