Pai Nao Entende nada

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Nada pode existir se ainda te amo
Pois o mundo pujante floresce em nuvens.
Fulgaz sentimentos fragmentados no luar.
Pois me atrevi a sonhar agora sinto o fel da existência.

homem nada cria, tudo se transforma; no exato momento em que existo, logo copio. O espelho contemporâneo virou apenas a sombra da caverna digital. De um lado, o perfil do "eu" pragmático que se rende às dancinhas; do outro, a realidade crua de chineses se matando de estudar. Na pragmática do meu eu profundo, pergunto-me por que existo. Só sou eu diante de uma comédia vazia. Por que rir, se nada disso é realmente engraçado? São apenas velhas piadas coreografadas num novo ritmo.
No entanto, o abismo não é o fim: ele começa e termina num rio que flui, moldado por um cenário de árvores e um pôr do sol lindo. Suspiro. É melhor que qualquer filme, porque esse cenário real continua a despertar o suspiro pela vida inteira.

Somos a verdade nada mais que a verdade.

O ser humano um ser político e crítico....
E nada além do que é para ser compreendido...
Humano e racional ate que seja ignorante apesar de ser sábio...

Somos vampiros da nossa consciência...
Nada criamos só replicamos.
Mais profundo do sentido as máquinas pensam...!

Se existo a virtude é pensando.
Nada mais tenho certeza que as ideias sao livres,
Nada neste mundo se cria se copia se compartilha,
Mesmo o fogo renasce cada instante das nossas vidas mais fogo é mesmo que começou a evolução humana.
Pense e critique pois existência uma só errar humano aprender com erros te faz transcender os problemas te faz evoluir.

Nada é importante até voce dei importância... no que é importante...
A importância se da como o eco
A importância é imediata...
Quando uma criança quer chupeta...

Que nada sou diante sou...
Porque ainda sou?
No fardo do refúgio os dias se passam....
Momentos distante do instantes...
A vastidão do universo as florestas são devastação os animais extintos....
Para que homem viva a farra que e evidência do desastre natural.
O bioma da biosfera grita por socorro por piedade...
O homem político são bichos nada mais .
O planeta chora é o pulmão do mundo morre.


Exploração de mineração e criador de gado se não tiver mais planeta vai viver naonde na lua ou em marte assoprando canudos para respirar...
Que mundo é onde matamos os rios em labaredas comem as floresta em nome do progresso...

Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.

Alma que se expande
e no coração floresce
a sublime Bunga Raya
para que nada distraia
sutil revela seguir com
união a Rukun Negara
que cada pétala leva
e faz a vida renovada.


Tudo começa pela fé,
respeito com quem crê,
É Deus ou Deus sempre
com todos e com você.

Como os frutos da Chilco
com absoluta veneração,
para dar sabor o que falta,
sem colocar nada à prova,


Cultuo o telúrico e visto-me
de fúcsia para a sedução -
com o alvo de te transbordar,
e dos pés à cabeça - degelar.


(Está certo que vou te inundar).

Nada de mim em ti, é evanescente;
incipiente se renova e permanece,
com velatura de seda sobre a sua
pele com nímio certeiro nos impele
a nos colocar nas mãos do destino.


Perscrutar o teu mistério quase
místico é algo como mansa ave
e o meu roçar suave passeiam
com graça tangencial no seu brio,
flertando sibilante e visceralmente.


Doce é a ambição pela tua turgidez
de alta voltagem e do teu mais
terno amplexo que têm fortemente
se preparado - e a cada novo
eflorescimento tem se encaixado.


Não quero esconder que te quero
bem colado com beijos de Cambuí,
indecoroso, atrevido e abusado,
porque lado a lado sinto que os teus
planos são de amor e fogo apaixonado.

Nada retira a autoridade
de ter visto ou vivido,
Ainda é bem vívido
como se tivesse ido
agora para encontrar um
povo gentil que sabia
receber a qualquer hora,
Sem marcar parecia
estar esperando desde
a aurora matutina.


Ali lado a lado de nós,
sem questionar --
e sem importar da onde
veio ou para você onde vai,
olhar para o relógio
não estava em questão.


Nostalgia de Ardósia
bruta ou em placa --
de quem tem memória
estradeira até chegar
de longe em Paraobepa,
Sem mesmo atentar
que ía pavimentando-se
o tempo naquela terra,
e trazer à tona a poeta.

Sem ter pressa de nada,
construir com encanto,
fiel aos vínculos afetivos.
Um elevar o outro como
a sua tão querida fonte
de ocitocina favorita;
fazer o coração confiar,
cultivar a intropatia
e crer que é possível
viver com generosidade.


​Abraçá-lo por inteiro,
abraçar tanto
até a tua alma alcançar
e com a minha se encaixar;
brincar como se ainda
fôssemos crianças
com animais de estimação,
e não permitir que nada
desoriente o coração.


​Manter à disposição
a nossa companhia
de quem precisar da gente,
manter-se perto
das pessoas queridas;
não permitir que
nenhuma intranquilidade
entre nas nossas vidas,
para que o amor entenda
que ele é feito para durar.


​Quando for percebido
o risco de desapaixonar,
recordar que é possível
se apaixonar várias vezes
por tudo aquilo que fez
a gente se encontrar
e com amor nos enveredar;
de igual maneira que depois
da florada do guanandi,
saberemos o momento
certo dos frutos encontrar
para o nosso paladar adoçar.

Nunca usei Tinder
e nem nunca vou usar
nada semelhante.


Lembro de uma época
em que os classificados
tinham uma parte dedicada
para ajudar o amor buscar.


Se naquela época não funcionou,
penso que no virtual
também não vai funcionar;
Prefiro ter paciência
para o amor encontrar.

Ouço o vento cantar
o que vai chegar,
e nada me preocupa.
O meu teto celestial
é o Hemisfério Austral
que tanto bem eu quero.

O tempo propício chegou


de um mostrar o quanto um


pelo outro sempre esperou;


e nada nos dessacralizou.






Por adoração e magnetismo


viramos o magnífico vício


de escrevermos o destino:


o calendário não ultrapassou.






Não há um só dia que não


tenhamos vivido: porque


pelas estações nós sentimos.






E sentindo: ipês seguimos.


Com o ritmo das estações


pelos caminhos floridos.

O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde a alma fica leve e serena.


Nas tuas mãos sou
a tua marimba favorita;
no silêncio, a curva
do Rio Motagua que só
você navega e a alma decifra.
A minha existência
povoa toda a sua fantasia.


Com as flores mais lindas
da Árvore de Ochote,
serei muito mais do que sorte.
Tu haverá de ser o meu norte,
que os passos envolvem
neste amor sublime que fascina.

Nada limite beijar-me.
Quero venerar-te.
Desejo render-me.

Reviver o passado é nada atraente, porém intrigante. Ele tem o cheiro, a aparência e o gosto da morte!

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