Pai Nao Entende nada

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⁠Sonhar, esperar, refletir, insistir e nada mais. A realidade não condiz com tudo isto. Apenas, guia conforme instruções da vida.

Inserida por Rita1602

⁠Nada faz sentido se o nosso entender não estiver interligado com o da vida.

Inserida por Rita1602

⁠Nada impede a vida de ser justa. O que impede é o ser humano não entender seu recado.

Inserida por Rita1602

Você surgiu

do nada,

Não sei o quê

em ti

Eu encontrei,

Só sei que

de você,

Não quero

me prevenir,

Há algo

em teu olhar,

Que me fez

sacudir,

Há algo

na tua boca

Que tenho

que provar,

E te recompensar

com leveza

de fada.


As minhas mãos

não podem

te tocar,

a minha letra une

as nossas mãos

de uma forma

maior,

para quando o tempo

de amar chegar,

os nossos corpos

hão de se render

e se colar,

Assim sou poesia

e perdição

a te provocar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada

mais santificado

do que uma

vadiagem poética,

eu sou o quê

você procura

no meio

da bagunça

do seu coração.



Inspiro e respiro

aquilo que nutre,

e te traz fascinação.



Transpiro em verso

aquilo que sugere,

e te traz inspiração.



Não há nada mais

o quê ocultar,

escrevo poemas

para os lábios

teus abastecer,

e me incendiar

mais ardente

do que uma

vela no altar.



Seduzo em prosa,

aquilo que desejo,

e atrai por sedução.



Induzo em canto,

aquilo sem reverso,

e que já é paixão.



Não há nada

mais delicioso

do que uma fuga

do cotidiano,

eu sou o quê

te desafia,

e provoca

real encanto

trazendo revolução.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Sou presa de mim,

Nada me prende,

Sou feita de poesia,

Asas não criei,

Não sumi da pena,

Se ele aparecer

Para me soltar,

Nada mais sei,

sorrir ou inventar.



Dançando no abismo,

Sentimento revelado,


Alçando o estribilho,


Momento recordado.



Nada mais além

De mim e dele,

Na boca a sede:

Do beijo angélico

Que não provei,

Do abraço quente

Ainda guardado

para o amor divino.





Escrevo de mim


Para a largada,


Salto de partida,

Palavra reconhecida.





Egressa de mim,

Nada me prenderá,

Livre do passado,

Revoada do recomeço,

Nada me impedirá

De viver a toda hora,

Em todas as escalas

E de todos os planos,

Não quero mais enganos.



Alma lá da sacada,

Cabeça reerguida,

Vitória sobre o ego,

Estou amadurecida.



Nos teus olhos titânicos,

Eu vejo a cor do amor...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Eu te encontrei,

Você ainda não viu,

Eu te reparei,

Você nada pediu,

Eu te consagrei.



Irei ao encontro,

Eu não hesitarei;

Irei ao destino

Do amor que é lei.



Eu sou semente,

Vento nas areias,

Eu sou flor,

Corda de violão,

Eu sou oásis,

Acorde do coração.



Irei ao ponto,

Eu me renderei;

Irei ao caminho

Que eu encontrei.



Eu sou presente,

Sopro na estepe,

Eu sou perfume,

Rosa de Ahal,

Eu sou fonte,

Nômade e paixão.



Irei no ritmo,

Eu assim voarei,

Tenho convicção,

Vontade e fé,

Nos olhos do Protetor,

Nos passos da glória,

No peito cheio de amor,

Nos braços da História

Repletos de todo o amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

De que adianta ter olhos

E não ter coração?

Ter olhos e não ter coração

De nada adianta,

Porque sem coração

Não se enxerga nada.



Os versos que escrevi

E não te contei estão

- aqui -

Os poucos que escrevi

Me distraí com amores

Dos outros esperando

Tu chegares de longe.



De que adianta não ter

Os teus olhos e coração?

Não tê-los me reduziram

Ao grau máximo do nada.



Escritos com lágrimas,

Talvez não mais belos,

Versos de sangue,

Rimas com bravura

Quero viver mil vidas,

Para dizer ao mundo

Que sem o teu amor

Atinjo a [loucura].





Meus versos são tentativas,

Que talvez jamais serão

- lidas-

O nosso reencontro

Não tem previsão,

Poderá ocorrer daqui

Algum tempo ou nunca,

E não sei [onde].



Só digo mais uma coisa:

- A literatura salva da morte,

E a poesia salva da vida,

Só me resta saber se serei

Para os teus braços devolvida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não existe nada mais

- fascinante -

Do que a sensualidade

- educada -

Pois ela é virtude fêmea

e elegante:

feita para deixar a alma

- masculina -

Envolvida e eriçada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Da Missa e da virtude

não conhece nada,

Não conhece o ditado,

e nem quem escreve

Do amanhecer calado,

não conhece a metade

Deste poemário atrevido,

e não menos sagrado.



Da alma e da liberdade

não conhece nada,

Não conhece o verbo,

e nem o sabor da carne.



Do gênio cheio de mar

não conhece nada,

Não conhece nem o rimar,

e nem a alma encantada.



Da feminina doçura

não conhece nada,

Não conhece o recato,

e nem quem devota

O dia rajado de Sol,

não conhece a ternura

Deste rimário tranquilo,

e não menos apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não havia me dado conta:

que nasci com um belo

- par de asas -

Nunca desejei fugir de nada,

a não ser em busca da paz

e de um destino que me valha;

Ir embora não significa fugir,

é seguir em frente - infrene,

é saber o caminho a seguir;

em busca do que o covarde

não tem coragem, é não desistir!



Não havia me dado conta:

que nasci alma delicada

- e guerreira

Da mesma forma que eu brincava

por horas com a espada,

Sabia apreciar a minha bailarina

dançando na caixinha de música

feita de ferro, com pérolas e prateada.



Não havia me dado conta:

Ainda há quem agrida a minh'alma

feita de fogo e de fé,

Ainda há quem duvide da minh'alma

feita de rosas e jasmins,

Cheia de surpresas para quem planta,

Surpreende durante a colheita

vou decorá-la com os mais belos jardins.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não é preciso provar nada,

Precisamos um do outro,

Não devemos nada a ninguém;

Devemos nos provar...e bem!



Não é preciso justificar nada,

Entregamos fácil o ouro,

Não negamos nada a ninguém,

Todos percebem muito bem...



Não é preciso esconder,

Dançamos no abismo;

Não recusamos o amanhecer

Dois oráculos e um destino.



Vagueio peregrina na tua mente,

O teu corpo sente a ausência

- unicamente - do meu!...

E o meu escreve evitando

- lembrar - de que já teve o seu!



Escrevo poesia - evitando -

Lembrar de que ela existe,

Como um gemido de fidelidade

- extrema - pela falta que me fazes;

Ainda escreverei versos muito melhores,

E bem mais plenos e audazes...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Na vastidão do mundo,

Tu me observas infinita,

Não perdes nada de mim,

Nem quando sofisma,

De mim tudo encontras,

Sempre no canto do olhar,

Vive do tempo e sem contas,

Porque ficaste perdido,

No imenso espaço de amar,

Vamos aprendendo nos namorar,

E nos invadir em paz

Como duas gaivotas que se namoram.



Tenho no teu corpo, o mistério,

A expressão mais paradísiaca,

A vitória do impróvável,

E a glória de toda poesia,

Que quero desvendar inteira.



Estendo o meu corpo no teu,

A concretude mais intensa,

A glória da certeza,

E a vitória memoriável

Se fará perfeita - entenda.


No infinito escrito,

A eternidade vai se escrevendo,

Com caneta tinteiro, e néctar

Dos frutos e das flores,

Pela primavera eu morro de amores.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não pode e não

haverá de existir

Nada mais belo

e interessante,

E que nos conduza

a (fluir);

Nos levando

ao infinito

Do amor e da vida

alucinante.



Não sossego

e nem deixo sossegar,

Porque o que sinto

é de arrepiar:

Na poesia e na gentil

arte de amar.



Não devo nada

a ninguém

Nada mais

justo e forte:

É princípio

de (alguém)

Que é capaz

de amar

Até além

da morte...



Não calo e nem

deixo de escrever,

Aquilo que sinto_ eternizo

Na poesia o quê é,

e também há de ser!



Não nego o quê

bate no peito

Arrepiando a pele,

O amor é assim:

imperfeito.

Revirando o juízo,

Para tudo ele

encontra um jeito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Existe um canal que nos liga,

Reafirme: que nada nos separa.

E muito menos não existe,

Alma audaciosa que nos defina.



Existe uma corrente tranquila,

Afirmativa e serena - nos leva

Para onde que ninguém imagina;

O coração vai e sempre solicita.



O encontro de embarcações

Doces e repletas de emoções,

Em busca de grande sensações.



O encontro de tripulações,

Desencontro de sensações,

- Distanciam emoções

Há o encontro de águas,

- um turbilhão de sonhos

Inteiros e macios...,

Livres, e cativos... não te conto!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Do nada comecei a cantar

Na beira do mar

Não tive como te abraçar

Pûs-me a escrever nas areias

O belo amanhecer

Recolhi carinhosas conchas

Lindos presentes das sereias

Vendo o barco passar

No balanço das ondas do mar.



Cantei algumas músicas

Todas em espanhol

O meu coração se abriu a sonata

A mais bela celebração apaixonada

Tentativas de quem não sabe

Mas de quem de coragem

De um dia aprender

E os mares cruzar

Só para te rever.


Acariciando o mar

Enternecido amanheceu o sol

E eu bem longe de você

Louca para te amar

Espantando o frio do outono

Resolvendo com tudo romper

A poesia praiana irá te ter

Como o Universo se abre para a Terra

Tens todo o meu amor e minh'alma

Que o Mal do mundo jamais encerra.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada que nos detenha,

E muito menos nos impeça...,

Nós somos livres porque cremos,

Nada concorre para a descrença.



O ser humano não tem respeito,

Para violar sempre insiste,

E acaba encontrando um jeito

De fazer o crime perfeito.



Não há nada que nos amordace,

Nem a cauta luz da Ditadura,

Quem ama uma causa enfrenta,

Até a mais dolorosa tortura.



O ser humano não tem cura,

Ele quer sufocar a ternura

A todo preço e custo...,

Ele não presta, é um ser imundo.



É incapaz naturalmente,

Só porque é especialista,

- se acha -

E pensa que é gente;

Sugerindo exterminar

A vida dos saguis

- ferozmente -

Coisa de imprevidente...

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há força diante da democracia,

E nada que a supere;

É força magna, é energia,

Voz que não se cala,

- mesmo sob mordaça

A força da democracia é a própria,

Está sacramentada na história.



Sem o povo não está escrita a glória,

Com a alma é que se afugenta,

- espanta

Toda a insana covardia,

Através do sonho de democracia,

Arrebentando toda a mordaça,

Atirando-se os grilhões ao vento,

A democracia virá, é só questão de tempo.



Abro o destino para o deboche

Cair no precipício,

Com a minha poesia respondo o riso

Do totalitarismo,

Rui Barbosa sentou praça

Na democracia,

E dela ninguém me divorcia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não há nada que me impeça,

E também não me detenha,

Não hei de me curvar,

Diante da voz que querem

Amordaçar, calar e queimar;



- a voz da imprensa





Começa assim:

Primeiro eles se reúnem,

Depois reunidos gritam,

Para a voz tentar abafar,

Partem para chibatar,

Cuspir, bater e pisotear;

Assim desejam a voz calar,

Para o povo se curvar,

Para o povo obedecer,

Para o povo não lutar,

Para a fé do povo se perder.





Não adianta negar,

E muito menos ocultar,

A voz da imprensa,

Eles querem exterminar,

O Governo já deu a sentença:

A IMPRENSA É A OPOSIÇÃO!

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não irei atrás de você,

Nada irei te cobrar,

Para lembrares sempre de mim,


Como um jardim em plena espera,

Vibrando pela primavera,

Que só o amor conserva.



Sempre voltarás correndo para mim

Porque o meu tempo é sempre ameno,

E o meu jeito é veramente sereno.



Porque se entregaste ao meu jeito,

Eu sou insaciável, viciante,

Como a flor que produz pólen,

Só para atrair a abelha,

Eu exalo uma aromatizante centelha.



Sou flor de alcaçuz,

Tenho perfume, cor e brilho,

Para povoar o teu espírito

Com o meu florir que seduz.



Ainda não conheceste bem a primavera,

Preparo-te todos os dias para ela,

Porque aqui sempre estarei de sentinela,

Aguardando de vez pela tua entrega,

Eu sempre estarei à tua espera.

Inserida por anna_flavia_schmitt