Pai Nao Entende nada
Nada deve passar despercebido dos nossos olhares, pois até mesmo o menor dos seres vivos exibe uma beleza estonteante!
A morte nada mais é do que o nosso retorno a verdadeira morada. Todo resto é pura ilusão, empréstimos que nos são concedidos por Deus para passarmos por um período de aprendizado, mas que se perderá na medida em que o tempo for passando. De concreto mesmo, apenas a Centelha Divina sobrevive a tudo, pois ela é imortal e eterna.
Você fica triste quando pessoas queridas se distanciam do nada. Fica chateado quando mudam de repente sem razão alguma. Se pergunta qual o motivo de muitos serem simpáticos somente ao necessitarem de algo e sempre fica com raiva. Mas há um motivo para você ficar feliz; é que seu caráter nunca mudou.
Você vai ver coisas que você sonhou acontecendo do nada, e vai entender que Deus já havia cuidado de tudo.
Aqui, só havia eu e minha jangada.
Ao redor, árvores e mais nada.
Queria tê-la para viajarmos às Américas,
ver além das telas.
Remendando-a constantemente, cuidava dela com bom gosto.
Laçando-a a uma quina, procurava mantê-la a salvo.
O tempo muito se passou, já se ia agosto.
O aglomerado de madeiras se soltava frequentemente.
Remendo, remendo, remendo…
A jangada mostrava-se diferente.
Apesar de perto, estava distante.
Talvez por isso eu estava tremendo.
Chovendo, corria para segurá-la.
Trovoando, permanecia para amá-la.
Quando o Sol voltou das cinzas e a alegrou,
ela, da minha mão, desagarrou.
Minha querida jangada, cuido de ti há meses.
Minha querida jangada, tento ir contigo às alturas.
Esforcei-me para estar contigo nas aventuras,
mas afundaste-me umas tantas vezes.
Logo que afundávamos, segurava-te antes de mim.
Puxava-te para a superfície e remendava-te.
Era indescritível o quanto te queria.
Nadaria rios inteiros atrás de ti.
Nenhuma outra me fará experienciar o que, por ti, senti.
Carregaste a esperança de noites melhores.
Cultivaste a criação de sonhos maiores.
A terra de Gonçalves Dias pode ter palmeiras.
As aves, lá, que gorjeiem à vontade.
As estrelas, que brilhem.
Que os bosques vivam lá.
Minha terra tinha mais vida,
onde navega a minha jangada.
O vento, que aqui atravessa os fios de cabelo,
não faz o mesmo lá.
Minha jangada tinha mais vida,
e a minha vida, mais amor.
Oh, querida jangada…
Como ainda te espero para navegarmos,
esperançoso de mais uma vez nos amarmos.
Perdoo-te, minha amada.
E quando eu entendi que, quem me perde, perde tudo. Você ficou sem nada! Nem todas as boas lembranças, os sorrisos, o amor vivido, vai de fato preencher o seu vazio.
Minha dor está crescendo
Minha raiva está crescendo
E nessa terra onde nada cresce
Há mentes sendo controladas
- Am I Scum?
Sinto o vento nos meus cabelos
Um sopro da natureza veio do nada
Observo os pássaros no ar
Muito para receber, mas não tanto para compartilhar
- Used to Be
Nada é real
Reles mentira afinal
Atinei seu jogo, seu ardil
Árduo rancor
O inferno agora quem faz sou eu
Seu reinado chega ao fim
- Redenção
Nenhuma derrota vai me derrubar
Eu ergo a cabeça e volto a lutar
Nada que façam vai me parar
Enquanto eu viver e puder sonhar
É o que eu sinto em mim
TEU RISO
Eu rio, tu ris.
Mais quando eu rio
Me perguntas: porque ris?
E eu : nada . . . respondo.
Mais sim, eu rio,
do teu riso que pulveriza os átomos,
das mãos que me buscam
e do tempo que se traduz conforme a tua presença
E este meu riso silencioso, oculta palavras que ainda não digo
Mais o que eu posso dizer é
mesmo que chova pra sempre,
que a noite dure pra sempre
e as nossas asas se quebrem,
eu sempre colherei mangas doces
na árvore do seu sorriso.
sem voce nada ten sentido
sem voce td volta ao principio
sem voce nada disso teria acontecido
sem voce trevas nenhuma teria eu vencido
sem voce, pelo caminha me teria perdido
sem voce , nao seria lindo o meu sorriso
sem voce nada teria sentido
"Viver de verdade é ter a certeza de que em nada contrariamos nosso coração!" (Victor de Oliveira Antunes Neto)
